o motivo alegado para a apreensão dos livros é que não tinhamos autorização para trabalhar. pedimos a autorização, como fazia para obtê-la, eles desconversaram. depois disseram que a gente não podia fazer aquilo, perguntamos por que, eles não souberam dizer. depois, veio a desculpa mais absurda: eles não queriam transformar a Flip num "EVENTO COMERCIAL".
Enviado por: Contrera
saudades, querido. saudades.um dia a gente se encontra, pacheco. um dia.entro e já estou de saída. mundo real. esse, que me chama.beijoscontrera
ps: tudo um grande shopping, sim, meu querido, tudo um grande shopping de junk food.
Penetralia disse...
E q tal vc como personagem? Pior é qur aquilo é uma peça do Oswald ( O Homem e o Cavalo) na qual tou reescrevendo quase tudo, pois ela é datada, mas vai tudo se encaixando, virando blognovela, kkk!Será que vão cobrar direitos autorais?
Pacheco said...
O Problema é que o G diete esta aqui pior que o blog do Contrera.Eu entro e não passo da entrada.Quando vou rolar os videos montam uns aos outros.Um verdadeiro balaio de gatos.
Enviado por: Contrera
saudades, querido. saudades.um dia a gente se encontra, pacheco. um dia.entro e já estou de saída. mundo real. esse, que me chama.beijoscontrera
ps: tudo um grande shopping, sim, meu querido, tudo um grande shopping de junk food.
Enviado por: Pacheco.
Contrera querido amigo.
Grato por tuas palavras ai por cima.
Me animam e fortalecem.Me ajudam a me suportar.me iludem e me fazem acreditar que :
YES I CAN DIO IT.
E vou que vou.
Obrigado amigo chileno.
Mi casa es tu casa
Aceita una carita?
no blog do gabeira
Contrera
gostei do comentário, com uma ressalva: a quem SOFRE as conseqüências dos atos de gente – que se acreditava mais que gente – como McNamara, torna-se difícil, se não impossível, ver qualquer mérito em adotar novas posições ou mesmo admitir erros passados. ao assistir o documentário sobre ele, não foi nada muito civilizado o que surgiu de mim, fruto tardio da imigração reinante num chile dividido e empobrecido após o golpe contra o allende, em parte financiado pelos norte-americanos. fica a irritação de admitir-se sujeito a sujeitos como esses.
Credo in Deum Patrem omnipotentem, Creatorem cæli et terræ.
Et in Iesum Christum, Filium eius unicum, Dominum nostrum; qui
conceptus est de Spiritu Sancto, natus ex Maria Virgine, passus
sub Pontio Pilato, crucifixus, mortuus, et sepultus; descendit ad
inferos; tertia die resurrexit a mortuis; ascendit ad cælos; sedet
ad dexteram Dei Patris omnipotentis; inde venturus est iudicare
vivos et mortuos. Credo in Spiritum Sanctum, sanctam Ecclesiam
catholicam, Sanctorum communionem, remissionem peccatorum,
carnis resurrectionem, vitam æternam. Amen
(O Credo, para a Summa, de Pärt)
Et in Iesum Christum, Filium eius unicum, Dominum nostrum; qui
conceptus est de Spiritu Sancto, natus ex Maria Virgine, passus
sub Pontio Pilato, crucifixus, mortuus, et sepultus; descendit ad
inferos; tertia die resurrexit a mortuis; ascendit ad cælos; sedet
ad dexteram Dei Patris omnipotentis; inde venturus est iudicare
vivos et mortuos. Credo in Spiritum Sanctum, sanctam Ecclesiam
catholicam, Sanctorum communionem, remissionem peccatorum,
carnis resurrectionem, vitam æternam. Amen
(O Credo, para a Summa, de Pärt)
continuo em minha pesquisa sobre braxton e como incluí-lo numa futura mini-peça. quase compro livro sobre comédia romana. por ora, a música.about 1 hour ago from web
tiro do tuiter o millor. cansa-me essa caganeira de regras oculta por trás de tantas frases cujo maior leit motiv é o pessimismo mal ocultoabout 6 hours ago from web
encontro-me com o lúcio por aqui. realmente preciso de sair de mim mesmo, de alguma forma. mas agora começarei a pesquisar. talvez weber.about 7 hours ago from web
reluto. leio os jornais, atuais ou passados? a irritação me domina. não a quero mais para mim. mas preciso fazer algo.about 7 hours ago from web
assistindo mtv, metal. adorando. porque o mundo é metal.about 22 hours ago from web
* * *
lucemiroainda preciso encarar - tempo - o inominável. como gostaria de poder me dedicar. mas a vida nos chama, à cris e eu, a nós dois.about 1 hour ago
lucemiropor óperas, não sei por que, entendo somente aquelas com os grandes tenores. não conheço nada do carlos gomes. e maria callas, bulhufasabout 1 hour ago
lucemiroli aquele link sobre marco zero. sei lá, tantas referências sempre me cansam excessivamente. falta de sensação.about 1 hour ago
lucemiropois é, lúcio, eis que vc acerta. é o gerald na minissérie global...about 5 hours ago
lucemiropara me inteirar, to lendo http://www.abralic.org.br/enc2007/anais/31/1213.pdfabout 7 hours ago
lucemiroontem na mtv maior homenagem ao sabbath. me afeta, mas nem tanto. gosto dos secundários, quase sempre. overkill, por exemploabout 7 hours ago
lucemirocomo é que vc consegue se atualizar com a ópera daí? tens tudo à mão?about 7 hours ago
lucemiromarco zero: só para variar, não conheço. deve ser interessante. conta algo, nestas poucas linhasabout 7 hours ago
lucemiroainda me adaptando ao tuiter. about 7 hours ago
lucemirosobre o que é tua tese, cara.
tudo bem que hoje com tanta tecnologia e acessos públicos tudo é mais fácil. mas pelo andar da carruagem qualquer decisão adequada continua sendo difícil. contrera rodrigo_contrera2@hotmail.com
tiro do tuiter o millor. cansa-me essa caganeira de regras oculta por trás de tantas frases cujo maior leit motiv é o pessimismo mal ocultoabout 6 hours ago from web
encontro-me com o lúcio por aqui. realmente preciso de sair de mim mesmo, de alguma forma. mas agora começarei a pesquisar. talvez weber.about 7 hours ago from web
reluto. leio os jornais, atuais ou passados? a irritação me domina. não a quero mais para mim. mas preciso fazer algo.about 7 hours ago from web
assistindo mtv, metal. adorando. porque o mundo é metal.about 22 hours ago from web
* * *
lucemiroainda preciso encarar - tempo - o inominável. como gostaria de poder me dedicar. mas a vida nos chama, à cris e eu, a nós dois.about 1 hour ago
lucemiropor óperas, não sei por que, entendo somente aquelas com os grandes tenores. não conheço nada do carlos gomes. e maria callas, bulhufasabout 1 hour ago
lucemiroli aquele link sobre marco zero. sei lá, tantas referências sempre me cansam excessivamente. falta de sensação.about 1 hour ago
lucemiropois é, lúcio, eis que vc acerta. é o gerald na minissérie global...about 5 hours ago
lucemiropara me inteirar, to lendo http://www.abralic.org.br/enc2007/anais/31/1213.pdfabout 7 hours ago
lucemiroontem na mtv maior homenagem ao sabbath. me afeta, mas nem tanto. gosto dos secundários, quase sempre. overkill, por exemploabout 7 hours ago
lucemirocomo é que vc consegue se atualizar com a ópera daí? tens tudo à mão?about 7 hours ago
lucemiromarco zero: só para variar, não conheço. deve ser interessante. conta algo, nestas poucas linhasabout 7 hours ago
lucemiroainda me adaptando ao tuiter. about 7 hours ago
lucemirosobre o que é tua tese, cara.
tudo bem que hoje com tanta tecnologia e acessos públicos tudo é mais fácil. mas pelo andar da carruagem qualquer decisão adequada continua sendo difícil. contrera rodrigo_contrera2@hotmail.com
Lúcio inventa/cita em sua blognovela (penetralia-penetralia.blogspot.com)...
Rodrigo Contrera: esse blog não tá no script! Esse blog é uma armadilha, como as conversas de blog, que saem abrindo janelas (subitamente ele ergue um cartaz onde se lê SEM ASSUNTO).
Enviado por: Rodrigo Contrera
belo paralelo. sim, as emoções…eu, ontem, em empresa, reparei na transmissão do funeral ou da festa sei lá, e veio-me (pasmo) uma lágrima nos olhos - justamente a mim, que não afetou muito tal morte. sim, realmente ALGO aconteceu.logo volto.beijoscontrera
Rodrigo Contrera: esse blog não tá no script! Esse blog é uma armadilha, como as conversas de blog, que saem abrindo janelas (subitamente ele ergue um cartaz onde se lê SEM ASSUNTO).
Enviado por: Rodrigo Contrera
belo paralelo. sim, as emoções…eu, ontem, em empresa, reparei na transmissão do funeral ou da festa sei lá, e veio-me (pasmo) uma lágrima nos olhos - justamente a mim, que não afetou muito tal morte. sim, realmente ALGO aconteceu.logo volto.beijoscontrera
' Lulu diz: Ro!!! chegouuuuuu
Rodrigo diz: que legal!!! ouviu?
' Lulu diz: ouvi sim
Rodrigo diz: o que achou?
' Lulu diz: primeira impressão: que difícilllll
' Lulu diz: aí depois já comecei a experimentar
Rodrigo diz: ótimo!!!!
Rodrigo diz: vc vai ver que nao é tao dificil
' Lulu diz: você disse que vai ser um solo
' Lulu diz: certo?
Rodrigo diz: vc vai ficar com umas partes na cabeça
Rodrigo diz: isso
' Lulu diz: pra vc
Rodrigo diz: como assim
Rodrigo diz: um solo para vc
' Lulu diz: vc q vai dançar
Rodrigo diz: não
Rodrigo diz: VC é que vai
Rodrigo diz: rs
Rodrigo diz: sério
' Lulu diz: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
' Lulu diz: eu pensei que era pra eu montar o solo pra vc
Rodrigo diz: não, nós vamos montar o solo para vc
Rodrigo diz: estou pensando em te passar umas impressões, passo a passo na música
Rodrigo diz: por enquanto o que vejo
' Lulu diz: ótimo
Rodrigo diz: é uma dança em homenagem a uma cadeira
' Lulu diz: preciso de direção
Rodrigo diz: homenagem nao é bem o termo
Rodrigo diz: uma cadeira e a pessoa
' Lulu diz: então temos o objeto cadeira em cena
Rodrigo diz: a cadeira "representa" a pessoa (pina) que se foi mas que fica
Rodrigo diz: sim
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: ou seja, vai-se a pessoa, fica a obra, a autoridade, a presença, torna-se imortal em suma
Rodrigo diz: mas em nossa cabeça
Rodrigo diz: é um relacioamento
Rodrigo diz: mas isso é por enquanto o que vejo
Rodrigo diz: se vc quiser, posso sim te dirigir
Rodrigo diz: eu decorei a música, inclusive a ouvi inteira há pouco, no transito, e é ela mesma
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: a dificuldade é proposital
Rodrigo diz: não quero sentimentos clichês, chapados
Rodrigo diz: mas que bom que tá animada
Rodrigo diz: falei algo que nçao deveria?
' Lulu diz: tô sim
Rodrigo diz: ou falei demais?
' Lulu diz: não, é que eu já fico imaginando
Rodrigo diz: entendo
' Lulu diz: as coisas com a cadeira
Rodrigo diz: legal
' Lulu diz: como vai ser a cadeira?
Rodrigo diz: uma cadeira simples, concha, preta
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: o que importa não é a cadeira, mas o lugar
Rodrigo diz: que é o lugar da presença, que agora está vazio
' Lulu diz: a cadeira importa sim
Rodrigo diz: diga
Rodrigo diz: vc quer alguma em especial?
Rodrigo diz: algum tipo
' Lulu diz: não, só perguntei porque existem diversos tipos de cadeira... e, não sei... ela não vai ficar só parada? vai?
Rodrigo diz: vc é que sabe
Rodrigo diz: eu só imagino ela parada, mas eu não pensei muito nisso ainda
' Lulu diz: se ficar só parada realmente não importa
Rodrigo diz: agora me veio que ela pode inclusive ser jogada, como que ser destruída
Rodrigo diz: mas é algo que veio, apenas
Rodrigo diz: mas nada diz que ela não possa se mexer
' Lulu diz: é que quando vc disse que haveria uma cadeira
Rodrigo diz: sim?
' Lulu diz: eu já imaginei n formas de utilizá-la
' Lulu diz: hehehe
Rodrigo diz: entendo
Rodrigo diz: tudo bem, vale tudo
Rodrigo diz: to imaginando, pode ficar lindo
' Lulu diz: vai ficar!
' Lulu diz: hahaha
Rodrigo diz: rs
' Lulu diz: bom... então eu espero as suas orientações
' Lulu diz: quanto à intenção
' Lulu diz: etc
Rodrigo diz: tudo bem
Rodrigo diz: mas veja se elas não aparecem a vc também
Rodrigo diz: eu só vou colocar poucas palavras tipó
Rodrigo diz: 0'43 - introspecção
Rodrigo diz: 0'56 - raiva
Rodrigo diz: gosta disso ou é pouco?
' Lulu diz: pode ser
Rodrigo diz: ok
Rodrigo diz: to ouvindo agora
Rodrigo diz: eu adoro as notas agudas dele
Rodrigo diz: parecem tão marcantes
' Lulu diz: vou colocar aqui pra ouvir again...
Rodrigo diz: logo irei pedir autorização à hildegard kleeb para uso da música uma única vez - ou várias, vai saber
Rodrigo diz: imagine só
Rodrigo diz: é a composition 1 do braxton
Rodrigo diz: foi feita em 1968
Rodrigo diz: as últimas dele são realmente inacreditáveis
Rodrigo diz: de difíceis
' Lulu diz: wow
Rodrigo diz: um dia conseguirei tê-lo na platéia
Rodrigo diz: para vê-lo experimentar a música em palavras e movimento
Rodrigo diz: mas por enquanto é isso
Rodrigo diz: querida vou ter de sair um pouco
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: reuniao no condomínio
Rodrigo diz: e eu sou o sindico, repare
Rodrigo diz: aproveite muito, e bem
' Lulu diz: boa reuniao
' Lulu diz:
Rodrigo diz: mandei com muito carinho
Rodrigo diz: beijo
' Lulu diz: pode deixar
' Lulu diz: beijão
Rodrigo diz: mua
' Lulu diz: =**
Rodrigo diz: que legal!!! ouviu?
' Lulu diz: ouvi sim
Rodrigo diz: o que achou?
' Lulu diz: primeira impressão: que difícilllll
' Lulu diz: aí depois já comecei a experimentar
Rodrigo diz: ótimo!!!!
Rodrigo diz: vc vai ver que nao é tao dificil
' Lulu diz: você disse que vai ser um solo
' Lulu diz: certo?
Rodrigo diz: vc vai ficar com umas partes na cabeça
Rodrigo diz: isso
' Lulu diz: pra vc
Rodrigo diz: como assim
Rodrigo diz: um solo para vc
' Lulu diz: vc q vai dançar
Rodrigo diz: não
Rodrigo diz: VC é que vai
Rodrigo diz: rs
Rodrigo diz: sério
' Lulu diz: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
' Lulu diz: eu pensei que era pra eu montar o solo pra vc
Rodrigo diz: não, nós vamos montar o solo para vc
Rodrigo diz: estou pensando em te passar umas impressões, passo a passo na música
Rodrigo diz: por enquanto o que vejo
' Lulu diz: ótimo
Rodrigo diz: é uma dança em homenagem a uma cadeira
' Lulu diz: preciso de direção
Rodrigo diz: homenagem nao é bem o termo
Rodrigo diz: uma cadeira e a pessoa
' Lulu diz: então temos o objeto cadeira em cena
Rodrigo diz: a cadeira "representa" a pessoa (pina) que se foi mas que fica
Rodrigo diz: sim
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: ou seja, vai-se a pessoa, fica a obra, a autoridade, a presença, torna-se imortal em suma
Rodrigo diz: mas em nossa cabeça
Rodrigo diz: é um relacioamento
Rodrigo diz: mas isso é por enquanto o que vejo
Rodrigo diz: se vc quiser, posso sim te dirigir
Rodrigo diz: eu decorei a música, inclusive a ouvi inteira há pouco, no transito, e é ela mesma
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: a dificuldade é proposital
Rodrigo diz: não quero sentimentos clichês, chapados
Rodrigo diz: mas que bom que tá animada
Rodrigo diz: falei algo que nçao deveria?
' Lulu diz: tô sim
Rodrigo diz: ou falei demais?
' Lulu diz: não, é que eu já fico imaginando
Rodrigo diz: entendo
' Lulu diz: as coisas com a cadeira
Rodrigo diz: legal
' Lulu diz: como vai ser a cadeira?
Rodrigo diz: uma cadeira simples, concha, preta
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: o que importa não é a cadeira, mas o lugar
Rodrigo diz: que é o lugar da presença, que agora está vazio
' Lulu diz: a cadeira importa sim
Rodrigo diz: diga
Rodrigo diz: vc quer alguma em especial?
Rodrigo diz: algum tipo
' Lulu diz: não, só perguntei porque existem diversos tipos de cadeira... e, não sei... ela não vai ficar só parada? vai?
Rodrigo diz: vc é que sabe
Rodrigo diz: eu só imagino ela parada, mas eu não pensei muito nisso ainda
' Lulu diz: se ficar só parada realmente não importa
Rodrigo diz: agora me veio que ela pode inclusive ser jogada, como que ser destruída
Rodrigo diz: mas é algo que veio, apenas
Rodrigo diz: mas nada diz que ela não possa se mexer
' Lulu diz: é que quando vc disse que haveria uma cadeira
Rodrigo diz: sim?
' Lulu diz: eu já imaginei n formas de utilizá-la
' Lulu diz: hehehe
Rodrigo diz: entendo
Rodrigo diz: tudo bem, vale tudo
Rodrigo diz: to imaginando, pode ficar lindo
' Lulu diz: vai ficar!
' Lulu diz: hahaha
Rodrigo diz: rs
' Lulu diz: bom... então eu espero as suas orientações
' Lulu diz: quanto à intenção
' Lulu diz: etc
Rodrigo diz: tudo bem
Rodrigo diz: mas veja se elas não aparecem a vc também
Rodrigo diz: eu só vou colocar poucas palavras tipó
Rodrigo diz: 0'43 - introspecção
Rodrigo diz: 0'56 - raiva
Rodrigo diz: gosta disso ou é pouco?
' Lulu diz: pode ser
Rodrigo diz: ok
Rodrigo diz: to ouvindo agora
Rodrigo diz: eu adoro as notas agudas dele
Rodrigo diz: parecem tão marcantes
' Lulu diz: vou colocar aqui pra ouvir again...
Rodrigo diz: logo irei pedir autorização à hildegard kleeb para uso da música uma única vez - ou várias, vai saber
Rodrigo diz: imagine só
Rodrigo diz: é a composition 1 do braxton
Rodrigo diz: foi feita em 1968
Rodrigo diz: as últimas dele são realmente inacreditáveis
Rodrigo diz: de difíceis
' Lulu diz: wow
Rodrigo diz: um dia conseguirei tê-lo na platéia
Rodrigo diz: para vê-lo experimentar a música em palavras e movimento
Rodrigo diz: mas por enquanto é isso
Rodrigo diz: querida vou ter de sair um pouco
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: reuniao no condomínio
Rodrigo diz: e eu sou o sindico, repare
Rodrigo diz: aproveite muito, e bem
' Lulu diz: boa reuniao
' Lulu diz:
Rodrigo diz: mandei com muito carinho
Rodrigo diz: beijo
' Lulu diz: pode deixar
' Lulu diz: beijão
Rodrigo diz: mua
' Lulu diz: =**
Rodrigo diz: oi querida!
' Lulu diz: oi, querido! td bem com vc?
Rodrigo diz: stou escrevendo um email para vc
estava
' Lulu diz: meu, mil desculpas, nem te liguei aquela semana
foi uma correria sem fim
Rodrigo diz: tudo bem
imagino
' Lulu diz: é foda quando vc vai à trabalho
Rodrigo diz: estou gravando uma musica, agora sim, para nós
' Lulu diz: aewwwww
Rodrigo diz: você vai ficar surpresa
' Lulu diz: ai que bom!
espero o e-mail
Rodrigo diz: anthony braxton, composition 1, por hildegard kleeb
tenho o email dela e logo vou pedir-lhe autorização para usar em peça-dança
homenagem a pina basuch
bausch
topa?
' Lulu diz: uia
claro!
Rodrigo diz: entao tá
peguei seu endereço há pouco e amanhã, se não der chabu, mando o cd, que estou gravando AGORA
' Lulu diz: hahahaha
ok, querido! demorou
Rodrigo diz: finalmente destravei
' Lulu diz: ótimo!
ah, meu... vc tinha que assistir minhas aulas aquiiii
Rodrigo diz: peço só que ouça a música com calma, pois é difícil
como eu queria
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: merdia o cd não tá limpo
' Lulu diz: mas me conta alguma coisa!
senão eu fico curiosa/ansiosa
internet no sitio é um fenômeno
Rodrigo diz: como assim
' Lulu diz: quando chove...
cai td hora
Rodrigo diz: não entendi ainda
entendo
entendi
o que quer saber
' Lulu diz: não sei, oq vc quiser dizer
ainda tá escrevendo o e-mail?
Rodrigo diz: o email desisti
deu pau o cd, vou tentar o outro
' Lulu diz: rsrs
ok
Rodrigo diz: Jose Teodoro de Lima, xxx
Bairro Bandeiras
xxxxxx / SP
Cep: xxxxxxx
o endereço, certo
' Lulu diz: exato
Rodrigo diz: ok
quero que antes de mais nada você ouça a música
depois a gente combina o resto
' Lulu diz: alright
Rodrigo diz: mas te digo que apesar de difícil acho a música linda
creia-me, o braxton é realmente vanguarda
' Lulu diz: confio
Rodrigo diz: e eu adoro
' Lulu diz:
Rodrigo diz: gravando de novo
diga
como foi saber do falecimento da pina
ficou chateada?
' Lulu diz: pra variar
eu estava no meu ambiente de dança
quando fiquei sabendo
Rodrigo diz: sério
' Lulu diz: ah, fiquei triste
sempre fico quando morre um grande artista
Rodrigo diz: foi com 68
eu também
' Lulu diz: principalmente com essa contribuição
etc
Rodrigo diz: gravou!!!!
' Lulu diz: aeeeeeeee
Rodrigo diz: puxa perdi nossa conversa
Rodrigo diz: eu queria tela gravado para por no blog
Rodrigo diz: tudo transparente
' Lulu diz: bom, tirando a parte que eu caí e deve ter perdido alguma msg...
' Lulu diz: eu tenho aqui, já te passo
Rodrigo diz: manda por email
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: legal
Rodrigo diz: mandou?
' Lulu diz: ja mandei
Rodrigo diz: amanhã mando o cd, se não der outro chabu
Rodrigo diz: já anotei o endereço no cd
' Lulu diz: não vai dar nada não
Rodrigo diz: recebi a conversa
Rodrigo diz: obrigado
' Lulu diz: ;-)
Rodrigo diz: coloquei
Rodrigo diz: e a dança, o que conta
' Lulu diz: essa conexão ¬¬
Rodrigo diz: ta difícil
Rodrigo diz: mas peraí
Rodrigo diz: vc tá num sítio?
' Lulu diz: ok
' Lulu diz: não
' Lulu diz: rsrs
' Lulu diz: é maneira de dizer
Rodrigo diz: então
Rodrigo diz: ah
Rodrigo diz: tirando sarro
' Lulu diz: é
Rodrigo diz: bom
Rodrigo diz: o que é que to pensando
Rodrigo diz: com base na música, um espetáculo de dança solo
Rodrigo diz: em que tudo está no contato da personagem com alguém que já se foi
Rodrigo diz: é isso
Rodrigo diz: gosstou
' Lulu diz: bem forte
Rodrigo diz: tem um exercício no curso de palhaço
Rodrigo diz: que é exatament isso
Rodrigo diz: é realmente bem forte
Rodrigo diz: é uma despedida
' Lulu diz: olha... uma pequena coincidencia
Rodrigo diz: o que
' Lulu diz: um amigo meu montou um solo pra mim esses tempos... só que é mais um estilo contemporaneo, musica mpb...
' Lulu diz: etc
' Lulu diz: etc
' Lulu diz: pedaço de mim
' Lulu diz: só que é um pouco mais específico
Rodrigo diz: como assim
' Lulu diz: vc nunca ouviu a música?
Rodrigo diz: já, claro
Rodrigo diz: mas mpb não liga meus motores, por enquanto
Rodrigo diz: só ivo perelman consegue algo
Rodrigo diz: mas acho que vc vai ficar chapada com a música que vai receber
Rodrigo diz: pois embora o tema seja triste, a música não é
Rodrigo diz: bom, espero que vá gostar
Rodrigo diz: agora - quantasss emoçõesss - acho que vou descansar
Rodrigo diz: e vc?
Rodrigo diz: vai ficar por aí?
Rodrigo diz: vou descansar
Rodrigo diz: vc vai ficar?
Rodrigo diz: kd vc
Rodrigo diz: mandei email
Rodrigo diz: beijo!!!!
' Lulu diz: ok, Ro... boa noite. bjs
Rodrigo diz: tudo certo?
Rodrigo diz: queria conversar mais?
Rodrigo diz: me diga
' Lulu diz: não, querido, pode ir
' Lulu diz: mesmo pq minha net tá uma merda
Rodrigo diz: beijo, então
' Lulu diz: cai td hora
Rodrigo diz: acho tá sim
Rodrigo diz: rs
' Lulu diz: beijoss
Rodrigo diz: beijos
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo! Vc é labiríntico!Criar blogs que se desdobram em eus, esconde da gente, obrigando-nos a procurar seus eus, criar túneis entre eles, costurando um conjunto do todo, mas um todo que fica no final bem como um quadro de Bacon!
... e a vida
Andressa & Gleydson diz: Oi Ro
Andressa & Gleydson diz: Tudo certinho meu querido
Andressa & Gleydson diz: ?
Rodrigo diz: tudobem,querida
Rodrigo diz: e com voces
Andressa & Gleydson diz: Bem amigo
Andressa & Gleydson diz: Graças a Deus
Rodrigo diz: o que conta
Rodrigo diz: conta algo vai
Andressa & Gleydson diz: Bom nada de interessante
Andressa & Gleydson diz: Na verdade
Andressa & Gleydson diz: A procura de um trampo melhor
Rodrigo diz: que aconteceu
Rodrigo diz: por que o trampo atual não é bom
Andressa & Gleydson diz: Preciso de algo que supra as minhas atuais necessidades
Rodrigo diz: grana é isso
Andressa & Gleydson diz: Algo em torno de R$ 800,00 me ajuda e muito
Rodrigo diz: entendo
Andressa & Gleydson diz: Sim
Rodrigo diz: vá à luta, querida
Rodrigo diz: eu torço por vocês
Rodrigo diz: não ajuda muito, mas
Rodrigo diz: se eu souber, aviso
Andressa & Gleydson diz: Obrigada pela força querido
Andressa & Gleydson diz: Ok
Andressa & Gleydson diz: Obrigada
Rodrigo diz: de nada
lutther
Rodrigo diz: e aí, bro
Luther diz: beleza
Rodrigo diz: gostei de tua amiga
Rodrigo diz: será que ela faz o que se dispos
Luther diz: acho que sim
Rodrigo diz: legal
Rodrigo diz: gostei de algo da energia que captei
Luther diz: que bom
Rodrigo diz: espero que ela consiga
Rodrigo diz: seria legal para nós
Luther diz: eu também
Luther diz: estou ancioso
Rodrigo diz: que legal
Luther diz: Contrera acabei de chegar do meu curso, vou ao bar jantar, um abraço!
Rodrigo diz: falou!!
Rodrigo diz: abraçai
e a marilia
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: oi
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: n tava aqui
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: como vc tá?
Rodrigo diz: tudo bem
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: eu parei d ir no teatro
Rodrigo diz: chato
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: era uma galera estranha e nos outros dias q eu fui n tinha ninguem
Rodrigo diz: galera estranha, como assim
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: n sei explicar
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: mas n estranhso de alternativos
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: um povo meio bobo
Rodrigo diz: entendo mais ou menos
Rodrigo diz: mas tudo bem
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: tipo , eles sao sem talento , nao sabiam interpretar texto
Rodrigo diz: entendo
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: e me excluiram total
Rodrigo diz: xiiii
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: =[
Rodrigo diz: chato
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: éh
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: eu queria muito fazer sabe
Rodrigo diz: um dia vc acha um pessoal legal
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: mas infelizmente ainda nao rolou
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: certeza
Rodrigo diz: mas meu jeito é com minha sensibilidade eu fazer algo sozinho, mais para mim, para eu me convencer do que sou e do que faço
Rodrigo diz: com muita seriedade também
Rodrigo diz: acabo de passar um material (uma música) para uma dançarina
Rodrigo diz: talvez façamos algo sobre a pina bausch
Rodrigo diz: que morreu estes dias, vc sabe
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: sei sim
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: n conheci o trabalho , mas sei qm era
Rodrigo diz: o negócio é por o circo em andamento
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: sei como e
Rodrigo diz: veja no youtube tem alguma coisa
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: eu andei procurando o centro d cultura da minha cidade
Rodrigo diz: eu jogo toda minha sensibilidade naquilo
Rodrigo diz: e aí, achou alguma coisa
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: falei com um cara
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ele é mto bom
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ficou d me ligar
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: massssssss
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ele n ligou
Rodrigo diz: vai atras
Rodrigo diz: esse tipo de coisa a gente acha procurando não pedindo para ninguém ligar
Rodrigo diz: cada um tá interessado em SEUS projetos, apenas
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ai eu retornei a ligação pro lugar e queriam q eu fizesse uma oficina
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: =[
Rodrigo diz: rs
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: foda neh
Rodrigo diz: é a necessidade louca de grana, sempre
Rodrigo diz: acontece
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: mas era de graça essa oficina
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: rs
Rodrigo diz: entao nao entendi
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: so q eu n consegui fazer
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: nem eu
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ele queria q eu fizesse pra ver se eu gosto e blá blá blá
Rodrigo diz: blablabla
Rodrigo diz: veja o site do gerald thomas. entre em videos talvez vc goste ele é foda
Rodrigo diz: e eu sou muito ligado a ele
Rodrigo diz: mas ele é também complicado
Rodrigo diz: como todos
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: conhece pessoalmente?
Rodrigo diz: sim
Rodrigo diz: a gente se gosta muito, mutuamente
Rodrigo diz: ele até me lincou no blog dele
Rodrigo diz: eu tenho um descanso lá
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: q legal
Rodrigo diz: um dia a gente (digo nós) se conhece pessoalmente e (quem sabe) vc também o conheça
Rodrigo diz: ele é realmente um amor
Rodrigo diz: mas claro como todos é complicado nestes dias complicados
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: pessoas sao complicadas
Rodrigo diz: são pessoas, não se esqueça
Rodrigo diz: deuses nao existem, ao menos entre nós
Rodrigo diz: e nós mesmos, ihhhh
Rodrigo diz: se eu não tivesse a cris e ela a mim
Rodrigo diz: xiiiii
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: =D
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: vcs estao bem ?
Rodrigo diz: sim, tudo mais que otimo
Rodrigo diz: agora estavamos juntos
Rodrigo diz: eu to lendo jornal, incluindo posts, assistindo a um video e lendo matérias na internet tudo ao mesmo tempo, além de falar com vc
' Lulu diz: oi, querido! td bem com vc?
Rodrigo diz: stou escrevendo um email para vc
estava
' Lulu diz: meu, mil desculpas, nem te liguei aquela semana
foi uma correria sem fim
Rodrigo diz: tudo bem
imagino
' Lulu diz: é foda quando vc vai à trabalho
Rodrigo diz: estou gravando uma musica, agora sim, para nós
' Lulu diz: aewwwww
Rodrigo diz: você vai ficar surpresa
' Lulu diz: ai que bom!
espero o e-mail
Rodrigo diz: anthony braxton, composition 1, por hildegard kleeb
tenho o email dela e logo vou pedir-lhe autorização para usar em peça-dança
homenagem a pina basuch
bausch
topa?
' Lulu diz: uia
claro!
Rodrigo diz: entao tá
peguei seu endereço há pouco e amanhã, se não der chabu, mando o cd, que estou gravando AGORA
' Lulu diz: hahahaha
ok, querido! demorou
Rodrigo diz: finalmente destravei
' Lulu diz: ótimo!
ah, meu... vc tinha que assistir minhas aulas aquiiii
Rodrigo diz: peço só que ouça a música com calma, pois é difícil
como eu queria
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: merdia o cd não tá limpo
' Lulu diz: mas me conta alguma coisa!
senão eu fico curiosa/ansiosa
internet no sitio é um fenômeno
Rodrigo diz: como assim
' Lulu diz: quando chove...
cai td hora
Rodrigo diz: não entendi ainda
entendo
entendi
o que quer saber
' Lulu diz: não sei, oq vc quiser dizer
ainda tá escrevendo o e-mail?
Rodrigo diz: o email desisti
deu pau o cd, vou tentar o outro
' Lulu diz: rsrs
ok
Rodrigo diz: Jose Teodoro de Lima, xxx
Bairro Bandeiras
xxxxxx / SP
Cep: xxxxxxx
o endereço, certo
' Lulu diz: exato
Rodrigo diz: ok
quero que antes de mais nada você ouça a música
depois a gente combina o resto
' Lulu diz: alright
Rodrigo diz: mas te digo que apesar de difícil acho a música linda
creia-me, o braxton é realmente vanguarda
' Lulu diz: confio
Rodrigo diz: e eu adoro
' Lulu diz:
Rodrigo diz: gravando de novo
diga
como foi saber do falecimento da pina
ficou chateada?
' Lulu diz: pra variar
eu estava no meu ambiente de dança
quando fiquei sabendo
Rodrigo diz: sério
' Lulu diz: ah, fiquei triste
sempre fico quando morre um grande artista
Rodrigo diz: foi com 68
eu também
' Lulu diz: principalmente com essa contribuição
etc
Rodrigo diz: gravou!!!!
' Lulu diz: aeeeeeeee
Rodrigo diz: puxa perdi nossa conversa
Rodrigo diz: eu queria tela gravado para por no blog
Rodrigo diz: tudo transparente
' Lulu diz: bom, tirando a parte que eu caí e deve ter perdido alguma msg...
' Lulu diz: eu tenho aqui, já te passo
Rodrigo diz: manda por email
' Lulu diz: ok
Rodrigo diz: legal
Rodrigo diz: mandou?
' Lulu diz: ja mandei
Rodrigo diz: amanhã mando o cd, se não der outro chabu
Rodrigo diz: já anotei o endereço no cd
' Lulu diz: não vai dar nada não
Rodrigo diz: recebi a conversa
Rodrigo diz: obrigado
' Lulu diz: ;-)
Rodrigo diz: coloquei
Rodrigo diz: e a dança, o que conta
' Lulu diz: essa conexão ¬¬
Rodrigo diz: ta difícil
Rodrigo diz: mas peraí
Rodrigo diz: vc tá num sítio?
' Lulu diz: ok
' Lulu diz: não
' Lulu diz: rsrs
' Lulu diz: é maneira de dizer
Rodrigo diz: então
Rodrigo diz: ah
Rodrigo diz: tirando sarro
' Lulu diz: é
Rodrigo diz: bom
Rodrigo diz: o que é que to pensando
Rodrigo diz: com base na música, um espetáculo de dança solo
Rodrigo diz: em que tudo está no contato da personagem com alguém que já se foi
Rodrigo diz: é isso
Rodrigo diz: gosstou
' Lulu diz: bem forte
Rodrigo diz: tem um exercício no curso de palhaço
Rodrigo diz: que é exatament isso
Rodrigo diz: é realmente bem forte
Rodrigo diz: é uma despedida
' Lulu diz: olha... uma pequena coincidencia
Rodrigo diz: o que
' Lulu diz: um amigo meu montou um solo pra mim esses tempos... só que é mais um estilo contemporaneo, musica mpb...
' Lulu diz: etc
' Lulu diz: etc
' Lulu diz: pedaço de mim
' Lulu diz: só que é um pouco mais específico
Rodrigo diz: como assim
' Lulu diz: vc nunca ouviu a música?
Rodrigo diz: já, claro
Rodrigo diz: mas mpb não liga meus motores, por enquanto
Rodrigo diz: só ivo perelman consegue algo
Rodrigo diz: mas acho que vc vai ficar chapada com a música que vai receber
Rodrigo diz: pois embora o tema seja triste, a música não é
Rodrigo diz: bom, espero que vá gostar
Rodrigo diz: agora - quantasss emoçõesss - acho que vou descansar
Rodrigo diz: e vc?
Rodrigo diz: vai ficar por aí?
Rodrigo diz: vou descansar
Rodrigo diz: vc vai ficar?
Rodrigo diz: kd vc
Rodrigo diz: mandei email
Rodrigo diz: beijo!!!!
' Lulu diz: ok, Ro... boa noite. bjs
Rodrigo diz: tudo certo?
Rodrigo diz: queria conversar mais?
Rodrigo diz: me diga
' Lulu diz: não, querido, pode ir
' Lulu diz: mesmo pq minha net tá uma merda
Rodrigo diz: beijo, então
' Lulu diz: cai td hora
Rodrigo diz: acho tá sim
Rodrigo diz: rs
' Lulu diz: beijoss
Rodrigo diz: beijos
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo! Vc é labiríntico!Criar blogs que se desdobram em eus, esconde da gente, obrigando-nos a procurar seus eus, criar túneis entre eles, costurando um conjunto do todo, mas um todo que fica no final bem como um quadro de Bacon!
... e a vida
Andressa & Gleydson diz: Oi Ro
Andressa & Gleydson diz: Tudo certinho meu querido
Andressa & Gleydson diz: ?
Rodrigo diz: tudobem,querida
Rodrigo diz: e com voces
Andressa & Gleydson diz: Bem amigo
Andressa & Gleydson diz: Graças a Deus
Rodrigo diz: o que conta
Rodrigo diz: conta algo vai
Andressa & Gleydson diz: Bom nada de interessante
Andressa & Gleydson diz: Na verdade
Andressa & Gleydson diz: A procura de um trampo melhor
Rodrigo diz: que aconteceu
Rodrigo diz: por que o trampo atual não é bom
Andressa & Gleydson diz: Preciso de algo que supra as minhas atuais necessidades
Rodrigo diz: grana é isso
Andressa & Gleydson diz: Algo em torno de R$ 800,00 me ajuda e muito
Rodrigo diz: entendo
Andressa & Gleydson diz: Sim
Rodrigo diz: vá à luta, querida
Rodrigo diz: eu torço por vocês
Rodrigo diz: não ajuda muito, mas
Rodrigo diz: se eu souber, aviso
Andressa & Gleydson diz: Obrigada pela força querido
Andressa & Gleydson diz: Ok
Andressa & Gleydson diz: Obrigada
Rodrigo diz: de nada
lutther
Rodrigo diz: e aí, bro
Luther diz: beleza
Rodrigo diz: gostei de tua amiga
Rodrigo diz: será que ela faz o que se dispos
Luther diz: acho que sim
Rodrigo diz: legal
Rodrigo diz: gostei de algo da energia que captei
Luther diz: que bom
Rodrigo diz: espero que ela consiga
Rodrigo diz: seria legal para nós
Luther diz: eu também
Luther diz: estou ancioso
Rodrigo diz: que legal
Luther diz: Contrera acabei de chegar do meu curso, vou ao bar jantar, um abraço!
Rodrigo diz: falou!!
Rodrigo diz: abraçai
e a marilia
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: oi
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: n tava aqui
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: como vc tá?
Rodrigo diz: tudo bem
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: eu parei d ir no teatro
Rodrigo diz: chato
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: era uma galera estranha e nos outros dias q eu fui n tinha ninguem
Rodrigo diz: galera estranha, como assim
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: n sei explicar
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: mas n estranhso de alternativos
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: um povo meio bobo
Rodrigo diz: entendo mais ou menos
Rodrigo diz: mas tudo bem
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: tipo , eles sao sem talento , nao sabiam interpretar texto
Rodrigo diz: entendo
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: e me excluiram total
Rodrigo diz: xiiii
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: =[
Rodrigo diz: chato
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: éh
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: eu queria muito fazer sabe
Rodrigo diz: um dia vc acha um pessoal legal
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: mas infelizmente ainda nao rolou
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: certeza
Rodrigo diz: mas meu jeito é com minha sensibilidade eu fazer algo sozinho, mais para mim, para eu me convencer do que sou e do que faço
Rodrigo diz: com muita seriedade também
Rodrigo diz: acabo de passar um material (uma música) para uma dançarina
Rodrigo diz: talvez façamos algo sobre a pina bausch
Rodrigo diz: que morreu estes dias, vc sabe
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: sei sim
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: n conheci o trabalho , mas sei qm era
Rodrigo diz: o negócio é por o circo em andamento
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: sei como e
Rodrigo diz: veja no youtube tem alguma coisa
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: eu andei procurando o centro d cultura da minha cidade
Rodrigo diz: eu jogo toda minha sensibilidade naquilo
Rodrigo diz: e aí, achou alguma coisa
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: falei com um cara
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ele é mto bom
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ficou d me ligar
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: massssssss
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ele n ligou
Rodrigo diz: vai atras
Rodrigo diz: esse tipo de coisa a gente acha procurando não pedindo para ninguém ligar
Rodrigo diz: cada um tá interessado em SEUS projetos, apenas
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ai eu retornei a ligação pro lugar e queriam q eu fizesse uma oficina
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: =[
Rodrigo diz: rs
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: foda neh
Rodrigo diz: é a necessidade louca de grana, sempre
Rodrigo diz: acontece
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: mas era de graça essa oficina
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: rs
Rodrigo diz: entao nao entendi
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: so q eu n consegui fazer
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: nem eu
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: ele queria q eu fizesse pra ver se eu gosto e blá blá blá
Rodrigo diz: blablabla
Rodrigo diz: veja o site do gerald thomas. entre em videos talvez vc goste ele é foda
Rodrigo diz: e eu sou muito ligado a ele
Rodrigo diz: mas ele é também complicado
Rodrigo diz: como todos
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: conhece pessoalmente?
Rodrigo diz: sim
Rodrigo diz: a gente se gosta muito, mutuamente
Rodrigo diz: ele até me lincou no blog dele
Rodrigo diz: eu tenho um descanso lá
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: q legal
Rodrigo diz: um dia a gente (digo nós) se conhece pessoalmente e (quem sabe) vc também o conheça
Rodrigo diz: ele é realmente um amor
Rodrigo diz: mas claro como todos é complicado nestes dias complicados
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: pessoas sao complicadas
Rodrigo diz: são pessoas, não se esqueça
Rodrigo diz: deuses nao existem, ao menos entre nós
Rodrigo diz: e nós mesmos, ihhhh
Rodrigo diz: se eu não tivesse a cris e ela a mim
Rodrigo diz: xiiiii
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: =D
[c=9]Marilia ::. Mar e Ilha (ip)[/c] diz: vcs estao bem ?
Rodrigo diz: sim, tudo mais que otimo
Rodrigo diz: agora estavamos juntos
Rodrigo diz: eu to lendo jornal, incluindo posts, assistindo a um video e lendo matérias na internet tudo ao mesmo tempo, além de falar com vc
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Carta de un amigo desde Honduras
From: hernan@neira.deTo: hernan@neira.deSubject: Carta de un amigo desde HondurasDate: Tue, 30 Jun 2009 18:10:49 +0200Desde Honduras:Queridos amigos aquí en Honduras las cosas no sabemos para donde van, hemos estado incomunicados desde el domingo 28 de junio, han cortado las señales de radio, Internet, teléfono, televicion, y la energía eléctrica. Solo podemos ver canales internacionales de películas y no de noticias, CNN, y telesur esta cortados, al igual todas los canales nacionales están intervenidos, han secuestrado a los ministros y gobernadores de los departamentos, así como dueños de televisoras independientes y de radios independientes.También nos tienen en toque de queda de 9 de la noche a 6 de la mañana. El problema es que en esos noticieros no dicen toda la verdad. Hay muchas cosas escondidas. Desde ayer estamos mas de 20 mil personas enfrente de Casa presidencial para que se solucione el problema y volvamos a un orden constitucional que antes teníamos, y nos estábamos manifestando de manera pacifica. Pero hoy lunes alrededor de las 2 de la tarde los militares y policías nos desalojaron a la fuerza golpeando y matando a muchos de nosotros. Yo me salve de milagro, porque logre convencer a los militares ypolicías que sin ninguna justificación nos golpearon con sus toletes y , de que solo estaba de pasada, pero muchos de mis compañeros de lucha han llenando las bartolinas y hospitales de tegucigalpa. Cosa que hizo que la manifestación ya no fuese pacifica y muchos de los y las manifestantes saquearon varios negocios de la capital.Los manifestantes, mujeres, niños, ansianos, jóvenes, fueron tratados como delincuentes, golpeados y muertos, como traidores de la patria. Yo desde el principio no estaba de acuerdo con la propuesta del presidente, de la tal consulta al pueblo, por muchas razones, pero nunca porque no pensara que no se le debe de consultar al pueblo, sino porque no se le informa nada al pueblo. Pero el hecho de sacar al presidente a la fuerza de su casa, mandarlo a otro país, secuestrar a su familia y a otras personas, intervenir la radio y la televicion, (donde solo se pasan noticias que hablen bien del nuevo e ilegal gobierno), poner un presidente que el pueblo no ha elegido, desbaratar todo lo que nos ha costado tanto tiempo, y retroceder mas de 30 años, eso es indignan te para cualquier hondureño y la consulta al pueblo queda insignificante para la barbarie que se esta cometiendo.Existe un poco de la población que esta de acuerdo con lo que esta pasando, pero no creo que sean personas que estén cien por ciento de convencidas; son personas desinformadas y que no se dan cuenta o no se quieren dar cuenta de la magnitud de lo que esta pasando, ya que en los medios de comunicación solo se entrevistan a personas de la oligarquía de Honduras.Pero nuestra fe esta basada en las personas que son los verdaderos y verdaderas hondureñas y hondureños que construyen día a día esta nación, por eso tenemos esperanza de que todo esto nosotros lo podemos arreglar y volver a nuestras vidas normales, vidas con una mirada diferente, porque nos dimos cuenta que tienen a nuestra Honduras como su finca y nosotros somos los animales de ella.Nèstor Moreno.PD, si pueden publiquen esto por todos los medios que puedan, tienen mi permiso y usen mi nombre para que sepan que es algo real que vive un amigo de honduras.
Enviado por: Pacheco.
Contrera.
Como você, eu também e acredito que outros milhões de pessoas não desejam governos fora das legalidades.Aproveito inclusive para de publico te fazer um sincero agradecimento.Você foi um dos que no inicio me armaram com a coragem de tentar passar em letars o que eu sentia vontade de gritar ao mundo.Aos poucos tenho conseguido principalmente aqui no blog do gerald onde todos tem a liberdade de falar o que desejam.Ainda me falta muito para deixar de escrever empolado ( lembras ?) como você me alertou um dia.E os nicks que uso alem de motivos particulares foram de inicio uma ideia tua ao confessar que vez ou outra você fazia o mesmo.De quando em quando eu continuo dando uma lida n teu blog.Não tenho entrado por dois motivos.Primeiro porque aqui eu já tenho todos os apelidos gravados e entro rapidamente com qualquer um deles.Segundo porque você colocou tanta condição para entrar na tua caverna que se tem a impressão que la existe um tesouro.Agora se palavras e frases tem valor então la realmente tem um enorme tesouro.Mas para entrar é FODA my friend.
Abraços mi amigo chileno.Chileno ou Brasileiro.E isto importa?AMIGO CONTRERA.
Te gusto.
Pacheco.
Enviado por: Doido Varrido
É isto ai mamis.
Bota pra quebrar no tal de Mauro.Ainda não li o que ele enviou ma já não gostei.Estou com a Cintia e não abro.
Cintia :
Acabei de enviar para você e a Glorinha e para a mnc e para o contrera e tambem para o gerald e não lembro mais para quem um e-mail com as fotos do que eu relatei acima.Tem duas fotos do padre alemon Hitler e duas do padre com o grupo de dança infantil.Desejando pode mandar la para o claudio caso ele queira.Eu ainda não acessei o negocio do Dieta legal ou sei la como se chama a brincadeira.Me ensina ai o caminho.Com estão o time de bonitonas ai da tua turma.Lenbranças a todas,.E beijos em geral.diga a ela que beijos de Doido velho não faz nenhum mal.Embora também não acrescentem nada.A não ser esta amizade que cresce.E ha de florescer.E Ele ha de querer.Amem e amem
Amemo-nos todos.Ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo! Vim de novo a esse seu blog através do linque no meu.Diga o que está acontecendo.
Penetralia disse...
O GOLPE É INACEITÁVEL – COMO FICA O BRASIL?
Enviado por: Contrera
karl malden morreu.eu me lembro do sujeito. em um enlatado. o nariz do cara era terrível.todo mundo morrendo?não, todo mundo vivendo. faz parte.não tem nada a ver, nada, mas esforço-me em reler (trechos) de economia e sociedade, do weber. eis um morto mais do que vivo. carrego para lá e para cá o monumento. como carregaria o fausto, primeira ou segunda partes, qualquer uma. como já carreguei a divina comédia. vivos, todos. vivos em nós. vivos neles mesmos.espero o trânsito acalmar.enquanto isso, digito.pacheco, querido: não sei a que condições você se refere. simplesmente as pessoas que comentam precisam se cadastrar no google. se ajuda, eu sofro do mesmo mal no blogue do lúcio jr. sei lá o que acontece. e não tenho paciência. fico por aqui, sem comentar, então. estamos juntos, de qualquer forma.contrera
continuo
Enviado por: Contrera
pacheco, queridorecebi as fotos e não entendi nada. tudo bem. não precisamos entender. simplesmente passamos a vida. vale mais é curtir.querido,minha criação de nicks tinha outra intenção. mas tudo bem, vc recriou a moda. fez do seu jeito. como nós sempre fazemos. ninguém segue o que alguém deixou. todo mundo se vira do seu jeito. mas obrigado. a depressão era algo que me motivava naqueles momentos. queria ter algum motivo para rir. eu ria, era o que importava. e gente tratando a si mesmos e aos outros com tanta seriedade me tirava do sério. por isso sumi (lembra?). não me interessa tanta seriedade. seja de quem for. pois, se você me conhecesse, saberia o quão sério eu realmente sou. mal me aguento. a toda hora, a todo momento (rimou).continuo
Enviado por: Contrera
e por que essa mania minha de continuar? digo, de avisar algo que faço (ou não)? por um motivo: NÃO CONSIGO conviver com a má sensação de algo que escrevo (que faço) se perder na internet. é como ter de repetir algo que me entala a garganta. então, sendo assim, digito um pouco, salvo, digo que continuo e volto ou não. vê só quanta seriedade? valha-me!
pessoalgosto muito de vocês. só isso.beijoscontrera
continuo, não sei
Enviado por: Contrera
eu salvo um post no meu blog e diz aqui: bad request. ok, volto e eis que salvou. vai entender. não ligo mais. à tecnologia nossos hábitos de astralopitecus. clicar, salvar, voltar e ficar na mesma.
Enviado por: Contrera
leio os últimos posts do lúcio (na verdade, a transcrição de um blog de honduras) e choro. choro pouco, um chorinho qualquer, mas choro. sinto-me mal como sempre me sinto quando algo de ruim acontece. claro, temos de nos unir em determinados repúdios, mas a gente sabe que isso só faz a roda da história (clio) girar novamente. simples. tudo é necessário. estamos imbricados sem o sabermos. e sempre somos joguetes. juguetes, em espanhol. brinquedos.
transcrevo algo do blogue do lúcio:
Visitei dois blogs de artistas de Honduras e tirei essas postagens do blog de Fabricio Estrada (www.fabricioestrada.blogspot.com). Existe outro que tem até peças de teatro (www.puntohn.blogspot.com). Valem a visita. Alguns posts de Fabrício:
lunes 29 de junio de 2009Acabo de ver, horrorizado, el cómo detienen a un joven manifestante de nombre SAMUEL RIVERA .
El mundo debe saber que se estan realizando arrestos masivos: Samuel Trigueros, poeta compañero que está en la zona cero me lo acaba de informar. En el lugar se encuentran en plena lid con los militares los principales dirigentes populares.
Los teléfonos fijos están cortados. En la ciudad de El Progreso, depto de Yoro, en el norte del país, se reporta el primer muerto en el desalojo de Radio Progreso que estaba transmitiendo a favor de la lucha popular. Se reportan por igual, disparos en ráfagas provenientes de la casa de Micheletti en El Progreso.
INCREIBLE!!!!
Enviado por: Contrera
e leio no blogue do reinaldo sobre o golpe em honduras. e percebo como é fácil eu me comover, mesmo não entendendo bulhufas do que acontece. é como sou, um emotivo.mas a situação é diversa. não simplesmente essa de militares gorilas. confiando no que o reinaldo diz.contrera
te desejo milharesde anos de nova vida.beijocontrera, que te admira muito (Contrera)
Laerte Braga:
O golpe de estado em Honduras é inaceitável em todos os sentidos. A diplomacia brasileira e o presidente Lula, mais que ninguém, têm que tomar posição dura e clara, inclusive não reconhecimento da barbárie militar, rompendo relações com aquele país até que seja restabelecida a vontade popular.Não é hora de notas de condenação. É hora de atitudes concretas e efetivas. Não existe conversa de acordo nesses momentos. Existe um presidente eleito seqüestrado por militares encapuzados – típico dos golpistas em qualquer lugar do mundo, inclusive aqui no Brasil – momentos antes do início de uma consulta popular.Os fóruns internacionais clássicos, Nações Unidas e OEA – Organização dos Estados Americanos – têm a obrigação de reagir e impedir que se consuma um atentado ao processo democrático em Honduras.Está evidente a intervenção do embaixador dos EUA no processo golpista, denunciada desde quarta-feira quando um general, desses com medalhas de bom comportamento e por saber comer de boca fechada e com garfo e faca, se opôs a uma decisão presidencial, com largo apoio popular, insurgindo-se em nome dos interesses de elites nacionais subordinadas, lógico, como as daqui, aos grandes grupos econômicos e bancos no perverso modelo de globalização segundo a ótica exclusiva dos donos do mundo.A posição do governo brasileiro não pode limitar-se a uma condenação oficial do golpe. O tamanho, o peso, a importância do Brasil o tornam parte ativa do processo político latino-americano e não se pode permitir que essa região volte a ser palco de golpes de estado desfechado por elites e militares quando têm seus interesses contrariados.Elites, em qualquer lugar do mundo, são apátridas. Regem-se por lucros e escoram-se na hipocrisia – demonstrada agora – da farsa democrática.Não têm escrúpulos quando seus “negócios” são contrariados e quase sempre têm os militares como parceiros. Militares se arrogam o privilégio do patriotismo doentio e fanático que na verdade disfarça características de forças da barbárie a serviço dos grandes grupos.É recente e Lula tem que se lembrar, a defesa que o ex-comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno fez de empresas estrangeiras que atuam ali, criticando índios, trabalhadores sem terra com o pretexto que estavam sendo manipulados por organizações internacionais. Como se a VALE, que patrocina o general, hoje na reserva, em conferências Brasil afora defendendo o “patriotismo” e a Amazônia, fosse nacional.O discurso é igual em qualquer lugar do mundo entre golpistas.Não há o que contemporizar. É restabelecer a vontade popular e pronto. Isolar Honduras enquanto estiver submetida a militares golpistas e elites pútridas – como as nossas –. Não há que se falar em congresso e corte suprema, basta tomarmos como exemplo o nosso congresso, a nossa corte suprema. Lembrarmo-nos de Gilmar Mendes. De José Sarney.E nem há que se falar em “gorilas”. Os gorilas não merecem. São generais golpistas a soldo de empresas, bancos e latifúndios. Consideram o país, nesse arremedo de patriotismo canalha, como propriedade privada.A ação diplomática, até para evitar que a moda volte a imperar, são várias as tentativas contra os governos de Chávez e Evo Morales. Se prestarmos atenção a cada proposta ou cada decisão do presidente do Paraguai que contraria essas elites aparece alguma figura a dizer-se estuprada ou forçada a sexo com o presidente. Lula deve lembrar-se da campanha de 1989 contra Collor quando foi vítima da mesma prática de chantagem e mentira.Nem é hora de acreditar na grande mídia – aliás hora nenhuma pode-se acreditar –. Os próprios militares golpistas mostram isso quando cortam os sinais de tevê e rádio das emissoras oficiais e mantêm os sinais da emissoras privadas. São cúmplices.Há um golpe e repressão brutal e violenta como em todos os golpes.
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo.Postei um fragmento de Caetano Veloso sobre Pina Bausch.
Enviado por: Reinaldo Pedroso
02/07/2009 - 18:33Enviado por: Contrera“karl malden morreu.(…)
Que pena, eu gosto do jeitão bonachão dele.Reinaldo
Enviado por: Pacheco
Glorinha.Não duvidei que fosse entender as fotos que mandei.E hoje já te enviei outras.nestas sou um índio e de quebra tem uma com o Cabral bem barbeado.Estou surpreso pelo Contrera. Diz o Contrera não ter entendido.Contraria-se assim um ditado chinês. Aquele que afirma serem as fotos mais explicativas que as palavras.As fotos que enviei me mostram com paramenta de padre e cara parecida ou lembrando a de Hitler. Foram duas fotos minhas em close e outra onde eu apareço rodeado de crianças. os trajes das crianças são os de caipiras e normalmente usados e festas juninas.Portanto a primeira leitura seria ou poderia ser assim: Olha o Pacheco doidão. Não de fumo tampouco de quentão.esta vestido de padre alemão.E deve ser para a cena do casamento da quadrilha que os meninos e as meninas da foto iriam como foram dançar.E ponto.Ai está.Então me permito agora perguntar.
Amigo Contrera:O que foi que você não entendeu?AH! É isto. Porque eu tentei caracterizar o merda do Hitler?-Contrera foi proposital.Para criar polemica.Para que os mais velhos se chocassem com o absurdo.Hitler e cruz.Deus e o diabo na quadrilhaInacreditável.Coisas do comandante Pacheco. Pode?-Pai!Pergunta um menino-Quem foi este Hitler?A pergunta Contrera. A pergunta.Hitler e suas múltiplas agressões aos seres humanos não pode ser esquecido.O que se esquece novamente acontece.Salve São Pedro. Salve os meninos carentes que mantém as tradições.Salve o noivo e a noiva e salve o padre alemão?Salve quem?-O “padre Hitler”-Quem é este Hitler que não conheço?Saberás, Tudo que é perguntado tem resposta.A pergunta Contrera a pergunta. Pergunta esta presente.A festa passou. AA pergunta é o QUEIJO
Vamos perguntar a vaca de quem é a culpa?
Obrigado.
Pacheco
Pacheco said...
O Contrera já disse que ninquém quer fuzil na jogada.E é melhor mesmo que fuzis não apareçam.
Enviado por: Rodrigo Contrera
não entendi bulhufas da legenda da foto.
sabe, gerald, independência a gente sempre terá que procurar. a gente encontra, alguém a quer para si. é uma luta sem fim.
por enquanto é isso.
o resto sei lá quando.
beijos
contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
revendo um circo…adorável.obrigado, querido, por existiresbeijocontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
xiii, janciron. começas mal e terminas sei lá como.
Pacheco disse...
Após o esperado discurso do senador no senado vamos fazer copias e colar uma delas quando fecharemos este pretenso trabalho. Livro que minha filha pediu para ser feito e tendo-o completo com a possibilidade dos meus parcos recursos. Eu o fiz procurando evitar um linguajar empolado como há tempos me recomendou para evitar um amigo chileno-brasileiro. ou basileiro-chileno pois estamos falando do jornalista artista e motoqueiro RODRIGO CONTRERA.O Contrera na intimidade.Aquele que varia de humor igual leão copula com a pobre da leoa.O Contrera é do tipo que entra saindo e que de repente ri chorando ou fala escutando.Sei lá!Para entender o Contrera só sendo como o Julio Jr. ou o Cláudio que na realidade são verdadeiros artistas. Que levantam e balançam mas nunca caem.Assim com os bonecos infláveis do Cláudio.
Enviado por: Rodrigo Contrera
gosto o suficiente de ironias para adorar este post.mas sinto que há um ponto, uma queixa, séria demais, como se o mundo precisasse mudar para agradar. não pode. não deve. o mundo - e este nosso mundo - é como é. resta-nos lamentar e/ou gozar.beijoscontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
ah, mas como eu entendo esse queixume travestido de ironia. eu quase piro por causa dele. quase piro. e eis que ELE ainda sou eu… por isso faço como faço, e não faço como não faço….beijoscontrera
Enviado por: Contrera
seria sob qualquer critério incompatível narrar aqui todas as ocasiões em que me meti a duvidar e a questionar o mundo - e a querer mudá-lo, por vezes com o prisma da ironia. hoje, acomodei. tudo é como é. e aqui as coisas não são nada boas, modéstia à parte.continuo? pra quê?contrera
No blog do Claudio Weber Abramo
Enviado por: Contrera
gostei muito do panorama. parabéns e obrigado.contrera
Carta de un amigo desde Honduras
From: hernan@neira.deTo: hernan@neira.deSubject: Carta de un amigo desde HondurasDate: Tue, 30 Jun 2009 18:10:49 +0200Desde Honduras:Queridos amigos aquí en Honduras las cosas no sabemos para donde van, hemos estado incomunicados desde el domingo 28 de junio, han cortado las señales de radio, Internet, teléfono, televicion, y la energía eléctrica. Solo podemos ver canales internacionales de películas y no de noticias, CNN, y telesur esta cortados, al igual todas los canales nacionales están intervenidos, han secuestrado a los ministros y gobernadores de los departamentos, así como dueños de televisoras independientes y de radios independientes.También nos tienen en toque de queda de 9 de la noche a 6 de la mañana. El problema es que en esos noticieros no dicen toda la verdad. Hay muchas cosas escondidas. Desde ayer estamos mas de 20 mil personas enfrente de Casa presidencial para que se solucione el problema y volvamos a un orden constitucional que antes teníamos, y nos estábamos manifestando de manera pacifica. Pero hoy lunes alrededor de las 2 de la tarde los militares y policías nos desalojaron a la fuerza golpeando y matando a muchos de nosotros. Yo me salve de milagro, porque logre convencer a los militares ypolicías que sin ninguna justificación nos golpearon con sus toletes y , de que solo estaba de pasada, pero muchos de mis compañeros de lucha han llenando las bartolinas y hospitales de tegucigalpa. Cosa que hizo que la manifestación ya no fuese pacifica y muchos de los y las manifestantes saquearon varios negocios de la capital.Los manifestantes, mujeres, niños, ansianos, jóvenes, fueron tratados como delincuentes, golpeados y muertos, como traidores de la patria. Yo desde el principio no estaba de acuerdo con la propuesta del presidente, de la tal consulta al pueblo, por muchas razones, pero nunca porque no pensara que no se le debe de consultar al pueblo, sino porque no se le informa nada al pueblo. Pero el hecho de sacar al presidente a la fuerza de su casa, mandarlo a otro país, secuestrar a su familia y a otras personas, intervenir la radio y la televicion, (donde solo se pasan noticias que hablen bien del nuevo e ilegal gobierno), poner un presidente que el pueblo no ha elegido, desbaratar todo lo que nos ha costado tanto tiempo, y retroceder mas de 30 años, eso es indignan te para cualquier hondureño y la consulta al pueblo queda insignificante para la barbarie que se esta cometiendo.Existe un poco de la población que esta de acuerdo con lo que esta pasando, pero no creo que sean personas que estén cien por ciento de convencidas; son personas desinformadas y que no se dan cuenta o no se quieren dar cuenta de la magnitud de lo que esta pasando, ya que en los medios de comunicación solo se entrevistan a personas de la oligarquía de Honduras.Pero nuestra fe esta basada en las personas que son los verdaderos y verdaderas hondureñas y hondureños que construyen día a día esta nación, por eso tenemos esperanza de que todo esto nosotros lo podemos arreglar y volver a nuestras vidas normales, vidas con una mirada diferente, porque nos dimos cuenta que tienen a nuestra Honduras como su finca y nosotros somos los animales de ella.Nèstor Moreno.PD, si pueden publiquen esto por todos los medios que puedan, tienen mi permiso y usen mi nombre para que sepan que es algo real que vive un amigo de honduras.
Enviado por: Pacheco.
Contrera.
Como você, eu também e acredito que outros milhões de pessoas não desejam governos fora das legalidades.Aproveito inclusive para de publico te fazer um sincero agradecimento.Você foi um dos que no inicio me armaram com a coragem de tentar passar em letars o que eu sentia vontade de gritar ao mundo.Aos poucos tenho conseguido principalmente aqui no blog do gerald onde todos tem a liberdade de falar o que desejam.Ainda me falta muito para deixar de escrever empolado ( lembras ?) como você me alertou um dia.E os nicks que uso alem de motivos particulares foram de inicio uma ideia tua ao confessar que vez ou outra você fazia o mesmo.De quando em quando eu continuo dando uma lida n teu blog.Não tenho entrado por dois motivos.Primeiro porque aqui eu já tenho todos os apelidos gravados e entro rapidamente com qualquer um deles.Segundo porque você colocou tanta condição para entrar na tua caverna que se tem a impressão que la existe um tesouro.Agora se palavras e frases tem valor então la realmente tem um enorme tesouro.Mas para entrar é FODA my friend.
Abraços mi amigo chileno.Chileno ou Brasileiro.E isto importa?AMIGO CONTRERA.
Te gusto.
Pacheco.
Enviado por: Doido Varrido
É isto ai mamis.
Bota pra quebrar no tal de Mauro.Ainda não li o que ele enviou ma já não gostei.Estou com a Cintia e não abro.
Cintia :
Acabei de enviar para você e a Glorinha e para a mnc e para o contrera e tambem para o gerald e não lembro mais para quem um e-mail com as fotos do que eu relatei acima.Tem duas fotos do padre alemon Hitler e duas do padre com o grupo de dança infantil.Desejando pode mandar la para o claudio caso ele queira.Eu ainda não acessei o negocio do Dieta legal ou sei la como se chama a brincadeira.Me ensina ai o caminho.Com estão o time de bonitonas ai da tua turma.Lenbranças a todas,.E beijos em geral.diga a ela que beijos de Doido velho não faz nenhum mal.Embora também não acrescentem nada.A não ser esta amizade que cresce.E ha de florescer.E Ele ha de querer.Amem e amem
Amemo-nos todos.Ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo! Vim de novo a esse seu blog através do linque no meu.Diga o que está acontecendo.
Penetralia disse...
O GOLPE É INACEITÁVEL – COMO FICA O BRASIL?
Enviado por: Contrera
karl malden morreu.eu me lembro do sujeito. em um enlatado. o nariz do cara era terrível.todo mundo morrendo?não, todo mundo vivendo. faz parte.não tem nada a ver, nada, mas esforço-me em reler (trechos) de economia e sociedade, do weber. eis um morto mais do que vivo. carrego para lá e para cá o monumento. como carregaria o fausto, primeira ou segunda partes, qualquer uma. como já carreguei a divina comédia. vivos, todos. vivos em nós. vivos neles mesmos.espero o trânsito acalmar.enquanto isso, digito.pacheco, querido: não sei a que condições você se refere. simplesmente as pessoas que comentam precisam se cadastrar no google. se ajuda, eu sofro do mesmo mal no blogue do lúcio jr. sei lá o que acontece. e não tenho paciência. fico por aqui, sem comentar, então. estamos juntos, de qualquer forma.contrera
continuo
Enviado por: Contrera
pacheco, queridorecebi as fotos e não entendi nada. tudo bem. não precisamos entender. simplesmente passamos a vida. vale mais é curtir.querido,minha criação de nicks tinha outra intenção. mas tudo bem, vc recriou a moda. fez do seu jeito. como nós sempre fazemos. ninguém segue o que alguém deixou. todo mundo se vira do seu jeito. mas obrigado. a depressão era algo que me motivava naqueles momentos. queria ter algum motivo para rir. eu ria, era o que importava. e gente tratando a si mesmos e aos outros com tanta seriedade me tirava do sério. por isso sumi (lembra?). não me interessa tanta seriedade. seja de quem for. pois, se você me conhecesse, saberia o quão sério eu realmente sou. mal me aguento. a toda hora, a todo momento (rimou).continuo
Enviado por: Contrera
e por que essa mania minha de continuar? digo, de avisar algo que faço (ou não)? por um motivo: NÃO CONSIGO conviver com a má sensação de algo que escrevo (que faço) se perder na internet. é como ter de repetir algo que me entala a garganta. então, sendo assim, digito um pouco, salvo, digo que continuo e volto ou não. vê só quanta seriedade? valha-me!
pessoalgosto muito de vocês. só isso.beijoscontrera
continuo, não sei
Enviado por: Contrera
eu salvo um post no meu blog e diz aqui: bad request. ok, volto e eis que salvou. vai entender. não ligo mais. à tecnologia nossos hábitos de astralopitecus. clicar, salvar, voltar e ficar na mesma.
Enviado por: Contrera
leio os últimos posts do lúcio (na verdade, a transcrição de um blog de honduras) e choro. choro pouco, um chorinho qualquer, mas choro. sinto-me mal como sempre me sinto quando algo de ruim acontece. claro, temos de nos unir em determinados repúdios, mas a gente sabe que isso só faz a roda da história (clio) girar novamente. simples. tudo é necessário. estamos imbricados sem o sabermos. e sempre somos joguetes. juguetes, em espanhol. brinquedos.
transcrevo algo do blogue do lúcio:
Visitei dois blogs de artistas de Honduras e tirei essas postagens do blog de Fabricio Estrada (www.fabricioestrada.blogspot.com). Existe outro que tem até peças de teatro (www.puntohn.blogspot.com). Valem a visita. Alguns posts de Fabrício:
lunes 29 de junio de 2009Acabo de ver, horrorizado, el cómo detienen a un joven manifestante de nombre SAMUEL RIVERA .
El mundo debe saber que se estan realizando arrestos masivos: Samuel Trigueros, poeta compañero que está en la zona cero me lo acaba de informar. En el lugar se encuentran en plena lid con los militares los principales dirigentes populares.
Los teléfonos fijos están cortados. En la ciudad de El Progreso, depto de Yoro, en el norte del país, se reporta el primer muerto en el desalojo de Radio Progreso que estaba transmitiendo a favor de la lucha popular. Se reportan por igual, disparos en ráfagas provenientes de la casa de Micheletti en El Progreso.
INCREIBLE!!!!
Enviado por: Contrera
e leio no blogue do reinaldo sobre o golpe em honduras. e percebo como é fácil eu me comover, mesmo não entendendo bulhufas do que acontece. é como sou, um emotivo.mas a situação é diversa. não simplesmente essa de militares gorilas. confiando no que o reinaldo diz.contrera
te desejo milharesde anos de nova vida.beijocontrera, que te admira muito (Contrera)
Laerte Braga:
O golpe de estado em Honduras é inaceitável em todos os sentidos. A diplomacia brasileira e o presidente Lula, mais que ninguém, têm que tomar posição dura e clara, inclusive não reconhecimento da barbárie militar, rompendo relações com aquele país até que seja restabelecida a vontade popular.Não é hora de notas de condenação. É hora de atitudes concretas e efetivas. Não existe conversa de acordo nesses momentos. Existe um presidente eleito seqüestrado por militares encapuzados – típico dos golpistas em qualquer lugar do mundo, inclusive aqui no Brasil – momentos antes do início de uma consulta popular.Os fóruns internacionais clássicos, Nações Unidas e OEA – Organização dos Estados Americanos – têm a obrigação de reagir e impedir que se consuma um atentado ao processo democrático em Honduras.Está evidente a intervenção do embaixador dos EUA no processo golpista, denunciada desde quarta-feira quando um general, desses com medalhas de bom comportamento e por saber comer de boca fechada e com garfo e faca, se opôs a uma decisão presidencial, com largo apoio popular, insurgindo-se em nome dos interesses de elites nacionais subordinadas, lógico, como as daqui, aos grandes grupos econômicos e bancos no perverso modelo de globalização segundo a ótica exclusiva dos donos do mundo.A posição do governo brasileiro não pode limitar-se a uma condenação oficial do golpe. O tamanho, o peso, a importância do Brasil o tornam parte ativa do processo político latino-americano e não se pode permitir que essa região volte a ser palco de golpes de estado desfechado por elites e militares quando têm seus interesses contrariados.Elites, em qualquer lugar do mundo, são apátridas. Regem-se por lucros e escoram-se na hipocrisia – demonstrada agora – da farsa democrática.Não têm escrúpulos quando seus “negócios” são contrariados e quase sempre têm os militares como parceiros. Militares se arrogam o privilégio do patriotismo doentio e fanático que na verdade disfarça características de forças da barbárie a serviço dos grandes grupos.É recente e Lula tem que se lembrar, a defesa que o ex-comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno fez de empresas estrangeiras que atuam ali, criticando índios, trabalhadores sem terra com o pretexto que estavam sendo manipulados por organizações internacionais. Como se a VALE, que patrocina o general, hoje na reserva, em conferências Brasil afora defendendo o “patriotismo” e a Amazônia, fosse nacional.O discurso é igual em qualquer lugar do mundo entre golpistas.Não há o que contemporizar. É restabelecer a vontade popular e pronto. Isolar Honduras enquanto estiver submetida a militares golpistas e elites pútridas – como as nossas –. Não há que se falar em congresso e corte suprema, basta tomarmos como exemplo o nosso congresso, a nossa corte suprema. Lembrarmo-nos de Gilmar Mendes. De José Sarney.E nem há que se falar em “gorilas”. Os gorilas não merecem. São generais golpistas a soldo de empresas, bancos e latifúndios. Consideram o país, nesse arremedo de patriotismo canalha, como propriedade privada.A ação diplomática, até para evitar que a moda volte a imperar, são várias as tentativas contra os governos de Chávez e Evo Morales. Se prestarmos atenção a cada proposta ou cada decisão do presidente do Paraguai que contraria essas elites aparece alguma figura a dizer-se estuprada ou forçada a sexo com o presidente. Lula deve lembrar-se da campanha de 1989 contra Collor quando foi vítima da mesma prática de chantagem e mentira.Nem é hora de acreditar na grande mídia – aliás hora nenhuma pode-se acreditar –. Os próprios militares golpistas mostram isso quando cortam os sinais de tevê e rádio das emissoras oficiais e mantêm os sinais da emissoras privadas. São cúmplices.Há um golpe e repressão brutal e violenta como em todos os golpes.
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo.Postei um fragmento de Caetano Veloso sobre Pina Bausch.
Enviado por: Reinaldo Pedroso
02/07/2009 - 18:33Enviado por: Contrera“karl malden morreu.(…)
Que pena, eu gosto do jeitão bonachão dele.Reinaldo
Enviado por: Pacheco
Glorinha.Não duvidei que fosse entender as fotos que mandei.E hoje já te enviei outras.nestas sou um índio e de quebra tem uma com o Cabral bem barbeado.Estou surpreso pelo Contrera. Diz o Contrera não ter entendido.Contraria-se assim um ditado chinês. Aquele que afirma serem as fotos mais explicativas que as palavras.As fotos que enviei me mostram com paramenta de padre e cara parecida ou lembrando a de Hitler. Foram duas fotos minhas em close e outra onde eu apareço rodeado de crianças. os trajes das crianças são os de caipiras e normalmente usados e festas juninas.Portanto a primeira leitura seria ou poderia ser assim: Olha o Pacheco doidão. Não de fumo tampouco de quentão.esta vestido de padre alemão.E deve ser para a cena do casamento da quadrilha que os meninos e as meninas da foto iriam como foram dançar.E ponto.Ai está.Então me permito agora perguntar.
Amigo Contrera:O que foi que você não entendeu?AH! É isto. Porque eu tentei caracterizar o merda do Hitler?-Contrera foi proposital.Para criar polemica.Para que os mais velhos se chocassem com o absurdo.Hitler e cruz.Deus e o diabo na quadrilhaInacreditável.Coisas do comandante Pacheco. Pode?-Pai!Pergunta um menino-Quem foi este Hitler?A pergunta Contrera. A pergunta.Hitler e suas múltiplas agressões aos seres humanos não pode ser esquecido.O que se esquece novamente acontece.Salve São Pedro. Salve os meninos carentes que mantém as tradições.Salve o noivo e a noiva e salve o padre alemão?Salve quem?-O “padre Hitler”-Quem é este Hitler que não conheço?Saberás, Tudo que é perguntado tem resposta.A pergunta Contrera a pergunta. Pergunta esta presente.A festa passou. AA pergunta é o QUEIJO
Vamos perguntar a vaca de quem é a culpa?
Obrigado.
Pacheco
Pacheco said...
O Contrera já disse que ninquém quer fuzil na jogada.E é melhor mesmo que fuzis não apareçam.
Enviado por: Rodrigo Contrera
não entendi bulhufas da legenda da foto.
sabe, gerald, independência a gente sempre terá que procurar. a gente encontra, alguém a quer para si. é uma luta sem fim.
por enquanto é isso.
o resto sei lá quando.
beijos
contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
revendo um circo…adorável.obrigado, querido, por existiresbeijocontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
xiii, janciron. começas mal e terminas sei lá como.
Pacheco disse...
Após o esperado discurso do senador no senado vamos fazer copias e colar uma delas quando fecharemos este pretenso trabalho. Livro que minha filha pediu para ser feito e tendo-o completo com a possibilidade dos meus parcos recursos. Eu o fiz procurando evitar um linguajar empolado como há tempos me recomendou para evitar um amigo chileno-brasileiro. ou basileiro-chileno pois estamos falando do jornalista artista e motoqueiro RODRIGO CONTRERA.O Contrera na intimidade.Aquele que varia de humor igual leão copula com a pobre da leoa.O Contrera é do tipo que entra saindo e que de repente ri chorando ou fala escutando.Sei lá!Para entender o Contrera só sendo como o Julio Jr. ou o Cláudio que na realidade são verdadeiros artistas. Que levantam e balançam mas nunca caem.Assim com os bonecos infláveis do Cláudio.
Enviado por: Rodrigo Contrera
gosto o suficiente de ironias para adorar este post.mas sinto que há um ponto, uma queixa, séria demais, como se o mundo precisasse mudar para agradar. não pode. não deve. o mundo - e este nosso mundo - é como é. resta-nos lamentar e/ou gozar.beijoscontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
ah, mas como eu entendo esse queixume travestido de ironia. eu quase piro por causa dele. quase piro. e eis que ELE ainda sou eu… por isso faço como faço, e não faço como não faço….beijoscontrera
Enviado por: Contrera
seria sob qualquer critério incompatível narrar aqui todas as ocasiões em que me meti a duvidar e a questionar o mundo - e a querer mudá-lo, por vezes com o prisma da ironia. hoje, acomodei. tudo é como é. e aqui as coisas não são nada boas, modéstia à parte.continuo? pra quê?contrera
No blog do Claudio Weber Abramo
Enviado por: Contrera
gostei muito do panorama. parabéns e obrigado.contrera
Enviado por: Contrera
pensoagoraque a lu deve estar desoladacom a morte da bausch.eu por mim não seinão sei se entendobemisso que tanto saberacrescentamas percebocoisas ligadasnisso que ela comenta.refiro-me à bausch.sim, gerald,nós - todos nós -mesmo aqueles que nãoestão nem aínós invejamosgente com a bausch.gente que fazo seu mundoà sua maneira- ia escrever madeira -custe o que custar.vc também tá tentandoeu também.teremos canchapara tanto?ah, sei lá.beijos a todoscontrera
(este foi inédito rs)
Enviado por: Contrera
geraldeu já havia comentadoem emailque achava que vc faziaanos por estes dias.e vc disse que lamentaesse tipo de data.mesmo assimte desejo milharesde anos de nova vida.beijocontrera, que te admira muito
Enviado por: Contrera
vcs precisam lera carta que estáno blog do lúcio.tem a ver com ogolpe em honduras.tem a ver com essetipo de eventoque nós realmentenão queremos mais:o governo dos fuzis.vão lá.beijoscontrera
Penetralia disse...
Nos blogs dos artistas também existem opiniões da favor do golpe militar.
pensoagoraque a lu deve estar desoladacom a morte da bausch.eu por mim não seinão sei se entendobemisso que tanto saberacrescentamas percebocoisas ligadasnisso que ela comenta.refiro-me à bausch.sim, gerald,nós - todos nós -mesmo aqueles que nãoestão nem aínós invejamosgente com a bausch.gente que fazo seu mundoà sua maneira- ia escrever madeira -custe o que custar.vc também tá tentandoeu também.teremos canchapara tanto?ah, sei lá.beijos a todoscontrera
(este foi inédito rs)
Enviado por: Contrera
geraldeu já havia comentadoem emailque achava que vc faziaanos por estes dias.e vc disse que lamentaesse tipo de data.mesmo assimte desejo milharesde anos de nova vida.beijocontrera, que te admira muito
Enviado por: Contrera
vcs precisam lera carta que estáno blog do lúcio.tem a ver com ogolpe em honduras.tem a ver com essetipo de eventoque nós realmentenão queremos mais:o governo dos fuzis.vão lá.beijoscontrera
Penetralia disse...
Nos blogs dos artistas também existem opiniões da favor do golpe militar.
Enviado por: Contrera
é muito estranho saberque tudo o que somos realmentetorna-se tão fluido assim nesta época:que tudo o que somos e que experimentamospode ser trocado entre pessoas que malse conhecem, mas se reconhecem.e que mesmo assim todas essas pessoasmostram que vivem umas às expensasdas outras, daquilo que elas podem esperarde si mesmas; que não vivemos sós.tudo isso apenas demonstrao quão revolucionário é mesmonosso tempo; e como estamos aferradosao passado, esses que se aferram a saberesimutáveis; tudo muda, hoje, e nãonecessariamente para pior; simplesmentemuda, de alguma forma.entendo isso que o gerald diz, lá no blog dele,que queremos garantir-nos uma sobrevida,mas não vejo nada de mal nisso:é uma opção à nossa disposição.mas de de adiantou tanta loucura,para um MJ da vida, refiro-me ao michael,àquele de quem eu nunca consegui deixarde me estranhar; de que adiantou ele,com tanto talento, de sobra, criar suaterra do nunca. virou um refém dospróprios sonhos, ou não. virou.morreu de infarto. morreu porque nãoaguentou, ou não. morre de infartoquem não aguenta o tranco.e fê-lo aos 50, como um jornalistasujeito a trancos e barrancos,ou como um empresário soterradopor dívidas. morreu soterrado por um mundoque ele próprio criou e recriou. os outros?ora, os outros. ele não lidava muitobem consigo mesmo, essa é a verdade.não devia lidar, eu só olho mesmo de longe.como olhamos a nós mesmos de longe, muitasvezes, muitas vezes, repetidas vezes.
(tirado do meu blog)
Enviado por: Contrera
que legal!brinco.legal, nada.ilegal.
Rodrigo disse...
O duro é aceitar que esse é o nosso modelo de ídolo ...
Enviado por: Contrera
pensoagoraque a lu deve estar desoladacom a morte da bausch.eu por mim não seinão sei se entendobemisso que tanto saberacrescentamas percebocoisas ligadasnisso que ela comenta.refiro-me à bausch.sim, gerald,nós - todos nós -mesmo aqueles que nãoestão nem aínós invejamosgente com a bausch.gente que fazo seu mundoà sua maneira- ia escrever madeira -custe o que custar.vc também tá tentandoeu também.teremos canchapara tanto?ah, sei lá.beijos a todoscontrera
(este foi inédito rs)
é muito estranho saberque tudo o que somos realmentetorna-se tão fluido assim nesta época:que tudo o que somos e que experimentamospode ser trocado entre pessoas que malse conhecem, mas se reconhecem.e que mesmo assim todas essas pessoasmostram que vivem umas às expensasdas outras, daquilo que elas podem esperarde si mesmas; que não vivemos sós.tudo isso apenas demonstrao quão revolucionário é mesmonosso tempo; e como estamos aferradosao passado, esses que se aferram a saberesimutáveis; tudo muda, hoje, e nãonecessariamente para pior; simplesmentemuda, de alguma forma.entendo isso que o gerald diz, lá no blog dele,que queremos garantir-nos uma sobrevida,mas não vejo nada de mal nisso:é uma opção à nossa disposição.mas de de adiantou tanta loucura,para um MJ da vida, refiro-me ao michael,àquele de quem eu nunca consegui deixarde me estranhar; de que adiantou ele,com tanto talento, de sobra, criar suaterra do nunca. virou um refém dospróprios sonhos, ou não. virou.morreu de infarto. morreu porque nãoaguentou, ou não. morre de infartoquem não aguenta o tranco.e fê-lo aos 50, como um jornalistasujeito a trancos e barrancos,ou como um empresário soterradopor dívidas. morreu soterrado por um mundoque ele próprio criou e recriou. os outros?ora, os outros. ele não lidava muitobem consigo mesmo, essa é a verdade.não devia lidar, eu só olho mesmo de longe.como olhamos a nós mesmos de longe, muitasvezes, muitas vezes, repetidas vezes.
(tirado do meu blog)
Enviado por: Contrera
que legal!brinco.legal, nada.ilegal.
Rodrigo disse...
O duro é aceitar que esse é o nosso modelo de ídolo ...
Enviado por: Contrera
pensoagoraque a lu deve estar desoladacom a morte da bausch.eu por mim não seinão sei se entendobemisso que tanto saberacrescentamas percebocoisas ligadasnisso que ela comenta.refiro-me à bausch.sim, gerald,nós - todos nós -mesmo aqueles que nãoestão nem aínós invejamosgente com a bausch.gente que fazo seu mundoà sua maneira- ia escrever madeira -custe o que custar.vc também tá tentandoeu também.teremos canchapara tanto?ah, sei lá.beijos a todoscontrera
(este foi inédito rs)
Enviado por: Contrera
desculpem,maseunãolevoqualquermorteassimtãoasério.(teclado ruim este)ah, mas qualquer morte? como assim? quer dizer que MJ é qualquer?nãosei. houve mortesquemetocaram.houveumtalderodrigo, rodriguinho, quefingiaser aquilo quenuncaseria, e quemorreuesfaqueadonumbar qualquer. lembro-mebemquandoconversamospelaúltimavez.houveoutrasmortes, inclusivequenãoaconteceram.(?)eu, quefizpequeníssimaobra (peça) sobre amorte (aosqueficam.blogspot.com), nãoconsigomaispensarcomo oGT e muitosdevocêspensam. MJnãomorreu. pronto. pensandobem, elesequervivia, paramim. existiaparaantesdavida. SINCERAMENTE nãoconsigopensarMJcomoumapessoa. ésincero, nãoquerochamar aatenção. comoumapessoacom nascimento vidaemorte. eletámaisparaconstructo, algo construído, do que paraalgo queviviadeformaindependente, comvontade própria. eunãoconsigovê-loassim, comoatodosnós.é minhaformadeentenderesteepisódio.masjádissemuito, nãotenhotempo, acristánohospitalparaseratendidae euprecisoarrumar ascoisasparaestagata (realmente, umagatade12anosepouco).beijoscontreraps:visitemminhapeça. éinéditaepretendoapresentá-lanassatyrianas.
Enviado por: Cintia
Preocupante está é o Contrera, isso sim!Vejam como ele escreveu agora, tá pior que a Ezir!
Enviado por: Rodrigo Contrera
mas reflito algo mais, pouco.como são as coisas: no dia após a morte, atendente ri de todos que davam tanta importância ao fato. hoje, à noite, ela me critica por dizer o que eu penso: que MJ praticamente nada me dizia.mas não é bem verdade.verdade é que, assim como os beatles (heresia!), o led zeppelin (outra heresia!!) e muitas outras manifestações culturais, o MJ não colava em mim. nunca entendi seu valor. nunca consegui auferir o que havia nele de tão especial. é como se ele JA ESTIVESSE LÁ, me entendem. é como se ele não estivesse lá naquele momento, mas para todo o sempre. é assim que acontece com ídolos pop, não é. você não consegue imaginar o mundo sem eles. pois é.creio que é isso que vemos, hoje. a convicção de que o mundo rola sem eles, e rola realmente de forma acachapante, destruindo tudo que eles com talento de sobra conseguiram construir. é a roda da fortuna.bom, não disse nada demais, certo.beijoscontrera
Enviado por: Sandra
Contrera, tive a mesma sensação quando assisti a Cidadão Kane. Pensei: O que há de tão especial nesse filme? É bom, mas por que falam tanto assim dele? Claro, já vivemos no mundo pós-Cidadão Kane. Mesmo as lindas pinturas renascentistas. São lindas, mas imagine o impacto que causaram num mundo sem fotografias, e sem conhecimentos de perspectiva.
desculpem,maseunãolevoqualquermorteassimtãoasério.(teclado ruim este)ah, mas qualquer morte? como assim? quer dizer que MJ é qualquer?nãosei. houve mortesquemetocaram.houveumtalderodrigo, rodriguinho, quefingiaser aquilo quenuncaseria, e quemorreuesfaqueadonumbar qualquer. lembro-mebemquandoconversamospelaúltimavez.houveoutrasmortes, inclusivequenãoaconteceram.(?)eu, quefizpequeníssimaobra (peça) sobre amorte (aosqueficam.blogspot.com), nãoconsigomaispensarcomo oGT e muitosdevocêspensam. MJnãomorreu. pronto. pensandobem, elesequervivia, paramim. existiaparaantesdavida. SINCERAMENTE nãoconsigopensarMJcomoumapessoa. ésincero, nãoquerochamar aatenção. comoumapessoacom nascimento vidaemorte. eletámaisparaconstructo, algo construído, do que paraalgo queviviadeformaindependente, comvontade própria. eunãoconsigovê-loassim, comoatodosnós.é minhaformadeentenderesteepisódio.masjádissemuito, nãotenhotempo, acristánohospitalparaseratendidae euprecisoarrumar ascoisasparaestagata (realmente, umagatade12anosepouco).beijoscontreraps:visitemminhapeça. éinéditaepretendoapresentá-lanassatyrianas.
Enviado por: Cintia
Preocupante está é o Contrera, isso sim!Vejam como ele escreveu agora, tá pior que a Ezir!
Enviado por: Rodrigo Contrera
mas reflito algo mais, pouco.como são as coisas: no dia após a morte, atendente ri de todos que davam tanta importância ao fato. hoje, à noite, ela me critica por dizer o que eu penso: que MJ praticamente nada me dizia.mas não é bem verdade.verdade é que, assim como os beatles (heresia!), o led zeppelin (outra heresia!!) e muitas outras manifestações culturais, o MJ não colava em mim. nunca entendi seu valor. nunca consegui auferir o que havia nele de tão especial. é como se ele JA ESTIVESSE LÁ, me entendem. é como se ele não estivesse lá naquele momento, mas para todo o sempre. é assim que acontece com ídolos pop, não é. você não consegue imaginar o mundo sem eles. pois é.creio que é isso que vemos, hoje. a convicção de que o mundo rola sem eles, e rola realmente de forma acachapante, destruindo tudo que eles com talento de sobra conseguiram construir. é a roda da fortuna.bom, não disse nada demais, certo.beijoscontrera
Enviado por: Sandra
Contrera, tive a mesma sensação quando assisti a Cidadão Kane. Pensei: O que há de tão especial nesse filme? É bom, mas por que falam tanto assim dele? Claro, já vivemos no mundo pós-Cidadão Kane. Mesmo as lindas pinturas renascentistas. São lindas, mas imagine o impacto que causaram num mundo sem fotografias, e sem conhecimentos de perspectiva.
nova com o luther e a hally
Luther diz:
ok estamos ao vivo direto de nossos computadores
Rodrigo diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
Rodrigo diz:
e aí quem começa
Luther diz:
Hally este é um puta amigo Rodrigo
Luther diz:
Rodrigo esta é uma amigassa também
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
prazer
Rodrigo diz:
tudo bem?
Rodrigo diz:
prazer
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
sim sim e contgo?
Rodrigo diz:
tudo bem, indo
Rodrigo diz:
o que vc me conta, hally
Rodrigo diz:
vc leu minha pecinha?
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ainda não, este maluco chegou com a proposta da ilustração e eu fiquei animada
Rodrigo diz:
ok
Rodrigo diz:
legal
Rodrigo diz:
vc manda para ela, luther?
Luther diz:
ok mando sim
Rodrigo diz:
vcs querem saber alguma coisa a mais sobr a pecinha
Rodrigo diz:
o josuel, citado, existe
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
tudo o possível
Luther diz:
sim existe em todos os cantos
Rodrigo diz:
é um sujeito grande, barrigudo, parece (rosto) o tim maia, com olheias fundas e dentes desalinhados, meio careca
Luther diz:
estilão bukowskiano
Rodrigo diz:
não entendi "existe em todos os cantos"
Rodrigo diz:
pior ainda
Rodrigo diz:
ele é bem o estilo sem teto
Luther diz:
sim
Rodrigo diz:
e tudo o que é citado sobre ele e sobre mim e sobre as ocasiões da pecinha é verdadeiro
Rodrigo diz:
só que ele deu para trás, não apresentou a peça
Luther diz:
massa
Rodrigo diz:
ficou a pecinha para contar a hsitória
Rodrigo diz:
e vc hally quer saber alguma coisa
Rodrigo diz:
sobre minhas atividades, etc., algo que ajude
Rodrigo diz:
eu tenho 13 pecinhas completas
Rodrigo diz:
duas apresentadas
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
teria que ler a peça primeiro, pra poder fazer perguntas que me ajudem na hora de ilustrar
Rodrigo diz:
Pois é, Luther.
Mando o texto agora.
É uma pequena peça, ainda inédita.
Se quiser, mando descritivo.
Como não foi apresentada, não temos fotos.
Quando for editá-la, SE forem editá-la, podem me contatar, se quiserem alguma ajuda.
No fundo, tem a ver com gente de rua, com todos esses montes de gente de rua. Fotos deles podem combinar.
abraço
Rodrigo Contrera
11 9132-5225
PS: se não quiserem ou não
Rodrigo diz:
pode pegar, esse é o texto enviado ao luther
Rodrigo diz:
não deu, muito gande
Rodrigo diz:
desculpem
Luther diz:
tudo bem
Luther diz:
hally me passa seu e -mail
Rodrigo diz:
isso
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
hally_rose@hotmail.com
Luther diz:
recebeste
Rodrigo diz:
mandei também um email só para contato
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok, já vejo, meu computador não tá ajudando hoje
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
desculpem a demora
Rodrigo diz:
ok
Rodrigo diz:
e aí, pessoal
Luther diz:
acho que ela esta lendo a peça, é isso
Luther diz:
???
Rodrigo diz:
entendi
Rodrigo diz:
alguma resposta?
Luther diz:
até agora nothin
Rodrigo diz:
ok
Luther diz:
mas é assim mesmo, demora!!!
Rodrigo diz:
contece
Luther diz:
Hally cadê vóis mercê
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
tô aqui e encantada com o que acabo de ler
Rodrigo diz:
que legal
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
simples porém cheio de significado
Rodrigo diz:
bonito o que vc diz
Rodrigo diz:
tudo é real
Luther diz:
é isso ai
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
agora expliquem direito o que devo fazer, uma história quadro a quadro com as falas?
Rodrigo diz:
o que vc quiser
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
puxa, quanta liberdade!
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
tenho um prazo, como fica isso?
Rodrigo diz:
às vezes tanta liberdade não é tão bom assim
Rodrigo diz:
isso vc vê com o luther, certo, luther?
Rodrigo diz:
pois irá no algazzarra, correto?
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
com certeza, agente não sabe direito o que fazer comela
Rodrigo diz:
não se preocupe tanto
Luther diz:
por mim tudo bem o que vcs resolverem!
Rodrigo diz:
deixe a sensibilidade guiar vc
Rodrigo diz:
só te digo como é o josuel, eu já disse
Rodrigo diz:
seria legal, mas não obrigatório, que ele parecesse com ele mesmo
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
Rodrigo diz:
eu tenho também gostos visuais, mas deixa para lá, eu gostaria tambem de ver algo que vc tenha feito, só para ver
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
bom, eu aprendi a desenhar comigo mesma, não sigo nenhuma técnica, portanto posso criar algo totalmente novo ou me inspirar em algo que tenha visto
Rodrigo diz:
legal, ótimo isso
Rodrigo diz:
eu não gosto de absolutismos com nada
Rodrigo diz:
principalmente com arte
Rodrigo diz:
fala algo, meu
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
o que eu poderia fazer é desenhar o Josuel e mandar pra ti, pra ver se tu está de acordo com a aparência dele
Rodrigo diz:
pode ser, mas faz ele já fazendo alguyma coisa
Rodrigo diz:
tipo coçando a cabeça
Rodrigo diz:
o que acha
Rodrigo diz:
oiu quando ele diz
Rodrigo diz:
Por que eu? (com jeito cômico, tirando sarro)
Por que eu? (ri) Por que eu? (ri)
Oh...(faz cara de palhaço)
Rodrigo diz:
essa parte é difícil
Rodrigo diz:
Por que eu?(sorri)
Por que eu?(sorri)
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
eu achei bacana a cena dele com os braços abertos e sorrindo, ficaria uma coisa mais limpa e tu poderia analisar os detalhes
Rodrigo diz:
isso, gostei
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
pra desenhista detalhe é tudo
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
rsrs
Rodrigo diz:
uma boa sacada
Rodrigo diz:
Mas o espetáculo é dele. (aponta para cima)
E o artista (abre os braços e sorri amplamente) sou eu.
Rodrigo diz:
esse trecho, não é?
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
sim
Rodrigo diz:
legal, manda ver
Rodrigo diz:
mas por favor o que mais me importa é algo que está no processo, não se preocipe em me agradar
Rodrigo diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
o problema é que sou desenhista de papel, não de computador, então desenharia e escanearia pra te mandar
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
sem problemas
Rodrigo diz:
tudo bem, escaneie
Rodrigo diz:
mande em rodrigo_contrera2@hotmail.com
Rodrigo diz:
eu mandei um email para vc, com subject contaot
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
nossa, fiquei lisonjeada pela escolha
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
nunca tive a oportunidade de fazer algo desse tipo
Rodrigo diz:
fico feliz por nós todos
Rodrigo diz:
luther, me diz
Rodrigo diz:
quer publicar isso na algazzarra, é o que vc ta pensando
Rodrigo diz:
porque se não der, podemos fazer outra coisa
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
porque o Josuel desistiu de encenar? O texto ficou muito bacana
Rodrigo diz:
o cara é de rua, querida
Rodrigo diz:
ele tem mais com o que se preocupar
Rodrigo diz:
acho que é nessa base
Rodrigo diz:
ou ele simplesmente squeceu
Rodrigo diz:
ou não acreditou
Rodrigo diz:
gente de rua tem tanto com o que se preocupar, tipo onde vou dormir hoje
Rodrigo diz:
desculpe pelo uerida
Rodrigo diz:
kd oces
Luther diz:
eu to aqui
Rodrigo diz:
e vc, hally
Luther diz:
mais to de fora, isso é com vóis
Luther diz:
eu to achando a conversa acachapante!
Rodrigo diz:
queridos
Rodrigo diz:
preciso sair agora
Rodrigo diz:
vou jantar
Rodrigo diz:
hally, cade você
Rodrigo diz:
desculpe qualqur coisa
Luther diz:
ok, um abraço meu amigo!!!
Rodrigo diz:
eu sóu meio duro mesmo
Luther diz:
ahahhahahah
Rodrigo diz:
é que quase virei cara de rua realmente
Luther diz:
ela também é
Rodrigo diz:
e meu critério é a rua
Luther diz:
punk!
Rodrigo diz:
hally, sinta-se então à vontade
Rodrigo diz:
faça o que quiser
Rodrigo diz:
mande o que quiser pelo email
Rodrigo diz:
eu vejo e comento
Luther diz:
ela sumiu!!!!
Rodrigo diz:
mas de resto gostei muit ode vc
Rodrigo diz:
simplesmente
Rodrigo diz:
e isso é que conta
Rodrigo diz:
o resto é resto
Rodrigo diz:
beijos a todos
Luther diz:
falou
Rodrigo diz:
abração cara
Rodrigo diz:
não perca contato
Luther diz:
abraço sim!! nunca!!!
Rodrigo diz:
sinta´se como o editor da criança, digo do texto ilustraço
Luther diz:
com vc nunca!
ok estamos ao vivo direto de nossos computadores
Rodrigo diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
Rodrigo diz:
e aí quem começa
Luther diz:
Hally este é um puta amigo Rodrigo
Luther diz:
Rodrigo esta é uma amigassa também
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
prazer
Rodrigo diz:
tudo bem?
Rodrigo diz:
prazer
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
sim sim e contgo?
Rodrigo diz:
tudo bem, indo
Rodrigo diz:
o que vc me conta, hally
Rodrigo diz:
vc leu minha pecinha?
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ainda não, este maluco chegou com a proposta da ilustração e eu fiquei animada
Rodrigo diz:
ok
Rodrigo diz:
legal
Rodrigo diz:
vc manda para ela, luther?
Luther diz:
ok mando sim
Rodrigo diz:
vcs querem saber alguma coisa a mais sobr a pecinha
Rodrigo diz:
o josuel, citado, existe
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
tudo o possível
Luther diz:
sim existe em todos os cantos
Rodrigo diz:
é um sujeito grande, barrigudo, parece (rosto) o tim maia, com olheias fundas e dentes desalinhados, meio careca
Luther diz:
estilão bukowskiano
Rodrigo diz:
não entendi "existe em todos os cantos"
Rodrigo diz:
pior ainda
Rodrigo diz:
ele é bem o estilo sem teto
Luther diz:
sim
Rodrigo diz:
e tudo o que é citado sobre ele e sobre mim e sobre as ocasiões da pecinha é verdadeiro
Rodrigo diz:
só que ele deu para trás, não apresentou a peça
Luther diz:
massa
Rodrigo diz:
ficou a pecinha para contar a hsitória
Rodrigo diz:
e vc hally quer saber alguma coisa
Rodrigo diz:
sobre minhas atividades, etc., algo que ajude
Rodrigo diz:
eu tenho 13 pecinhas completas
Rodrigo diz:
duas apresentadas
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
teria que ler a peça primeiro, pra poder fazer perguntas que me ajudem na hora de ilustrar
Rodrigo diz:
Pois é, Luther.
Mando o texto agora.
É uma pequena peça, ainda inédita.
Se quiser, mando descritivo.
Como não foi apresentada, não temos fotos.
Quando for editá-la, SE forem editá-la, podem me contatar, se quiserem alguma ajuda.
No fundo, tem a ver com gente de rua, com todos esses montes de gente de rua. Fotos deles podem combinar.
abraço
Rodrigo Contrera
11 9132-5225
PS: se não quiserem ou não
Rodrigo diz:
pode pegar, esse é o texto enviado ao luther
Rodrigo diz:
não deu, muito gande
Rodrigo diz:
desculpem
Luther diz:
tudo bem
Luther diz:
hally me passa seu e -mail
Rodrigo diz:
isso
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
hally_rose@hotmail.com
Luther diz:
recebeste
Rodrigo diz:
mandei também um email só para contato
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok, já vejo, meu computador não tá ajudando hoje
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
desculpem a demora
Rodrigo diz:
ok
Rodrigo diz:
e aí, pessoal
Luther diz:
acho que ela esta lendo a peça, é isso
Luther diz:
???
Rodrigo diz:
entendi
Rodrigo diz:
alguma resposta?
Luther diz:
até agora nothin
Rodrigo diz:
ok
Luther diz:
mas é assim mesmo, demora!!!
Rodrigo diz:
contece
Luther diz:
Hally cadê vóis mercê
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
tô aqui e encantada com o que acabo de ler
Rodrigo diz:
que legal
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
simples porém cheio de significado
Rodrigo diz:
bonito o que vc diz
Rodrigo diz:
tudo é real
Luther diz:
é isso ai
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
agora expliquem direito o que devo fazer, uma história quadro a quadro com as falas?
Rodrigo diz:
o que vc quiser
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
puxa, quanta liberdade!
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
tenho um prazo, como fica isso?
Rodrigo diz:
às vezes tanta liberdade não é tão bom assim
Rodrigo diz:
isso vc vê com o luther, certo, luther?
Rodrigo diz:
pois irá no algazzarra, correto?
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
com certeza, agente não sabe direito o que fazer comela
Rodrigo diz:
não se preocupe tanto
Luther diz:
por mim tudo bem o que vcs resolverem!
Rodrigo diz:
deixe a sensibilidade guiar vc
Rodrigo diz:
só te digo como é o josuel, eu já disse
Rodrigo diz:
seria legal, mas não obrigatório, que ele parecesse com ele mesmo
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
Rodrigo diz:
eu tenho também gostos visuais, mas deixa para lá, eu gostaria tambem de ver algo que vc tenha feito, só para ver
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
bom, eu aprendi a desenhar comigo mesma, não sigo nenhuma técnica, portanto posso criar algo totalmente novo ou me inspirar em algo que tenha visto
Rodrigo diz:
legal, ótimo isso
Rodrigo diz:
eu não gosto de absolutismos com nada
Rodrigo diz:
principalmente com arte
Rodrigo diz:
fala algo, meu
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
o que eu poderia fazer é desenhar o Josuel e mandar pra ti, pra ver se tu está de acordo com a aparência dele
Rodrigo diz:
pode ser, mas faz ele já fazendo alguyma coisa
Rodrigo diz:
tipo coçando a cabeça
Rodrigo diz:
o que acha
Rodrigo diz:
oiu quando ele diz
Rodrigo diz:
Por que eu? (com jeito cômico, tirando sarro)
Por que eu? (ri) Por que eu? (ri)
Oh...(faz cara de palhaço)
Rodrigo diz:
essa parte é difícil
Rodrigo diz:
Por que eu?(sorri)
Por que eu?(sorri)
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
eu achei bacana a cena dele com os braços abertos e sorrindo, ficaria uma coisa mais limpa e tu poderia analisar os detalhes
Rodrigo diz:
isso, gostei
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
pra desenhista detalhe é tudo
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
rsrs
Rodrigo diz:
uma boa sacada
Rodrigo diz:
Mas o espetáculo é dele. (aponta para cima)
E o artista (abre os braços e sorri amplamente) sou eu.
Rodrigo diz:
esse trecho, não é?
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
sim
Rodrigo diz:
legal, manda ver
Rodrigo diz:
mas por favor o que mais me importa é algo que está no processo, não se preocipe em me agradar
Rodrigo diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
o problema é que sou desenhista de papel, não de computador, então desenharia e escanearia pra te mandar
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
sem problemas
Rodrigo diz:
tudo bem, escaneie
Rodrigo diz:
mande em rodrigo_contrera2@hotmail.com
Rodrigo diz:
eu mandei um email para vc, com subject contaot
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
ok
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
nossa, fiquei lisonjeada pela escolha
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
nunca tive a oportunidade de fazer algo desse tipo
Rodrigo diz:
fico feliz por nós todos
Rodrigo diz:
luther, me diz
Rodrigo diz:
quer publicar isso na algazzarra, é o que vc ta pensando
Rodrigo diz:
porque se não der, podemos fazer outra coisa
[c=4]Hally "Com vírus, não clique em nada e não cole nada em seu navegador. Raios!!!"[/c] diz:
porque o Josuel desistiu de encenar? O texto ficou muito bacana
Rodrigo diz:
o cara é de rua, querida
Rodrigo diz:
ele tem mais com o que se preocupar
Rodrigo diz:
acho que é nessa base
Rodrigo diz:
ou ele simplesmente squeceu
Rodrigo diz:
ou não acreditou
Rodrigo diz:
gente de rua tem tanto com o que se preocupar, tipo onde vou dormir hoje
Rodrigo diz:
desculpe pelo uerida
Rodrigo diz:
kd oces
Luther diz:
eu to aqui
Rodrigo diz:
e vc, hally
Luther diz:
mais to de fora, isso é com vóis
Luther diz:
eu to achando a conversa acachapante!
Rodrigo diz:
queridos
Rodrigo diz:
preciso sair agora
Rodrigo diz:
vou jantar
Rodrigo diz:
hally, cade você
Rodrigo diz:
desculpe qualqur coisa
Luther diz:
ok, um abraço meu amigo!!!
Rodrigo diz:
eu sóu meio duro mesmo
Luther diz:
ahahhahahah
Rodrigo diz:
é que quase virei cara de rua realmente
Luther diz:
ela também é
Rodrigo diz:
e meu critério é a rua
Luther diz:
punk!
Rodrigo diz:
hally, sinta-se então à vontade
Rodrigo diz:
faça o que quiser
Rodrigo diz:
mande o que quiser pelo email
Rodrigo diz:
eu vejo e comento
Luther diz:
ela sumiu!!!!
Rodrigo diz:
mas de resto gostei muit ode vc
Rodrigo diz:
simplesmente
Rodrigo diz:
e isso é que conta
Rodrigo diz:
o resto é resto
Rodrigo diz:
beijos a todos
Luther diz:
falou
Rodrigo diz:
abração cara
Rodrigo diz:
não perca contato
Luther diz:
abraço sim!! nunca!!!
Rodrigo diz:
sinta´se como o editor da criança, digo do texto ilustraço
Luther diz:
com vc nunca!
com o luther
Luther diz:
e ai tudo bem
Rodrigo diz:
tudo, cara
Rodrigo diz:
e vc
Rodrigo diz:
o q faz de bom
Luther diz:
cara ta foda, não consegui aula no Estado e minhas economias estão acabando, to bebendo cachaça
Rodrigo diz:
puxa, que chato
Luther diz:
pois é
Rodrigo diz:
o qe vai fazer
Luther diz:
partir pra cima, acho que vou vender sapatos nos meus horários que não tenho aula!
Luther diz:
ou cortar grama
Rodrigo diz:
é isso aí, só não pode esmorecer
Rodrigo diz:
eu tb não to muito bem
Luther diz:
só
Rodrigo diz:
to devendo terminar umas matérias na revista, mal consigo dormir pensando nisso
Rodrigo diz:
mas não to conseguindo trabalhar direito
Rodrigo diz:
o bicho promete pegar
Rodrigo diz:
e aí gostou da pecinha
Luther diz:
sim, tenho uma proposta para vc
Rodrigo diz:
fala
Luther diz:
tenho uma amiga aqui que é cartunista, o que vc acha de jogarmos a peça ilustrada num carton
Luther diz:
???
Rodrigo diz:
tudo bem
Rodrigo diz:
topo
Rodrigo diz:
qual o nome dela
Rodrigo diz:
manda ver
Luther diz:
sim, antes de publicar-mos vou lhe mandar o trabalho dela para ver se vc aprova
Rodrigo diz:
tudo bem
Luther diz:
ok brother
Rodrigo diz:
manda por email
Luther diz:
sim, vai demorar um pouco mais mando sim
Rodrigo diz:
ok
Luther diz:
Rodrigo vc mora em São Paulo Capital é isso???
Rodrigo diz:
sim, isso aí
Luther diz:
cara vc poderia fazer um favor para mim, saiu uns discos de 10 polegadas em formato picture, de bandas que tiram som de metal extremo fazendo covers de bandas punk´s dos anos 70, e pelo que saiba só rola por ai, da uma olhada que eu pago o disco e o envio
Rodrigo diz:
mas onde acho isso?
Rodrigo diz:
na 24 de março?
Luther diz:
acho que na galeria
Rodrigo diz:
entendi
Rodrigo diz:
explica melhor o que é exatamente, porque não conheço nada a respeito
Rodrigo diz:
passa uns nomes e tal
Luther diz:
bá, eu só tenho esta informação, mas acho que se vc ir em lojas especializadas na galeria os caras vão saber lhe dizer do que se trata
Rodrigo diz:
cara, vou tentar, só não sei aida quando, não posso promter, vc fica desapontado?
Luther diz:
tudo bem
Luther diz:
Rodrigo a cartunista ta linha vamos conversar???
Rodrigo diz:
vê se acha outro tipo de referência, para eu tentar achar realmente
Rodrigo diz:
vamos lá
e ai tudo bem
Rodrigo diz:
tudo, cara
Rodrigo diz:
e vc
Rodrigo diz:
o q faz de bom
Luther diz:
cara ta foda, não consegui aula no Estado e minhas economias estão acabando, to bebendo cachaça
Rodrigo diz:
puxa, que chato
Luther diz:
pois é
Rodrigo diz:
o qe vai fazer
Luther diz:
partir pra cima, acho que vou vender sapatos nos meus horários que não tenho aula!
Luther diz:
ou cortar grama
Rodrigo diz:
é isso aí, só não pode esmorecer
Rodrigo diz:
eu tb não to muito bem
Luther diz:
só
Rodrigo diz:
to devendo terminar umas matérias na revista, mal consigo dormir pensando nisso
Rodrigo diz:
mas não to conseguindo trabalhar direito
Rodrigo diz:
o bicho promete pegar
Rodrigo diz:
e aí gostou da pecinha
Luther diz:
sim, tenho uma proposta para vc
Rodrigo diz:
fala
Luther diz:
tenho uma amiga aqui que é cartunista, o que vc acha de jogarmos a peça ilustrada num carton
Luther diz:
???
Rodrigo diz:
tudo bem
Rodrigo diz:
topo
Rodrigo diz:
qual o nome dela
Rodrigo diz:
manda ver
Luther diz:
sim, antes de publicar-mos vou lhe mandar o trabalho dela para ver se vc aprova
Rodrigo diz:
tudo bem
Luther diz:
ok brother
Rodrigo diz:
manda por email
Luther diz:
sim, vai demorar um pouco mais mando sim
Rodrigo diz:
ok
Luther diz:
Rodrigo vc mora em São Paulo Capital é isso???
Rodrigo diz:
sim, isso aí
Luther diz:
cara vc poderia fazer um favor para mim, saiu uns discos de 10 polegadas em formato picture, de bandas que tiram som de metal extremo fazendo covers de bandas punk´s dos anos 70, e pelo que saiba só rola por ai, da uma olhada que eu pago o disco e o envio
Rodrigo diz:
mas onde acho isso?
Rodrigo diz:
na 24 de março?
Luther diz:
acho que na galeria
Rodrigo diz:
entendi
Rodrigo diz:
explica melhor o que é exatamente, porque não conheço nada a respeito
Rodrigo diz:
passa uns nomes e tal
Luther diz:
bá, eu só tenho esta informação, mas acho que se vc ir em lojas especializadas na galeria os caras vão saber lhe dizer do que se trata
Rodrigo diz:
cara, vou tentar, só não sei aida quando, não posso promter, vc fica desapontado?
Luther diz:
tudo bem
Luther diz:
Rodrigo a cartunista ta linha vamos conversar???
Rodrigo diz:
vê se acha outro tipo de referência, para eu tentar achar realmente
Rodrigo diz:
vamos lá
Enviado por: Lúcio Jr
Oi, Gt e pessoal.
Vejam esse trecho de um artigo que fiz para o Rodrigo.
2. Rodrigo Contrera, encenador de si mesmo
A influência de Gerald Thomas em Contrera pode ser notada na peça Somente uma prova de amor pelo fato de encenar não o autor ou diretor, mas por {18} desconstruir a {19} onisciência no palco: em cena, o autor-personagem, encenando a si mesmo. Contrera oscila da máxima objetividade (coisificação e visão de si mesmo “de fora”, como uma coisa ou um outro) para a máxima subjetividade (Contrera cita a esposa, encena a si mesmo, suas emoções pessoais, tornando-se, ao montar a peça enquanto ator, personagem de si mesmo, encenador que encena {20} a personagem do {21} “diretor teatral”). Enquanto o conteúdo do texto oscila entre esses dois pólos, a linguagem busca ser a mais referencial e impessoal possível, linguagem nua de jornalista reportando a queda do World Trade Center. Contrera não acredita na {22} identificação como forma de {23} conhecimento, e sente ao mesmo tempo enorme repulsa pelo {24} narcisismo em qualquer uma de suas manifestações.No primeiro ato, a influência do Gerald é muita clara: o personagem/autor/diretor sendo questionado por uma {25} desconfiada e {26} provocativa voz off, que me parece, a projeção da {27} consciência desse mesmo personagem/autor/diretor. Por isso, o espelho serve como {28} metáfora pra essa sabatina do artista com ele mesmo.{29} Esse ato foi feito a pedido de Gerald Thomas, para apresentação em 15 minutos. A pequena peça deveria ser encenada nas Satyrianas de outubro de 2007. Na primeira versão, o ato consistia num diálogo entre o autor (Contrera) e Gerald Thomas. O espetáculo chamava-se Onde você estava? (Fugindo), Brunno Almeida ficou a cargo da direção e Rafael Fabrício e Renata Becker, das atuações. O Brunno - que na versão inicial estava elencado para o papel, e que deixou a cargo do Rafael - depois iria fazer o papel do homem, sob direção de Rodrigo Contrera. Este espetáculo virou “Somente uma pequena prova de amor” (o nome foi inventado por Contrera, no improviso, quando combinava a encenação, por volta de março ou abril de 2008).O {30} texto foi feito apresentado numa peça de Gerald Thomas pelo autor, duas vezes. A origem do texto é uma pergunta do Gerald a Contrera: “Do que é que você foge, Contrera?” Naquele dia, Gerald pediu-lhe um texto. Então ele fez o texto o Fugindo, como resposta: é simplesmente sua {31} apresentação ao público e ao mundo, como um homem que foge de si mesmo.A vida (e não a obra de arte, como para Gerald Thomas) na visão de mundo de Contrera, não tem sentido, é um {32} acaso total. Sua peça organiza-se com base na ideia de que os grandes acontecimentos moldam as mentes e a percepção das pessoas, gerando muitas vezes enorme sofrimento, mas isso tudo é degradado pela coisificação que aniquila o sentido. A peça não tem preocupação em ser a estética do acaso total nem em ter “aura”: Rodrigo não teme se assumir um amador, abdicar de qualquer {33} seriedade de sua peça. Adota uma atitude impassível, como se observasse como o espírito fora de si em projeção astral, assim como, por ser demasiado crítico, pode também recusar e {34} refutar violentamente quaisquer considerações sobre qualidade.Tendo no passado simpatizado com o mundo do heavy metal e se {35} formado ouvindo bandas como Iron Maiden e Motorhead, Contrera não se preocupa em excesso com beleza, harmonia ou status de artista (embora a trilha sonora de sua peça seja somente música erudita do Leste Europeu, segundo nos pareceu; sua expressão é o grito de Munch, é protesto individual incomunicável como um {36} grito parado no ar. Ele é muito consciente de tudo o que acontece ao seu redor, mas sua objetividade muitas vezes faz com que ele pareça afastado de si mesmo, desalmado ou {37} frio.Sua sensibilidade comporta quebras bruscas no sentido: de repente, Contrera se desanima e as coisas ao redor perdem em importância. Ele tem algumas iluminações, como se de repente compreendesse que algo expirou ou ele retirou daquela experiência todo o sentido possível, podendo {38} encerrá-la.Contrera, em sua peça, demonstra seu impulso para sentir visceralmente sua criação, vivenciá-la até a exaustão e o desespero. Seus textos são para serem lidos, vividos e seu maior horror são as masturbações mentais de literatos fracassados, daí sua tendência à “exposição”: a experiência teatral permite que um texto de Contrera seja “vivido por dentro” por ele mesmo diante do público e junto aos atores.
Se gostarem, o resto está em comentariosdocontrera.blogspot.comvejam tb rodrigocontrera.blogspot.com
Enviado por: Doido Varrido
Lucio Jr.
De qual contrera eu leio agora?
Existe um Contrera pela manhã.Que já não é na hora do almoço.Que fica outro no lanche da tardeQue não é o mesmo na motocaQue muda quando escreveQue é carinhosoQue pode não serQue pode serQue não temmas pode ter tudo
por favor eu preciso saber de que Contrera estou lendo agora.
O Contrera Contrera mesmo tanto se contraria que ele mesmo fica CONTRARIADO
Se estmaos falando do mesmo envio a ele um abrço.Mesmo falando empoladoEle sabe do que faloSe ler este recadoQue se alquém transmitir.Eu digo muito Obrigad
Enviado por: mnc
Pacheco valeu meu grande e querido amigo mais que virtual, espiritual… foi muito bom ontem receber seu telefonema, quebrou o tédio mortal de meu domingão pós- macarronada com queijo ao forno, frango e maionese…e Sílivio Santos no Background…Caludio vc é o Friend né?Sim a Era das luzes, plêiades, sol de Alcione, cinturão de Fotons…20012…apertem os cintos.Abçs.Lúcio vc garimpa coisas incríveis, amei o comentário nos desvendando o Contrera e sua instigante visão de si mesmo..Seu Blog tb é muito bom.A banda de seu irmão vai se apresentar em BH nesse próximo fim de semana?Abraço fraternal.
Enviado por: Lúcio JrOi, GT e pessoal.MNC: adorei a feijoada macrô. A banda do meu irmão estará aí em Sampa em julho. Confiram e ouçam as músicas:http://www.myspace.com/thedeadloverstwistedheartTene, Obama, mosca e todos que leram o texto do Rodrigo:obrigado!GT, tem aula de chines grátis em http://www.falechines.com/ confira!
Enviado por: CintiaReinaldo,Voltei ao post anterior pra ler o texto do Lúcio sobre o Contrera e vi a sua piada. Haaaa, adorei! Mil vezes melhor que a minha!
Enviado por: Contrera
sei lá.aqui no mundo real, foi mandado embora um cara de que gosto muito - mas ele mal sabe. aqui no mundo real, dominado - também - por essas figurinhas supracitadas, minhas pré-ocupações são outras. dizem respeito a contas a pagar, minhas e do prédio, gastos a economizar, ações judiciais a vencer - ou a entrar em acordo com respeito a elas -, a coisas a fazer - vai que Deus ou o destino me permitem.não gosto de invasões, de reitorias, disso ou daquilo. isso posso dizer. mais, é menos. até porque ninguém ligaria. mas também não gosto de atos de força. basta os que já presenciei ou que cometi - SIM, cometi. prefiro ater-me a um passo antes da briga. pelo menos acho que nisso progredi um pouco. mas a invasão da reitoria da usp também deixa algo para se refletir. mas quem sou eu: refletir, não. não agora. nem me dou mais ao luxo de ouvir o que um antonio candido vem me dizer. ele, que fique na sua. longe, hoje, de dar tanta trela aos sábios (aliás, minha última peça cita os ditos cujos).bom, sei lá. como sempre.beijos calorosos e obrigado a quem leu sobre… mim ou minha obra.contrera
Penetralia disse...
oi, Rodrigo.Que piada foi aquela mesmo?
Rodrigo respondeu:
sei lá, cara. eu só reproduzo o que dizem. de resto, importa-me pouca coisa. dentre esta, o que alguns dizem realmente sabendo o que dizem.
oi contrera
tudo bem ?
eu adoro dar palpite em tudo , adoro "criticar" , criar polêmica pra esticar o assunto , enfim , ganhar tempo se o papo está bom ...
no caso de trabalhos artísticos a coisa é diferente . apesar de gostar muito de ouvir opiniões , eu me aborreço quando um "crítico" não usa argumentos que me convençam ou me induzam ao aprimoramento de um projeto .
li a peça .
'enquanto' artista , li como uma performance . e como performance , pricipalmente visual , parece belo .
pessoalmente estou numa fase mais humorística então como "espectador" comum , me incomodou . os personagens são reais demais . e esses já estão no dia-a-dia de todo mundo,tudo que eu quero da arte é que me tire desta realidade.
obrigado pela gentileza em enviar.
vamos nos falando ...
abrs e boa sorte com seu projeto
claudio martins
* * *
ao ivan/m
parabéns, querido.
simplesmente fazê-lo por orkut é demais da conta de impessoal.
prefiro aqui.
que tenha milhares de novos anos.
abração
contrera
Enviado por: Doido varrido
VIM DE UMA LINDA FESTA.
Onde ao lado de outros idosos contentes dançamos quadrilhas.De quebra atendendo pedidos fiz cena com padre alemon.Nunca aqui divulguei antes mas sou bom tambem nisto.E adoro quando faço outros rirem.Mesmo eu sendo o palhaço.Nisto sou parecido com o Contrera.Eu sei disto.Só não sei se ele sabia.Se não sabia ficará então agora sabendo.Os de Caravelas já sabem.Muitos de belmonte tambemSerá que tenho um novo caminho.Serei eu um ator reprimidoOu simplesmente e tão somenteUm velho Doido Varrido?
Sinceramente eu não seiMas mesmo que a vaca tussa.Um dia qualquer e sem pressaD E S C B R I R E I
hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
Enviado por: Doido varrido
Ana LuizaContreraGlorinhaMNCCintiaClaudiaLaércioe outros contatoshoje esgotado e com pés de quadrilheiro ( de dança e não do senado ) vou esticar o velho esqueleto.
Domani per la matina ops…Tomorow,,,de novo No dia di amanhaãeu amigo Aff qua pouco escreve no vosso brazilerrro manrra caracas que confusão tambèm com TAnto perSONAGEm…na CAbeça me,,,Ezircrinando a MENTE do BASTA>ATENÇÃO.
Voltando.
Amanha eu volto e dou um jeito em tudo.
Obrigado e durmam bem
Fui D rmir
hahahahahahahahahahahahahahah SILENCI rrrsrsrsrsrrsrsr
Enviado por: Pacheco
O Targino é mesmo um cara imprevisto
Vejam o que ele disse hoje e que pode ser lido ai por cima.
Tentando ser engraçadinho o Targino entrou com essa:
esta ligada da religião e a ditadurazina de 64que criou as múmias que nos governaram e nos governam.
??????????
Dá pra entender o Targino?
Uma hora ele defende o lula.Depois ele admite que os que nos governam são múmias.Parece até o Contrera.
Se bem que o Contrera muda mais de humor do que de opiniões.Porque acima do jornalista Contrera existe o artista Contrera que se soma ao Contrera chileno.Já o Targino……………Olha gente.
Depois deste comentário enviarei um que eu antes de teclar meditei muito para decidir meu reposicionamento aqui no blog.
Peço aos amigos que leiam com atenção o comentário seguinte a este.
Obrigado
Pacheco
Enviado por: Contrera
we’re only whispers in the wind.um dia, serei meio que obrigado a comentar.por enquanto, não tenho vontade.minto: MJ realmente criou uma categoria em que só ele se encaixa. foi muito para ser nada.beijos, agradoscontrera
Oi, Gt e pessoal.
Vejam esse trecho de um artigo que fiz para o Rodrigo.
2. Rodrigo Contrera, encenador de si mesmo
A influência de Gerald Thomas em Contrera pode ser notada na peça Somente uma prova de amor pelo fato de encenar não o autor ou diretor, mas por {18} desconstruir a {19} onisciência no palco: em cena, o autor-personagem, encenando a si mesmo. Contrera oscila da máxima objetividade (coisificação e visão de si mesmo “de fora”, como uma coisa ou um outro) para a máxima subjetividade (Contrera cita a esposa, encena a si mesmo, suas emoções pessoais, tornando-se, ao montar a peça enquanto ator, personagem de si mesmo, encenador que encena {20} a personagem do {21} “diretor teatral”). Enquanto o conteúdo do texto oscila entre esses dois pólos, a linguagem busca ser a mais referencial e impessoal possível, linguagem nua de jornalista reportando a queda do World Trade Center. Contrera não acredita na {22} identificação como forma de {23} conhecimento, e sente ao mesmo tempo enorme repulsa pelo {24} narcisismo em qualquer uma de suas manifestações.No primeiro ato, a influência do Gerald é muita clara: o personagem/autor/diretor sendo questionado por uma {25} desconfiada e {26} provocativa voz off, que me parece, a projeção da {27} consciência desse mesmo personagem/autor/diretor. Por isso, o espelho serve como {28} metáfora pra essa sabatina do artista com ele mesmo.{29} Esse ato foi feito a pedido de Gerald Thomas, para apresentação em 15 minutos. A pequena peça deveria ser encenada nas Satyrianas de outubro de 2007. Na primeira versão, o ato consistia num diálogo entre o autor (Contrera) e Gerald Thomas. O espetáculo chamava-se Onde você estava? (Fugindo), Brunno Almeida ficou a cargo da direção e Rafael Fabrício e Renata Becker, das atuações. O Brunno - que na versão inicial estava elencado para o papel, e que deixou a cargo do Rafael - depois iria fazer o papel do homem, sob direção de Rodrigo Contrera. Este espetáculo virou “Somente uma pequena prova de amor” (o nome foi inventado por Contrera, no improviso, quando combinava a encenação, por volta de março ou abril de 2008).O {30} texto foi feito apresentado numa peça de Gerald Thomas pelo autor, duas vezes. A origem do texto é uma pergunta do Gerald a Contrera: “Do que é que você foge, Contrera?” Naquele dia, Gerald pediu-lhe um texto. Então ele fez o texto o Fugindo, como resposta: é simplesmente sua {31} apresentação ao público e ao mundo, como um homem que foge de si mesmo.A vida (e não a obra de arte, como para Gerald Thomas) na visão de mundo de Contrera, não tem sentido, é um {32} acaso total. Sua peça organiza-se com base na ideia de que os grandes acontecimentos moldam as mentes e a percepção das pessoas, gerando muitas vezes enorme sofrimento, mas isso tudo é degradado pela coisificação que aniquila o sentido. A peça não tem preocupação em ser a estética do acaso total nem em ter “aura”: Rodrigo não teme se assumir um amador, abdicar de qualquer {33} seriedade de sua peça. Adota uma atitude impassível, como se observasse como o espírito fora de si em projeção astral, assim como, por ser demasiado crítico, pode também recusar e {34} refutar violentamente quaisquer considerações sobre qualidade.Tendo no passado simpatizado com o mundo do heavy metal e se {35} formado ouvindo bandas como Iron Maiden e Motorhead, Contrera não se preocupa em excesso com beleza, harmonia ou status de artista (embora a trilha sonora de sua peça seja somente música erudita do Leste Europeu, segundo nos pareceu; sua expressão é o grito de Munch, é protesto individual incomunicável como um {36} grito parado no ar. Ele é muito consciente de tudo o que acontece ao seu redor, mas sua objetividade muitas vezes faz com que ele pareça afastado de si mesmo, desalmado ou {37} frio.Sua sensibilidade comporta quebras bruscas no sentido: de repente, Contrera se desanima e as coisas ao redor perdem em importância. Ele tem algumas iluminações, como se de repente compreendesse que algo expirou ou ele retirou daquela experiência todo o sentido possível, podendo {38} encerrá-la.Contrera, em sua peça, demonstra seu impulso para sentir visceralmente sua criação, vivenciá-la até a exaustão e o desespero. Seus textos são para serem lidos, vividos e seu maior horror são as masturbações mentais de literatos fracassados, daí sua tendência à “exposição”: a experiência teatral permite que um texto de Contrera seja “vivido por dentro” por ele mesmo diante do público e junto aos atores.
Se gostarem, o resto está em comentariosdocontrera.blogspot.comvejam tb rodrigocontrera.blogspot.com
Enviado por: Doido Varrido
Lucio Jr.
De qual contrera eu leio agora?
Existe um Contrera pela manhã.Que já não é na hora do almoço.Que fica outro no lanche da tardeQue não é o mesmo na motocaQue muda quando escreveQue é carinhosoQue pode não serQue pode serQue não temmas pode ter tudo
por favor eu preciso saber de que Contrera estou lendo agora.
O Contrera Contrera mesmo tanto se contraria que ele mesmo fica CONTRARIADO
Se estmaos falando do mesmo envio a ele um abrço.Mesmo falando empoladoEle sabe do que faloSe ler este recadoQue se alquém transmitir.Eu digo muito Obrigad
Enviado por: mnc
Pacheco valeu meu grande e querido amigo mais que virtual, espiritual… foi muito bom ontem receber seu telefonema, quebrou o tédio mortal de meu domingão pós- macarronada com queijo ao forno, frango e maionese…e Sílivio Santos no Background…Caludio vc é o Friend né?Sim a Era das luzes, plêiades, sol de Alcione, cinturão de Fotons…20012…apertem os cintos.Abçs.Lúcio vc garimpa coisas incríveis, amei o comentário nos desvendando o Contrera e sua instigante visão de si mesmo..Seu Blog tb é muito bom.A banda de seu irmão vai se apresentar em BH nesse próximo fim de semana?Abraço fraternal.
Enviado por: Lúcio JrOi, GT e pessoal.MNC: adorei a feijoada macrô. A banda do meu irmão estará aí em Sampa em julho. Confiram e ouçam as músicas:http://www.myspace.com/thedeadloverstwistedheartTene, Obama, mosca e todos que leram o texto do Rodrigo:obrigado!GT, tem aula de chines grátis em http://www.falechines.com/ confira!
Enviado por: CintiaReinaldo,Voltei ao post anterior pra ler o texto do Lúcio sobre o Contrera e vi a sua piada. Haaaa, adorei! Mil vezes melhor que a minha!
Enviado por: Contrera
sei lá.aqui no mundo real, foi mandado embora um cara de que gosto muito - mas ele mal sabe. aqui no mundo real, dominado - também - por essas figurinhas supracitadas, minhas pré-ocupações são outras. dizem respeito a contas a pagar, minhas e do prédio, gastos a economizar, ações judiciais a vencer - ou a entrar em acordo com respeito a elas -, a coisas a fazer - vai que Deus ou o destino me permitem.não gosto de invasões, de reitorias, disso ou daquilo. isso posso dizer. mais, é menos. até porque ninguém ligaria. mas também não gosto de atos de força. basta os que já presenciei ou que cometi - SIM, cometi. prefiro ater-me a um passo antes da briga. pelo menos acho que nisso progredi um pouco. mas a invasão da reitoria da usp também deixa algo para se refletir. mas quem sou eu: refletir, não. não agora. nem me dou mais ao luxo de ouvir o que um antonio candido vem me dizer. ele, que fique na sua. longe, hoje, de dar tanta trela aos sábios (aliás, minha última peça cita os ditos cujos).bom, sei lá. como sempre.beijos calorosos e obrigado a quem leu sobre… mim ou minha obra.contrera
Penetralia disse...
oi, Rodrigo.Que piada foi aquela mesmo?
Rodrigo respondeu:
sei lá, cara. eu só reproduzo o que dizem. de resto, importa-me pouca coisa. dentre esta, o que alguns dizem realmente sabendo o que dizem.
oi contrera
tudo bem ?
eu adoro dar palpite em tudo , adoro "criticar" , criar polêmica pra esticar o assunto , enfim , ganhar tempo se o papo está bom ...
no caso de trabalhos artísticos a coisa é diferente . apesar de gostar muito de ouvir opiniões , eu me aborreço quando um "crítico" não usa argumentos que me convençam ou me induzam ao aprimoramento de um projeto .
li a peça .
'enquanto' artista , li como uma performance . e como performance , pricipalmente visual , parece belo .
pessoalmente estou numa fase mais humorística então como "espectador" comum , me incomodou . os personagens são reais demais . e esses já estão no dia-a-dia de todo mundo,tudo que eu quero da arte é que me tire desta realidade.
obrigado pela gentileza em enviar.
vamos nos falando ...
abrs e boa sorte com seu projeto
claudio martins
* * *
ao ivan/m
parabéns, querido.
simplesmente fazê-lo por orkut é demais da conta de impessoal.
prefiro aqui.
que tenha milhares de novos anos.
abração
contrera
Enviado por: Doido varrido
VIM DE UMA LINDA FESTA.
Onde ao lado de outros idosos contentes dançamos quadrilhas.De quebra atendendo pedidos fiz cena com padre alemon.Nunca aqui divulguei antes mas sou bom tambem nisto.E adoro quando faço outros rirem.Mesmo eu sendo o palhaço.Nisto sou parecido com o Contrera.Eu sei disto.Só não sei se ele sabia.Se não sabia ficará então agora sabendo.Os de Caravelas já sabem.Muitos de belmonte tambemSerá que tenho um novo caminho.Serei eu um ator reprimidoOu simplesmente e tão somenteUm velho Doido Varrido?
Sinceramente eu não seiMas mesmo que a vaca tussa.Um dia qualquer e sem pressaD E S C B R I R E I
hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
Enviado por: Doido varrido
Ana LuizaContreraGlorinhaMNCCintiaClaudiaLaércioe outros contatoshoje esgotado e com pés de quadrilheiro ( de dança e não do senado ) vou esticar o velho esqueleto.
Domani per la matina ops…Tomorow,,,de novo No dia di amanhaãeu amigo Aff qua pouco escreve no vosso brazilerrro manrra caracas que confusão tambèm com TAnto perSONAGEm…na CAbeça me,,,Ezircrinando a MENTE do BASTA>ATENÇÃO.
Voltando.
Amanha eu volto e dou um jeito em tudo.
Obrigado e durmam bem
Fui D rmir
hahahahahahahahahahahahahahah SILENCI rrrsrsrsrsrrsrsr
Enviado por: Pacheco
O Targino é mesmo um cara imprevisto
Vejam o que ele disse hoje e que pode ser lido ai por cima.
Tentando ser engraçadinho o Targino entrou com essa:
esta ligada da religião e a ditadurazina de 64que criou as múmias que nos governaram e nos governam.
??????????
Dá pra entender o Targino?
Uma hora ele defende o lula.Depois ele admite que os que nos governam são múmias.Parece até o Contrera.
Se bem que o Contrera muda mais de humor do que de opiniões.Porque acima do jornalista Contrera existe o artista Contrera que se soma ao Contrera chileno.Já o Targino……………Olha gente.
Depois deste comentário enviarei um que eu antes de teclar meditei muito para decidir meu reposicionamento aqui no blog.
Peço aos amigos que leiam com atenção o comentário seguinte a este.
Obrigado
Pacheco
Enviado por: Contrera
we’re only whispers in the wind.um dia, serei meio que obrigado a comentar.por enquanto, não tenho vontade.minto: MJ realmente criou uma categoria em que só ele se encaixa. foi muito para ser nada.beijos, agradoscontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
o que seria de nós se não estivéssemos em crise?beijoscontrera
Enviado por: Cintia
Contrera,o homem-crise.
Enviado por: Reinaldo Pedroso
17/06/2009 - 18:06Enviado por: Contrera“fora o (mau) uso das religiões, não há argumento contra o homossexualismo como opção sexual.contrera”
Contrera, decididamente não estás bem.O mau uso das religiões é argumento contra o homossexualismo?Obviamente não há nenhum argumento racional que justifique a homofobia.Reinaldo
Enviado por: Reinaldo Pedroso
19/06/2009 - 21:06Enviado por: Rodrigo Contrera“o que seria de nós se não estivéssemos em crise?”
Estaríamos no intervalo.
Enviado por: claudio
Contrera : fora o (mau) uso das religiões, não há argumento contra o homossexualismo como opção sexual.
Reinaldo : Obviamente não há nenhum argumento racional que justifique a homofobia.……………………..
não existe argumento racional nem para manter uma argumentação .
a homofobia é problema de quem a tem . se origina em homofilofobia que é o medo de ser desejado por um igual . nesse caso dá para entender a frase do contreira . as religiões predominantes - e o são porque pregam o ‘crescei e multiplicai’ (nosso dízimo!) - são mesmo as principais responsáveis pela disseminação da homofobia . porque ela não gera dízimos .
a homofobia é problema de quem a tem . e repito porque , no fundo da alma significa a aversão e o medo mórbido , irracional , desproporcional e persistente DE SE TORNAR HOMOSSEXUAL.
Revista Cidade do Sol disse...
Tou gostando mais daqui do que do blog do Gt.
Rodrigo Contrera disse...
sónãodeixaelesaber
rs
contrera
Penetralia disse...
Ele já deve ter lido, ele te lê?
Rodrigo respondeu...
duvido.
o que seria de nós se não estivéssemos em crise?beijoscontrera
Enviado por: Cintia
Contrera,o homem-crise.
Enviado por: Reinaldo Pedroso
17/06/2009 - 18:06Enviado por: Contrera“fora o (mau) uso das religiões, não há argumento contra o homossexualismo como opção sexual.contrera”
Contrera, decididamente não estás bem.O mau uso das religiões é argumento contra o homossexualismo?Obviamente não há nenhum argumento racional que justifique a homofobia.Reinaldo
Enviado por: Reinaldo Pedroso
19/06/2009 - 21:06Enviado por: Rodrigo Contrera“o que seria de nós se não estivéssemos em crise?”
Estaríamos no intervalo.
Enviado por: claudio
Contrera : fora o (mau) uso das religiões, não há argumento contra o homossexualismo como opção sexual.
Reinaldo : Obviamente não há nenhum argumento racional que justifique a homofobia.……………………..
não existe argumento racional nem para manter uma argumentação .
a homofobia é problema de quem a tem . se origina em homofilofobia que é o medo de ser desejado por um igual . nesse caso dá para entender a frase do contreira . as religiões predominantes - e o são porque pregam o ‘crescei e multiplicai’ (nosso dízimo!) - são mesmo as principais responsáveis pela disseminação da homofobia . porque ela não gera dízimos .
a homofobia é problema de quem a tem . e repito porque , no fundo da alma significa a aversão e o medo mórbido , irracional , desproporcional e persistente DE SE TORNAR HOMOSSEXUAL.
Revista Cidade do Sol disse...
Tou gostando mais daqui do que do blog do Gt.
Rodrigo Contrera disse...
sónãodeixaelesaber
rs
contrera
Penetralia disse...
Ele já deve ter lido, ele te lê?
Rodrigo respondeu...
duvido.
Caro Paulo Venho aqui te pedir dois favores.1) Terminei uma nova peça. Chama-se Aos que ficam. Usarei nela uma composição de um músico chamado Anthony Braxton.Para usar sem medo, preciso pedir a ele autorização. Para isso, encontrei o contato de antiga colaboradora dele, chamada Hildegard Kleeb. Pois bem, preciso pedir autorização a eles num inglês perfeito. Vc me traduziria (verteria ao inglês) minha carta?2) Estou para colocar Somente... no youtube. Quero colocá-la em duas línguas (português e inglês). Vc se arriscaria a fazer a versão em inglês?Veja se topa. Ah, sim, é possível que eu tenha de fornecer, na carta, uma versão minúscula da peça.Obrigado, de qualquer forma.abraço Contrera55 11 9132-5225
Rodrigo,faco a versao da carta, mas nao me arrisco a verter a peça. tradução é algo muito delicado. não me considero apto.Paulo
Paulo Obrigado, cara. Logo (em até uns três dias) passo a carta.Obrigado mesmo.abração Contrera55 11 9132-5225 PS: Quando passar em sampa, avise!
claudio martins disse...
opa t bem ? segui a dica o lucio . tem videos de seus trabalhos ? fiquei muito curioso . abrsclaudio
Rodrigo Contrera disse...
claudiodeixe seu email, eu deixo vc informado.abraçãocontrera
Rodrigo,faco a versao da carta, mas nao me arrisco a verter a peça. tradução é algo muito delicado. não me considero apto.Paulo
Paulo Obrigado, cara. Logo (em até uns três dias) passo a carta.Obrigado mesmo.abração Contrera55 11 9132-5225 PS: Quando passar em sampa, avise!
claudio martins disse...
opa t bem ? segui a dica o lucio . tem videos de seus trabalhos ? fiquei muito curioso . abrsclaudio
Rodrigo Contrera disse...
claudiodeixe seu email, eu deixo vc informado.abraçãocontrera
Outra apreciação
somente uma prova de amor - exposicao em 4 atos 1
este texto exige. uma leitura rapida e superficial impede qualquer apreciacao critica. já o título oferece uma cilada: a constante exposição sugere o marasmo das existencias mediocres ou a propria condicao humana? eu disse, nada é simples neste território de amores enganosos. assim, empolgado com uma promessa de escadarias escherianas, adentramos na narrativa. imediatamente nos deparamos com um extremo rigor nas rubricas. uma precisao que deixa beckett no chinelo. uma forma de conceber o texto e evitar camadas de interpretacoes que venham a se afastar do que o dramaturgo imagina. até as musicas sao escolhidas a dedo. na sequencia, a relevancia do tema colabora para a riqueza do material literario-teatral. estamos falando da dor. da memoria. do que é ignorado e do que é escolhido. as lagrimas, mas tambem, o amor. o sentimento universal rodeado por uma estrutura sisuda e rigorosa. um contraste de grande intensidade. a beleza e economia sao raramente ameaçadas por algumas repetições principalmente nas rubricas, fruto da função híbrida do autor-diretor. além disso, o tom geral é muito mais lírico do que dramático. esta opção se torna arriscada por exigir uma dramaturgia do diretor que supra os elementos ausentes no texto como conflito, linha de ação dramática e climax. entretanto, o caráter performático da peça parece contrabalançar a não-dramaticidade do texto. a função determinante da musica deixa o leitor em desvantagem em relação ao espectador. e no fim das contas, fica um gosto de quero mais. de se saber mais sobre estes sujeitos que de certa forma escapam ao controle do autor, porque podem ser muitas coisas. e voltando ao titulo, o amor triunfa. marivaux desbancando o irlandes hiper-citado. que venham muitos mais escritos do senhor contreras.
Contrera,
gostei muito do teu texto. ja estou sedento pra ler uma peca mais longa tua. escrevi meu comentario na comunidade de dramaturgia. discordo de algumas opinioes do autor do texto este que tu me mandou. acho que tu é um cara que acredita sim no amor como ato redentor da humanidade. porque no terceiro ato, o amor triunfa. e a referencia a allende da um carater politico unico ao texto, impedindo que ele seja lido como algo existencialista.
gracias pela tua confianca em mim.
se quiser trocar ideias sobre algum outro texto que esteja no forno, so me escrever,
Abracos.
Paulo
Paulo
Existem outros textos meus andando por aí.
Um desses logo estará publicado num fanzine. Quando eu o vir, indico.Obrigado a você. Fique à vontade.
Não necessariamente por tua apreciação - ou seja, não necessariamente por você encomiar meu trabalho -, você será informado de tudo o que rolar. Logo haverá uma nova peça por aí. Mas que foge disso que vemos e tenta nos aproximar um pouco mais disso que não vemos. Ao menos é o que sinto.
estou reproduzindo tuas falas em comentariosdocontrera.blogspot.com
você acompanha minhas "andanças" em rodrigocontrera.blogspot.com
sinta-se novamente bem à vontade. já te considero um amigo.
abração
contrera
Contrera said... (antes, bem antes)
a você, Paulo.
não me esqueço.
abraço
Contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
não sei o que dizer.Juro que não sei.talvez eu esteja apenas cansado.não, eu realmente preciso conviver com uma espécie de autocensura.deve ser isso.
Penetralia disse...
OK, boa leitura do Paulo!
este texto exige. uma leitura rapida e superficial impede qualquer apreciacao critica. já o título oferece uma cilada: a constante exposição sugere o marasmo das existencias mediocres ou a propria condicao humana? eu disse, nada é simples neste território de amores enganosos. assim, empolgado com uma promessa de escadarias escherianas, adentramos na narrativa. imediatamente nos deparamos com um extremo rigor nas rubricas. uma precisao que deixa beckett no chinelo. uma forma de conceber o texto e evitar camadas de interpretacoes que venham a se afastar do que o dramaturgo imagina. até as musicas sao escolhidas a dedo. na sequencia, a relevancia do tema colabora para a riqueza do material literario-teatral. estamos falando da dor. da memoria. do que é ignorado e do que é escolhido. as lagrimas, mas tambem, o amor. o sentimento universal rodeado por uma estrutura sisuda e rigorosa. um contraste de grande intensidade. a beleza e economia sao raramente ameaçadas por algumas repetições principalmente nas rubricas, fruto da função híbrida do autor-diretor. além disso, o tom geral é muito mais lírico do que dramático. esta opção se torna arriscada por exigir uma dramaturgia do diretor que supra os elementos ausentes no texto como conflito, linha de ação dramática e climax. entretanto, o caráter performático da peça parece contrabalançar a não-dramaticidade do texto. a função determinante da musica deixa o leitor em desvantagem em relação ao espectador. e no fim das contas, fica um gosto de quero mais. de se saber mais sobre estes sujeitos que de certa forma escapam ao controle do autor, porque podem ser muitas coisas. e voltando ao titulo, o amor triunfa. marivaux desbancando o irlandes hiper-citado. que venham muitos mais escritos do senhor contreras.
Contrera,
gostei muito do teu texto. ja estou sedento pra ler uma peca mais longa tua. escrevi meu comentario na comunidade de dramaturgia. discordo de algumas opinioes do autor do texto este que tu me mandou. acho que tu é um cara que acredita sim no amor como ato redentor da humanidade. porque no terceiro ato, o amor triunfa. e a referencia a allende da um carater politico unico ao texto, impedindo que ele seja lido como algo existencialista.
gracias pela tua confianca em mim.
se quiser trocar ideias sobre algum outro texto que esteja no forno, so me escrever,
Abracos.
Paulo
Paulo
Existem outros textos meus andando por aí.
Um desses logo estará publicado num fanzine. Quando eu o vir, indico.Obrigado a você. Fique à vontade.
Não necessariamente por tua apreciação - ou seja, não necessariamente por você encomiar meu trabalho -, você será informado de tudo o que rolar. Logo haverá uma nova peça por aí. Mas que foge disso que vemos e tenta nos aproximar um pouco mais disso que não vemos. Ao menos é o que sinto.
estou reproduzindo tuas falas em comentariosdocontrera.blogspot.com
você acompanha minhas "andanças" em rodrigocontrera.blogspot.com
sinta-se novamente bem à vontade. já te considero um amigo.
abração
contrera
Contrera said... (antes, bem antes)
a você, Paulo.
não me esqueço.
abraço
Contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
não sei o que dizer.Juro que não sei.talvez eu esteja apenas cansado.não, eu realmente preciso conviver com uma espécie de autocensura.deve ser isso.
Penetralia disse...
OK, boa leitura do Paulo!
Luther disse...
oi Rodrigo recebi seu material e em breve entro em contato com você, muito obrigado!!!
From: rodrigo_contrera2@hotmail.comTo: luttther@hotmail.com
Pois é, Luther.
Mando o texto agora.
É uma pequena peça, ainda inédita.
Se quiser, mando descritivo. Como não foi apresentada, não temos fotos.
Quando for editá-la, SE forem editá-la, podem me contatar, se quiserem alguma ajuda.
No fundo, tem a ver com gente de rua, com todos esses montes de gente de rua. Fotos deles podem combinar.
abraço
Rodrigo Contrera
11 9132-5225
PS: se não quiserem ou não puderem publicá-la, tudo bem. basta avisar.
Todos estamos juntos (Rodrigo Contrera)
(com a peça)
oi Rodrigo recebi seu material e em breve entro em contato com você, muito obrigado!!!
From: rodrigo_contrera2@hotmail.comTo: luttther@hotmail.com
Pois é, Luther.
Mando o texto agora.
É uma pequena peça, ainda inédita.
Se quiser, mando descritivo. Como não foi apresentada, não temos fotos.
Quando for editá-la, SE forem editá-la, podem me contatar, se quiserem alguma ajuda.
No fundo, tem a ver com gente de rua, com todos esses montes de gente de rua. Fotos deles podem combinar.
abraço
Rodrigo Contrera
11 9132-5225
PS: se não quiserem ou não puderem publicá-la, tudo bem. basta avisar.
Todos estamos juntos (Rodrigo Contrera)
(com a peça)
Uma apreciação
Lúcio,
obrigado.noto que a questão de crítica não publicou.vai levar tempo até o mundo nos levar a sério.ou levar a si próprio a sério.ou a gente não se levar a sério.
abração
contrera
Somente uma pequena prova de amor: breve apreciação do teatro de Rodrigo Contrera
Lúcio Emílio do Espírito Santo Júnior[1]
1. Introdução
Esse texto busca analisar a peça Somente uma pequena prova de amor, de Rodrigo Humberto Léon Contrera, dramaturgo chileno-brasileiro. Nossa hipótese é que a peça contém exibe e dramatiza, através do {1} debate exacerbado a respeito de fatos políticos e sociais recentes, um determinado núcleo que a organiza: experiências traumáticas que marcam a memória de {2} uma geração em torno de {3} um evento significativo que afeta a existência de muitos seres humanos.
Supomos que Contrera trata de um fato central, o onze de setembro, (o setember eleven dos norte-americanos), mas a partir dele arrola outros fatos tão dramáticos e {4} marcantes como aquele: a ditadura militar {5} brasileira e chilena, a morte de Ayrton Senna, os atentados na Espanha, a morte de Jean Charles de Menezes, a Guerra do Iraque. Tais fatos passam, então, a organizar uma narrativa crispada que busca o {6} sentido da existência humana, tendo como pano de fundo: 1) a possível inexistência desse {7} sentido e o imenso cansaço que deriva de produzi-lo; 2) a dificuldade em acreditar em quaisquer {8} conteúdos ou explicações a um destino comum coletivo para a {9} humanidade ou para o Brasil; 3) a coisificação crescente do ser humano, que aparece como um desafio a ser vencido.
A última apresentação do texto, escrito e redigido por Rodrigo Contrera, ocorreu em vinte e quatro de maio de 2008, no ECAL (Espaço Cultural Alberto Levy). O elenco contou com Rycardo Moreno, Brunno Almeida, Rafael Fabrício e Rodrigo Contrera. Foi a estréia na direção e palco de Rodrigo Contrera, autor que já fez "Onde você estava? Fugindo", texto apresentado no festival Satyrianas de outubro de 2007. {10} Num mundo em que "a bagunça invade nossa experiência a cada momento" (Beckett), e em que a {11} morte se anuncia menos pelo choque e mais pela indiferença, o ser humano enfrenta o século XXI carente de crença e de afeto. Contrera postula que, menos do que acreditar em Deus, o homem não acredita mais em si mesmo; menos que aos outros, o homem recusa-se a amar a si mesmo. Esse é um dos temas de Somente Uma Pequena Prova De Amor, que o autor define como “exposição em quatro atos” e que traz quatro "personas", sem nome e sem rosto, {12} que ainda insistem em estender a mão sem pedir nada a ninguém. Em comum a todos, o descaso para consigo mesmos. Em comum a todos, a aposta em que mantendo a palavra tudo se consegue.
Jornalista por profissão, ou seja, inicialmente treinado para narrar os fatos, Rodrigo {13} dedica-se parcialmente ao {14} teatro desde o ano de 2006. Recentemente, está pesquisando sobre clown e apresentou a peça O Nascimento {15} do Palhaço. Rodrigo Contrera escreve {16} crônicas e artigos para inúmeros sites há vários anos, tendo publicado {17} bastante em sites na web tais como Usina de Letras. Ao entrar em contato com Gerald Thomas, Contrera descobriu-se dramaturgo. Thomas foi, por assim dizer, seu “pai” no teatro.
2. Rodrigo Contrera, encenador de si mesmo
A influência de Gerald Thomas em Contrera pode ser notada na peça Somente uma prova de amor pelo fato de encenar não o autor ou diretor, mas por {18} desconstruir a {19} onisciência no palco: em cena, o autor-personagem, encenando a si mesmo. Contrera oscila da máxima objetividade (coisificação e visão de si mesmo “de fora”, como uma coisa ou um outro) para a máxima subjetividade (Contrera cita a esposa, encena a si mesmo, suas emoções pessoais, tornando-se, ao montar a peça enquanto ator, personagem de si mesmo, encenador que encena {20} a personagem do {21} “diretor teatral”). Enquanto o conteúdo do texto oscila entre esses dois pólos, a linguagem busca ser a mais referencial e impessoal possível, linguagem nua de jornalista reportando a queda do World Trade Center. Contrera não acredita na {22} identificação como forma de {23} conhecimento, e sente ao mesmo tempo enorme repulsa pelo {24} narcisismo em qualquer uma de suas manifestações.
No primeiro ato, a influência do Gerald é muita clara: o personagem/autor/diretor sendo questionado por uma {25} desconfiada e {26} provocativa voz off, que me parece, a projeção da {27} consciência desse mesmo personagem/autor/diretor. Por isso, o espelho serve como {28} metáfora pra essa sabatina do artista com ele mesmo.
{29} Esse ato foi feito a pedido de Gerald Thomas, para apresentação em 15 minutos. A pequena peça deveria ser encenada nas Satyrianas de outubro de 2007. Na primeira versão, o ato consistia num diálogo entre o autor (Contrera) e Gerald Thomas. O espetáculo chamava-se Onde você estava? (Fugindo), Brunno Almeida ficou a cargo da direção e Rafael Fabrício e Renata Becker, das atuações. O Brunno - que na versão inicial estava elencado para o papel, e que deixou a cargo do Rafael - depois iria fazer o papel do homem, sob direção de Rodrigo Contrera. Este espetáculo virou "Somente uma pequena prova de amor" (o nome foi inventado por Contrera, no improviso, quando combinava a encenação, por volta de março ou abril de 2008).
O {30} texto foi feito apresentado numa peça de Gerald Thomas pelo autor, duas vezes. A origem do texto é uma pergunta do Gerald a Contrera: "Do que é que você foge, Contrera?" Naquele dia, Gerald pediu-lhe um texto. Então ele fez o texto o Fugindo, como resposta: é simplesmente sua {31} apresentação ao público e ao mundo, como um homem que foge de si mesmo.
A vida (e não a obra de arte, como para Gerald Thomas) na visão de mundo de Contrera, não tem sentido, é um {32} acaso total. Sua peça organiza-se com base na ideia de que os grandes acontecimentos moldam as mentes e a percepção das pessoas, gerando muitas vezes enorme sofrimento, mas isso tudo é degradado pela coisificação que aniquila o sentido. A peça não tem preocupação em ser a estética do acaso total nem em ter “aura”: Rodrigo não teme se assumir um amador, abdicar de qualquer {33} seriedade de sua peça. Adota uma atitude impassível, como se observasse como o espírito fora de si em projeção astral, assim como, por ser demasiado crítico, pode também recusar e {34} refutar violentamente quaisquer considerações sobre qualidade.
Tendo no passado simpatizado com o mundo do heavy metal e se {35} formado ouvindo bandas como Iron Maiden e Motorhead, Contrera não se preocupa em excesso com beleza, harmonia ou status de artista (embora a trilha sonora de sua peça seja somente música erudita do Leste Europeu, segundo nos pareceu; sua expressão é o grito de Munch, é protesto individual incomunicável como um {36} grito parado no ar. Ele é muito consciente de tudo o que acontece ao seu redor, mas sua objetividade muitas vezes faz com que ele pareça afastado de si mesmo, desalmado ou {37} frio.
Sua sensibilidade comporta quebras bruscas no sentido: de repente, Contrera se desanima e as coisas ao redor perdem em importância. Ele tem algumas iluminações, como se de repente compreendesse que algo expirou ou ele retirou daquela experiência todo o sentido possível, podendo {38} encerrá-la.
Contrera, em sua peça, demonstra seu impulso para sentir visceralmente sua criação, vivenciá-la até a exaustão e o desespero. Seus textos são para serem lidos, vividos e seu maior horror são as masturbações mentais de literatos fracassados, daí sua tendência à “exposição”: a experiência teatral permite que um texto de Contrera seja “vivido por dentro” por ele mesmo diante do público e junto aos atores.
3. O Amor, morte, música, engenho de dentro: uma exposição de quatro atos
Contrera é um diretor extremamente detalhista, um verdadeiro demiurgo que deseja, obsessivamente, mesmo que por alguns minutos, reorganizar o mundo à sua imagem e semelhança e à sua maneira. A peça é resultado dessa organização, que ele mesmo sabe que é quente como um fogo fátuo. Enquanto organizador de seu mundo particular, a cujos cacos deseja dar {39} sentido, Contrera pensa tudo: luz, som, palavras e gestos de seu personagem são minuciosamente pensados nessa peça que ele sente, profundamente, como uma exposição de seu eu mais profundo. Ele coloca as seguintes anotações sobre luz, cenário, música e “sujeitos” como preparatórias para montar a cena onde se passa o ato 1:
Cenário: (palco vazio. cadeira simples, de madeira, de espaldar reto, no centro do palco. espelho no fundo do palco, de aproximadamente 1,5m de altura, cobrindo praticamente lado a lado.) sujeitos(1: homem. não muito alto, não muito baixo. magro, muito magro. camiseta listrada horizontal, mangas curtas, de listras grossas de cor preta/branca. sentado numa cadeira de madeira comum, com espaldar simples, reto, bem no centro do palco. olha para a platéia, fixo. praticamente não se mexe. pernas paralelas, pés plantados no chão. praticamente não mexe os braços, que contudo não permanecem presos à cadeira) . (2: voz. homem. sem expressão, a não ser quando especificado) (...).(CONTRERA, 2006).
Embora radicando na primeira pessoa, Contrera fala também de uma consciência de {40} geração: a lembrança do onze de setembro de 1973, dia em que o presidente Salvador Allende foi derrubado por um golpe militar, mesmo dia do ataque que destruiu, em 2001, as Torres Gêmeas do World Trade Center. O personagem, então, experimenta o roubo e sofre com ele, dando a entender que todo texto é intertextual, é produto de fragmentos roubados a outros textos. Logo, logo ele estará fazendo a pergunta fundamental que se fazem os que participam de uma mesma geração:
1 (tom mediano. fala inexpressiva. conta como se fossem fatos) eles me roubaram o 11 de setembro. hoje todo mundo {41} lembra das torres. eu me lembro das bombas, lá no chile. disso, ninguém lembra. mas lembram do pinochet. (fade off repentino da luz). 2 (sem luz, voz que surge de algum lugar, de trás, dos alto-falantes, mas não de uma pessoa. tom inexpressivo, NÃO INQUISITÓRIO) o que você estava fazendo quando as torres caíram? (Grifo nosso). 1 (a luz forte reaparece de repente. tom inexpressivo) dormindo, desempregado. liguei a tv, vi aquele negócio em chamas. veio um avião bateu, ninguém falava nada. de repente, o negócio tremeu e caiu. na hora eu ri. não sei por quê (...) (CONTRERA, 2006).
Embora os fatos históricos sejam desdramatizados e contrastados sob a luz ultra-violeta da banalidade e do cotidiano, Contrera fez a pergunta fundamental que uma geração se faz quando encontra outros membros dela: “onde você estava quando o fato X aconteceu?” O fato “X” pode ser a crucificação de Jesus Cristo, a derrubada do presidente João Goulart, a Segunda Guerra Mundial ou o festival de Woodstock, mas a resposta vai definir quem é que está falando e qual sua {42} posição diante da história. O personagem de Contrera não tem uma interpretação dos fatos históricos e coloca-se diante deles como um marginal ou quase autista. Ao responder a esses eventos, ele {43} não gera sentido e sim cai nos abismos da {44} subjetividade.
Para entender a peça, deve-se tratar do resgate do conceito de "geração" que impõe a consideração da complexidade dos fatores de estratificação social e a convergência sincrônica de todos eles; o conceito de geração não dilui os efeitos de classe, de gênero ou de raça na caracterização das posições sociais, mas conjuga-se com eles, numa relação que não é meramente aditiva nem complementar, antes se exerce na sua especificidade, ativando ou desativando parcialmente esses efeitos.
Rodrigo Contrera não se pretende porta-voz de nenhuma geração, apenas se define como autor {45} bissexto, autor e intérprete-amador. {46} O teatro, como toda prática social coletiva, implica uma dupla presença, essa dos atores de uma parte e a dos espectadores-ouvintes de outra parte. O reencontro, a conjunção e a troca entre essas duas presenças se inscrevem em um espaço. A arte de organizar esse espaço é a cenografia. O que acaba de ser dito serve para esconder que essa dupla presença que, dada em separado, não precisa ocorrer entre os atores e os espectadores. Em outras palavras: se os atores partem da obviedade dessa dupla presença, eles acabam se preparando necessariamente para atuar, para representar. Já os espectadores, se partem dessa dupla presença, tomada em separado, preparam-se, aprontam-se para presenciar essa representação. O espaço nessa medida é repartido ao meio: entre palco e platéia. E dessa forma - e só dessa forma - ambos grupos partem do {47} pressuposto do espetáculo: do palco em que se representa para a platéia.
A dramaturgia de Contrera fundamenta-se no questionamento de que se realmente existe necessidade de se separar palco e platéia, de ambos os grupos se prepararem para os outros. Suas peças visam partir de um todo, abolindo a {48} indistinção entre palco e platéia. Na primeira - Somente uma pequena prova de amor - a disposição do {49} interrogatório com o espelho ao fundo visa colocar a platéia sob {50} julgamento, algo que o texto também visa invocar.
Na segunda peça realizada por Contrera, O teatro é isso (Nascimento de um palhaço), quem se coloca à frente, no palco, onde também permanecem os espectadores, não é um ator, mas é o próprio autor, que brinca com sua própria imagem, colocando-se sob ridículo. O texto também invoca uma presença, chamando a atenção para o fato de que o autor está aí, mas qualquer um poderia estar. Ele defende a posição de que essa distinção entre palco e platéia foi construída, e nessa construção passou a ser utilizada para defender cisões: seja entre real e imaginário, seja entre teatro e vida, seja entre profissionais e espectadores, em suma, cisões que fazem do palco um lugar por excelência daquele que se dedica à representação, mantendo afastados os outros, que são ditos amadores ou que são mantidos à distância com o intuito - na {51} melhor das hipóteses - de defender a integridade desse espaço - do palco, da arte - face à vida.
Na dramaturgia de Contrera, a enorme agilidade da luz e da música irá contrastar com os personagens relativamente parados, empenhados na luta contra contra a angústia de verem a si mesmos e ao mundo como objetos observáveis sem identificação {52} afetiva. A peça finaliza sem deixar nada que se pareça com uma moral da {53} história. Sobre esse ponto, citaremos um trecho de Torquato Neto, poeta com o qual Rodrigo Contrera apresenta algumas semelhanças estilísticas (estilo confessional, obsessão pelo não-sentido da vida):
A literatura tem a ver com a moral individual e a moral individual não interessa – não existe mais, nossa época exige a descrição de painéis e o close-up tende a não interessar nem como psicologia. Não precisaremos retornar ao teatro de máscaras porque, se queira ou não se queira, a massa onde praticamente nos perdemos já é máscara, já nos abriga e revela, é a supra-máscara. Planos gerais. Painéis. O homem moderno não existe como indivíduo, mas como tipo – e esses tipos não são tantos como todos nós. São relativamente poucos. Somente me interesso pelo tipo e cada tipo, classe, nas diversas sociedades massificadas, obedece a comportamentos mais ou menos standards, interesso-me por compreendê-los (estudá-los) e abandoná-los (TORQUATO, 2003, p. {54} 327).
A peça de Rodrigo intenta discutir a noção de cenografia em espetáculos em geral e em seus espetáculos, em particular, visando chegar a questões que ele possa trabalhar {55} aos poucos no palco. O teatro é por essência efêmero. Mas, seja ele uma cerimônia religiosa, como na Antiguidade grega e na Idade Média, ou um divertimento, como em Roma e na Itália renascentista, o teatro é a expressão de uma civilização, de uma cultura, de um pensamento. Essa expressão é em meio a um código de representação, {56} inteligível para todos num determinado tempo e lugar. Voltando à temática de geração, verifica-se que os fatos marcantes se sucedem, seguidos de seus reflexos no {57} eu do autor-intérprete:
2 (tom inexpressivo) onde você estava quando o ayrton senna morreu? 1 (a luz reaparece de repente) assistindo a um campeonado de karatê. dava para ver que tinha algo errado. ninguém falou nada na hora. eu não gostava muito do senna. mas foi difícil para todo mundo agüentar (...). (fade off da luz) onde é que você tava quando começou a primeira guerra no Iraque, em 92 (a luz reaparece) num hotel no interior de são paulo, a serviço. Trabalhava numa revista de assuntos rurais. eu me lembro: estava batendo uma punheta (...). Onde é que você estava quando estouraram aquelas bombas em londres e madri? 1 não tenho a menor idéia (pausa). Mas eu lembro onde eu estava quando mataram aquele brasileiro no metrô de londres. eu estava viajando, com a cris, no interior de são paulo. comprei o jornal, abaixei a cabeça, chorei um pouquinho e fui em frente (...). (CONTRERA, 2006).
Contrera oscilou, portanto, entre a contemplação não emotiva do onze de setembro, que somente faz o personagem-autor rir e a morte injusta de Jean Charles de Menezes, imigrante de origem mineira, que o toca: sua arte se faz na luta entre ceder à coisificação, integrando-se à reificação reinante e a lutar contra ela. A reificação, ou coisificação, é o contrário do reconhecimento social. Os sujeitos que vivem imersos no processo de reificação resultante de sociedades capitalistas perceberiam os elementos de uma dada situação somente sob o ponto de vista do benefício que eles poderiam conseguir para seu próprio cálculo utilitário {58} egoísta. Isso ocorre porque, na troca de mercadorias, a tendência é ver o mundo circulante como “coisas” potencialmente lucrativas, onde seu parceiro de interação social é mero “objeto” de uma transação rentável. Os próprios recursos dos seres humanos passam, também, a ser “recursos” objetivos para o cálculo das oportunidades de lucro. A coisificação vira uma segunda natureza com a qual o autor-personagem precisa lutar. Até suas personagens não possuem nomes: são descritas no texto como “1” e “{59} 2”.
Mas o que seria uma visão não reificada do mundo? Seria um interesse pelo que mundo que fosse acompanhado pelos laços com os demais indivíduos. O teatro de Contrera deseja {60} tirar o espectador dessa posição de mero contemplador indiferente da peça e da própria vida. Ele trata, a seguir, da escravidão, ou melhor, da fuga dela, o que equivale a uma fuga da reificação onipresente:
Fugindo eu consigo entrar e sair e sair e entrar. Fugindo eu posso ficar. Fugindo eu posso ir embora. Quem foge não precisa ser aceito. Quem foge pode tudo. (começa a andar, a passos lentos, aproximando-se do lado esquerdo de 1, que está fumando) Os escravos fugiam em direção ao litoral. Quem não podia ficava no caminho e fazia seu quilombo. Quem foge não pede remorsos. Quem foge olha pra frente. Quem teme olha pra trás. Quem foge fala manso. Quem foge bate forte. Eu fujo porque não tenho mais nada a perder. E sempre ganho porque só me resta fugir. (mais forte) O homem é livre e vive preso, diz Rousseau. Estou preso e vivo livre, digo eu. Preso a mim mesmo, de quem não consigo fugir (CONTRERA, 2006)
Paralelo ao procedimento de lutar contra a reificação, ainda que sentindo-a sempre muito presente em si mesmo enquanto necessidade de viver em sociedade sem crises de consciência nem tanto sofrimento, existe a linguagem metateatral que se evicenciou a seguir. Outro elemento ao qual Contrera recorre é citar que “vai colocar em minha peça” algo que, por ser nomeado naquela circunstância, já está dentro da peça. O metateatro foi um procedimento ao qual Pirandello deu grande evidência e pertinência no início do século passado. O ator questiona sua falta de lugar, pois no palco não se sente à vontade como ator, assim como platéia fica desejando subir no palco:
(Aproxima-se da borda do palco. senta-se, encarando os espectadores, um a um) (por volta de 2’34”, a música sobe, é preciso fazê-la descer, de forma a não encobrir a fala) Fico no palco para fugir da platéia. Fico no palco sem ser ator. Fico no palco e fico lá fora. Vocês me vêem agora e nunca mais. Pois quando me canso saio fora. E quando vou embora não digo adeus. E quando volto não digo: ói eu aqui, esperando um abraço. (levanta-se) Eu vou e volto. E como posso tudo sentem que fico. E como posso tudo sentem que vou. Um dia eu vou, para sempre. (anda em direção ao fundo do palco. a luz esmaecida não incentiva que o acompanhem com o olhar) Fujo sem parar adiantando esse dia, quem sabe. Fujo sem parar para morrer e ressuscitar, quem sabe. Fujo quando calo, quando falo, quando olho, quando viro o olhar. (pausa longa. sem expressividade) Só queria mesmo um amigo. (3’43”) Mas os amigos aparecem quando eu fujo. Porque eu fujo de mim (...). Todo mundo aceita quem não consegue fugir de si mesmo (...). (Ato 4 (música: 01 01 Faixa 1, de Msa Glakolskaya, de Leos Janacek, extremamente forte) (luz forte que inclui a platéia e os sujeitos, apenas por um instante. 1 vira a cadeira face o espelho, sentando-se frente a si mesmo. 3 vira-se para o outro lado de si mesmo. os movimentos, extremamente rápidos, não chegam a se completar, quando a luz desaparece. fim) (CONTRERA, 2006).
A intenção, conforme vemos acima, é criar um teatro sem artifícios e efeitos. A verdade da criatura humana é inalcançável, conforme podemos ver ilustrado acima, nos textos de Contrera, mas seus personagens teriam uma essência que, vista de fora, se aproximaria da {61} caricatura. Se um homem não se revela totalmente a outro, por que a personagem se desnudaria para o intérprete? Na dramaturgia, esse conceito, ao invés de fechar a personagem em obscuridade, abre-a para uma série infinita de possíveis, sem o risco de a dissolução decompô-la em fragmentos identificáveis. O fluxo da vida, mostrado acima através dos eventos históricos (Pinochet, Lula, atentados na Espanha, morte de Jean Charles de Menezes) não fixa os personagens numa realidade fixa e imutável, ainda que eles prossigam numa mesma linha direcional.
4. Conclusão
Concluímos essa breve exposição verificando que Contrera iniciou sua carreira de dramaturgo dispondo de um universo muito próprio e raro de referências e obsessões, tendo realizado um espetáculo bastante ligado ao texto, o que lhe deu um quê de “leitura dramática”: espera-se, no futuro, que ele se emancipe um pouco do texto, tal qual faz Gerald Thomas, preocupando-se também com a cena e dando liberdade aos atores para incluírem “cacos” e idéias próprias.
Nossa hipótese foi que a peça aqui estudada, Somente uma prova de amor, possui como eixo organizador o estudo dos eventos que formam as gerações. A partir desse eixo, a dramaturgia do autor parte para inúmeras ramificações colaterais: a questão da reificação, a coisificação paralisante contra a qual seus personagens teimam em lutar uma batalha exaustiva e finalmente incerta; a busca do sentido da existência, principalmente diante dos grandes eventos históricos; o enorme cansaço que deriva da necessidade de conferir sentido ao mundo, mas sem poder ordená-lo à vontade, o que introduz o tema da fuga e da encenação de si mesmo; o questionamento da identidade eu/outro que acaba recaindo na divisão arte/vida e palco/platéia.
Finalizando, podemos dizer que Contrera muito bem soube criar um texto tenso e vívido, tendo respondido com agudeza diante da necessidade de gerar um sentido para uma vida individual que se sente como espectador de sua própria vida e custa a fazer a relação entre essa existência quase autista e os processos históricos que rugem e causam sofrimentos a milhares. Diante da tragédia de nosso mundo – e de nosso teatro cada vez mais submetido aos padrões da teledramaturgia televisiva e global – a obra de Rodrigo Contrera mostra uma coerente e intensa resposta do teatro experimental a um determinado contexto.
5. Bibliografia:
CONTRERA, Rodrigo. Somente uma pequena prova de amor. Somenteumapequenaprovadeamor.blogspot.com. <>.
__________________. comentariosdocontrera.blogspot.com. <>.
GUINSBURG, J. Pirandello: do teatro no teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999.
MELO, Rúrion Soares. Honneth e a reificação. Revista Mente, Cérebro e Filosofia. São Paulo: Duetto editorial, 2008.
NETO, Torquato. Torquatália, do lado de dentro. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.
[1] Graduado em Filosofia (UFMG) e mestre em Estudos Literários pela mesma universidade. Doutorando em Teoria e História Literária (UNICAMP).
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo.A questão de crítica entrou numa de Dogma 95. Quantas exigências críticas! Como vou saber se alguém não vai destacar uma parte do meu texto para desqualificar alguém? Como prevenir isso? Só escrevendo da maneira mais técnica possível...vai ficar uma bosta!Dogma é 95 e não 2009!
{1} exposição
{2} várias
{3} vários
{4} em subjetividades
{5} brasileira: não citada
{6} sentimento
{7} sentimento
{8} sentimentos
[9} vida
{10} programa ""
{11} próxima peça
{12} uma delas: um demiurgo
{13} inteiramente seus esforços de subjetividade
{14} à subjetividade
{15} de um
{16} não
{17} os primeiros escritos públicos
{18} desconstruir/reconstruir
{19} onipotência
{20} a si mesmo
{21} não
{22} CORRETO
{23} mais sentimento como "auto-conhecimento"
{24} CORRETO
{25} autoreferencial
{26} não
{27} não sei se é isso, realmente
{28} não. ele está de costas ao espelho
{29} O primeiro
{30} segundo
{31} como ser humano
{32} não. a resposta está no amor
{33} excessiva. a seriedade está no tom
{34} CORRETO. a qualidade é sentida na integridade (não integralidade) de quem diz e do que diz
{35} não há formação
{36} sim. um pouco mais que isso
{37} CORRETO
{38} CORRETO. haveria sempre essa opção
{39} ou sentimento
{40} dúvida. é algo mais e ao mesmo tempo menos que uma geração
{41} a importância/ impotência da lembrança
{42} sim e não. não porque a posição tem algo de irrelevante, no decorrer da peça
{43} CORRETO
{44} CORRETO
{45} não, autor constante
{46} a partir daqui, citação
{47} CORRETO
{48} distinção
{49} não é interrogatório
{50} reconhecimento
{51} que apenas às vezes é a que ocorre
{52} CORRETÍSSIMO. isso serve para interpretar minha vida real
{53} não, é preciso contemplar e compreender a terceira parte
{54} Torquato Neto pode ter algo a compartilhar comigo, mas este trecho não parece ajudar
{55} CORRETO
{56} minha posição é que o teatro não evoluiu o suficiente em sua linguagem para abarcar todos os modos de apresentação contemporâneos
{57} sensação
{58} essa tentação ocorre para todos; a peça visa colocar isso à vista
{59} e 3
{60} mostrar essa opção
{61} são caricaturas REAIS.
obrigado.noto que a questão de crítica não publicou.vai levar tempo até o mundo nos levar a sério.ou levar a si próprio a sério.ou a gente não se levar a sério.
abração
contrera
Somente uma pequena prova de amor: breve apreciação do teatro de Rodrigo Contrera
Lúcio Emílio do Espírito Santo Júnior[1]
1. Introdução
Esse texto busca analisar a peça Somente uma pequena prova de amor, de Rodrigo Humberto Léon Contrera, dramaturgo chileno-brasileiro. Nossa hipótese é que a peça contém exibe e dramatiza, através do {1} debate exacerbado a respeito de fatos políticos e sociais recentes, um determinado núcleo que a organiza: experiências traumáticas que marcam a memória de {2} uma geração em torno de {3} um evento significativo que afeta a existência de muitos seres humanos.
Supomos que Contrera trata de um fato central, o onze de setembro, (o setember eleven dos norte-americanos), mas a partir dele arrola outros fatos tão dramáticos e {4} marcantes como aquele: a ditadura militar {5} brasileira e chilena, a morte de Ayrton Senna, os atentados na Espanha, a morte de Jean Charles de Menezes, a Guerra do Iraque. Tais fatos passam, então, a organizar uma narrativa crispada que busca o {6} sentido da existência humana, tendo como pano de fundo: 1) a possível inexistência desse {7} sentido e o imenso cansaço que deriva de produzi-lo; 2) a dificuldade em acreditar em quaisquer {8} conteúdos ou explicações a um destino comum coletivo para a {9} humanidade ou para o Brasil; 3) a coisificação crescente do ser humano, que aparece como um desafio a ser vencido.
A última apresentação do texto, escrito e redigido por Rodrigo Contrera, ocorreu em vinte e quatro de maio de 2008, no ECAL (Espaço Cultural Alberto Levy). O elenco contou com Rycardo Moreno, Brunno Almeida, Rafael Fabrício e Rodrigo Contrera. Foi a estréia na direção e palco de Rodrigo Contrera, autor que já fez "Onde você estava? Fugindo", texto apresentado no festival Satyrianas de outubro de 2007. {10} Num mundo em que "a bagunça invade nossa experiência a cada momento" (Beckett), e em que a {11} morte se anuncia menos pelo choque e mais pela indiferença, o ser humano enfrenta o século XXI carente de crença e de afeto. Contrera postula que, menos do que acreditar em Deus, o homem não acredita mais em si mesmo; menos que aos outros, o homem recusa-se a amar a si mesmo. Esse é um dos temas de Somente Uma Pequena Prova De Amor, que o autor define como “exposição em quatro atos” e que traz quatro "personas", sem nome e sem rosto, {12} que ainda insistem em estender a mão sem pedir nada a ninguém. Em comum a todos, o descaso para consigo mesmos. Em comum a todos, a aposta em que mantendo a palavra tudo se consegue.
Jornalista por profissão, ou seja, inicialmente treinado para narrar os fatos, Rodrigo {13} dedica-se parcialmente ao {14} teatro desde o ano de 2006. Recentemente, está pesquisando sobre clown e apresentou a peça O Nascimento {15} do Palhaço. Rodrigo Contrera escreve {16} crônicas e artigos para inúmeros sites há vários anos, tendo publicado {17} bastante em sites na web tais como Usina de Letras. Ao entrar em contato com Gerald Thomas, Contrera descobriu-se dramaturgo. Thomas foi, por assim dizer, seu “pai” no teatro.
2. Rodrigo Contrera, encenador de si mesmo
A influência de Gerald Thomas em Contrera pode ser notada na peça Somente uma prova de amor pelo fato de encenar não o autor ou diretor, mas por {18} desconstruir a {19} onisciência no palco: em cena, o autor-personagem, encenando a si mesmo. Contrera oscila da máxima objetividade (coisificação e visão de si mesmo “de fora”, como uma coisa ou um outro) para a máxima subjetividade (Contrera cita a esposa, encena a si mesmo, suas emoções pessoais, tornando-se, ao montar a peça enquanto ator, personagem de si mesmo, encenador que encena {20} a personagem do {21} “diretor teatral”). Enquanto o conteúdo do texto oscila entre esses dois pólos, a linguagem busca ser a mais referencial e impessoal possível, linguagem nua de jornalista reportando a queda do World Trade Center. Contrera não acredita na {22} identificação como forma de {23} conhecimento, e sente ao mesmo tempo enorme repulsa pelo {24} narcisismo em qualquer uma de suas manifestações.
No primeiro ato, a influência do Gerald é muita clara: o personagem/autor/diretor sendo questionado por uma {25} desconfiada e {26} provocativa voz off, que me parece, a projeção da {27} consciência desse mesmo personagem/autor/diretor. Por isso, o espelho serve como {28} metáfora pra essa sabatina do artista com ele mesmo.
{29} Esse ato foi feito a pedido de Gerald Thomas, para apresentação em 15 minutos. A pequena peça deveria ser encenada nas Satyrianas de outubro de 2007. Na primeira versão, o ato consistia num diálogo entre o autor (Contrera) e Gerald Thomas. O espetáculo chamava-se Onde você estava? (Fugindo), Brunno Almeida ficou a cargo da direção e Rafael Fabrício e Renata Becker, das atuações. O Brunno - que na versão inicial estava elencado para o papel, e que deixou a cargo do Rafael - depois iria fazer o papel do homem, sob direção de Rodrigo Contrera. Este espetáculo virou "Somente uma pequena prova de amor" (o nome foi inventado por Contrera, no improviso, quando combinava a encenação, por volta de março ou abril de 2008).
O {30} texto foi feito apresentado numa peça de Gerald Thomas pelo autor, duas vezes. A origem do texto é uma pergunta do Gerald a Contrera: "Do que é que você foge, Contrera?" Naquele dia, Gerald pediu-lhe um texto. Então ele fez o texto o Fugindo, como resposta: é simplesmente sua {31} apresentação ao público e ao mundo, como um homem que foge de si mesmo.
A vida (e não a obra de arte, como para Gerald Thomas) na visão de mundo de Contrera, não tem sentido, é um {32} acaso total. Sua peça organiza-se com base na ideia de que os grandes acontecimentos moldam as mentes e a percepção das pessoas, gerando muitas vezes enorme sofrimento, mas isso tudo é degradado pela coisificação que aniquila o sentido. A peça não tem preocupação em ser a estética do acaso total nem em ter “aura”: Rodrigo não teme se assumir um amador, abdicar de qualquer {33} seriedade de sua peça. Adota uma atitude impassível, como se observasse como o espírito fora de si em projeção astral, assim como, por ser demasiado crítico, pode também recusar e {34} refutar violentamente quaisquer considerações sobre qualidade.
Tendo no passado simpatizado com o mundo do heavy metal e se {35} formado ouvindo bandas como Iron Maiden e Motorhead, Contrera não se preocupa em excesso com beleza, harmonia ou status de artista (embora a trilha sonora de sua peça seja somente música erudita do Leste Europeu, segundo nos pareceu; sua expressão é o grito de Munch, é protesto individual incomunicável como um {36} grito parado no ar. Ele é muito consciente de tudo o que acontece ao seu redor, mas sua objetividade muitas vezes faz com que ele pareça afastado de si mesmo, desalmado ou {37} frio.
Sua sensibilidade comporta quebras bruscas no sentido: de repente, Contrera se desanima e as coisas ao redor perdem em importância. Ele tem algumas iluminações, como se de repente compreendesse que algo expirou ou ele retirou daquela experiência todo o sentido possível, podendo {38} encerrá-la.
Contrera, em sua peça, demonstra seu impulso para sentir visceralmente sua criação, vivenciá-la até a exaustão e o desespero. Seus textos são para serem lidos, vividos e seu maior horror são as masturbações mentais de literatos fracassados, daí sua tendência à “exposição”: a experiência teatral permite que um texto de Contrera seja “vivido por dentro” por ele mesmo diante do público e junto aos atores.
3. O Amor, morte, música, engenho de dentro: uma exposição de quatro atos
Contrera é um diretor extremamente detalhista, um verdadeiro demiurgo que deseja, obsessivamente, mesmo que por alguns minutos, reorganizar o mundo à sua imagem e semelhança e à sua maneira. A peça é resultado dessa organização, que ele mesmo sabe que é quente como um fogo fátuo. Enquanto organizador de seu mundo particular, a cujos cacos deseja dar {39} sentido, Contrera pensa tudo: luz, som, palavras e gestos de seu personagem são minuciosamente pensados nessa peça que ele sente, profundamente, como uma exposição de seu eu mais profundo. Ele coloca as seguintes anotações sobre luz, cenário, música e “sujeitos” como preparatórias para montar a cena onde se passa o ato 1:
Cenário: (palco vazio. cadeira simples, de madeira, de espaldar reto, no centro do palco. espelho no fundo do palco, de aproximadamente 1,5m de altura, cobrindo praticamente lado a lado.) sujeitos(1: homem. não muito alto, não muito baixo. magro, muito magro. camiseta listrada horizontal, mangas curtas, de listras grossas de cor preta/branca. sentado numa cadeira de madeira comum, com espaldar simples, reto, bem no centro do palco. olha para a platéia, fixo. praticamente não se mexe. pernas paralelas, pés plantados no chão. praticamente não mexe os braços, que contudo não permanecem presos à cadeira) . (2: voz. homem. sem expressão, a não ser quando especificado) (...).(CONTRERA, 2006).
Embora radicando na primeira pessoa, Contrera fala também de uma consciência de {40} geração: a lembrança do onze de setembro de 1973, dia em que o presidente Salvador Allende foi derrubado por um golpe militar, mesmo dia do ataque que destruiu, em 2001, as Torres Gêmeas do World Trade Center. O personagem, então, experimenta o roubo e sofre com ele, dando a entender que todo texto é intertextual, é produto de fragmentos roubados a outros textos. Logo, logo ele estará fazendo a pergunta fundamental que se fazem os que participam de uma mesma geração:
1 (tom mediano. fala inexpressiva. conta como se fossem fatos) eles me roubaram o 11 de setembro. hoje todo mundo {41} lembra das torres. eu me lembro das bombas, lá no chile. disso, ninguém lembra. mas lembram do pinochet. (fade off repentino da luz). 2 (sem luz, voz que surge de algum lugar, de trás, dos alto-falantes, mas não de uma pessoa. tom inexpressivo, NÃO INQUISITÓRIO) o que você estava fazendo quando as torres caíram? (Grifo nosso). 1 (a luz forte reaparece de repente. tom inexpressivo) dormindo, desempregado. liguei a tv, vi aquele negócio em chamas. veio um avião bateu, ninguém falava nada. de repente, o negócio tremeu e caiu. na hora eu ri. não sei por quê (...) (CONTRERA, 2006).
Embora os fatos históricos sejam desdramatizados e contrastados sob a luz ultra-violeta da banalidade e do cotidiano, Contrera fez a pergunta fundamental que uma geração se faz quando encontra outros membros dela: “onde você estava quando o fato X aconteceu?” O fato “X” pode ser a crucificação de Jesus Cristo, a derrubada do presidente João Goulart, a Segunda Guerra Mundial ou o festival de Woodstock, mas a resposta vai definir quem é que está falando e qual sua {42} posição diante da história. O personagem de Contrera não tem uma interpretação dos fatos históricos e coloca-se diante deles como um marginal ou quase autista. Ao responder a esses eventos, ele {43} não gera sentido e sim cai nos abismos da {44} subjetividade.
Para entender a peça, deve-se tratar do resgate do conceito de "geração" que impõe a consideração da complexidade dos fatores de estratificação social e a convergência sincrônica de todos eles; o conceito de geração não dilui os efeitos de classe, de gênero ou de raça na caracterização das posições sociais, mas conjuga-se com eles, numa relação que não é meramente aditiva nem complementar, antes se exerce na sua especificidade, ativando ou desativando parcialmente esses efeitos.
Rodrigo Contrera não se pretende porta-voz de nenhuma geração, apenas se define como autor {45} bissexto, autor e intérprete-amador. {46} O teatro, como toda prática social coletiva, implica uma dupla presença, essa dos atores de uma parte e a dos espectadores-ouvintes de outra parte. O reencontro, a conjunção e a troca entre essas duas presenças se inscrevem em um espaço. A arte de organizar esse espaço é a cenografia. O que acaba de ser dito serve para esconder que essa dupla presença que, dada em separado, não precisa ocorrer entre os atores e os espectadores. Em outras palavras: se os atores partem da obviedade dessa dupla presença, eles acabam se preparando necessariamente para atuar, para representar. Já os espectadores, se partem dessa dupla presença, tomada em separado, preparam-se, aprontam-se para presenciar essa representação. O espaço nessa medida é repartido ao meio: entre palco e platéia. E dessa forma - e só dessa forma - ambos grupos partem do {47} pressuposto do espetáculo: do palco em que se representa para a platéia.
A dramaturgia de Contrera fundamenta-se no questionamento de que se realmente existe necessidade de se separar palco e platéia, de ambos os grupos se prepararem para os outros. Suas peças visam partir de um todo, abolindo a {48} indistinção entre palco e platéia. Na primeira - Somente uma pequena prova de amor - a disposição do {49} interrogatório com o espelho ao fundo visa colocar a platéia sob {50} julgamento, algo que o texto também visa invocar.
Na segunda peça realizada por Contrera, O teatro é isso (Nascimento de um palhaço), quem se coloca à frente, no palco, onde também permanecem os espectadores, não é um ator, mas é o próprio autor, que brinca com sua própria imagem, colocando-se sob ridículo. O texto também invoca uma presença, chamando a atenção para o fato de que o autor está aí, mas qualquer um poderia estar. Ele defende a posição de que essa distinção entre palco e platéia foi construída, e nessa construção passou a ser utilizada para defender cisões: seja entre real e imaginário, seja entre teatro e vida, seja entre profissionais e espectadores, em suma, cisões que fazem do palco um lugar por excelência daquele que se dedica à representação, mantendo afastados os outros, que são ditos amadores ou que são mantidos à distância com o intuito - na {51} melhor das hipóteses - de defender a integridade desse espaço - do palco, da arte - face à vida.
Na dramaturgia de Contrera, a enorme agilidade da luz e da música irá contrastar com os personagens relativamente parados, empenhados na luta contra contra a angústia de verem a si mesmos e ao mundo como objetos observáveis sem identificação {52} afetiva. A peça finaliza sem deixar nada que se pareça com uma moral da {53} história. Sobre esse ponto, citaremos um trecho de Torquato Neto, poeta com o qual Rodrigo Contrera apresenta algumas semelhanças estilísticas (estilo confessional, obsessão pelo não-sentido da vida):
A literatura tem a ver com a moral individual e a moral individual não interessa – não existe mais, nossa época exige a descrição de painéis e o close-up tende a não interessar nem como psicologia. Não precisaremos retornar ao teatro de máscaras porque, se queira ou não se queira, a massa onde praticamente nos perdemos já é máscara, já nos abriga e revela, é a supra-máscara. Planos gerais. Painéis. O homem moderno não existe como indivíduo, mas como tipo – e esses tipos não são tantos como todos nós. São relativamente poucos. Somente me interesso pelo tipo e cada tipo, classe, nas diversas sociedades massificadas, obedece a comportamentos mais ou menos standards, interesso-me por compreendê-los (estudá-los) e abandoná-los (TORQUATO, 2003, p. {54} 327).
A peça de Rodrigo intenta discutir a noção de cenografia em espetáculos em geral e em seus espetáculos, em particular, visando chegar a questões que ele possa trabalhar {55} aos poucos no palco. O teatro é por essência efêmero. Mas, seja ele uma cerimônia religiosa, como na Antiguidade grega e na Idade Média, ou um divertimento, como em Roma e na Itália renascentista, o teatro é a expressão de uma civilização, de uma cultura, de um pensamento. Essa expressão é em meio a um código de representação, {56} inteligível para todos num determinado tempo e lugar. Voltando à temática de geração, verifica-se que os fatos marcantes se sucedem, seguidos de seus reflexos no {57} eu do autor-intérprete:
2 (tom inexpressivo) onde você estava quando o ayrton senna morreu? 1 (a luz reaparece de repente) assistindo a um campeonado de karatê. dava para ver que tinha algo errado. ninguém falou nada na hora. eu não gostava muito do senna. mas foi difícil para todo mundo agüentar (...). (fade off da luz) onde é que você tava quando começou a primeira guerra no Iraque, em 92 (a luz reaparece) num hotel no interior de são paulo, a serviço. Trabalhava numa revista de assuntos rurais. eu me lembro: estava batendo uma punheta (...). Onde é que você estava quando estouraram aquelas bombas em londres e madri? 1 não tenho a menor idéia (pausa). Mas eu lembro onde eu estava quando mataram aquele brasileiro no metrô de londres. eu estava viajando, com a cris, no interior de são paulo. comprei o jornal, abaixei a cabeça, chorei um pouquinho e fui em frente (...). (CONTRERA, 2006).
Contrera oscilou, portanto, entre a contemplação não emotiva do onze de setembro, que somente faz o personagem-autor rir e a morte injusta de Jean Charles de Menezes, imigrante de origem mineira, que o toca: sua arte se faz na luta entre ceder à coisificação, integrando-se à reificação reinante e a lutar contra ela. A reificação, ou coisificação, é o contrário do reconhecimento social. Os sujeitos que vivem imersos no processo de reificação resultante de sociedades capitalistas perceberiam os elementos de uma dada situação somente sob o ponto de vista do benefício que eles poderiam conseguir para seu próprio cálculo utilitário {58} egoísta. Isso ocorre porque, na troca de mercadorias, a tendência é ver o mundo circulante como “coisas” potencialmente lucrativas, onde seu parceiro de interação social é mero “objeto” de uma transação rentável. Os próprios recursos dos seres humanos passam, também, a ser “recursos” objetivos para o cálculo das oportunidades de lucro. A coisificação vira uma segunda natureza com a qual o autor-personagem precisa lutar. Até suas personagens não possuem nomes: são descritas no texto como “1” e “{59} 2”.
Mas o que seria uma visão não reificada do mundo? Seria um interesse pelo que mundo que fosse acompanhado pelos laços com os demais indivíduos. O teatro de Contrera deseja {60} tirar o espectador dessa posição de mero contemplador indiferente da peça e da própria vida. Ele trata, a seguir, da escravidão, ou melhor, da fuga dela, o que equivale a uma fuga da reificação onipresente:
Fugindo eu consigo entrar e sair e sair e entrar. Fugindo eu posso ficar. Fugindo eu posso ir embora. Quem foge não precisa ser aceito. Quem foge pode tudo. (começa a andar, a passos lentos, aproximando-se do lado esquerdo de 1, que está fumando) Os escravos fugiam em direção ao litoral. Quem não podia ficava no caminho e fazia seu quilombo. Quem foge não pede remorsos. Quem foge olha pra frente. Quem teme olha pra trás. Quem foge fala manso. Quem foge bate forte. Eu fujo porque não tenho mais nada a perder. E sempre ganho porque só me resta fugir. (mais forte) O homem é livre e vive preso, diz Rousseau. Estou preso e vivo livre, digo eu. Preso a mim mesmo, de quem não consigo fugir (CONTRERA, 2006)
Paralelo ao procedimento de lutar contra a reificação, ainda que sentindo-a sempre muito presente em si mesmo enquanto necessidade de viver em sociedade sem crises de consciência nem tanto sofrimento, existe a linguagem metateatral que se evicenciou a seguir. Outro elemento ao qual Contrera recorre é citar que “vai colocar em minha peça” algo que, por ser nomeado naquela circunstância, já está dentro da peça. O metateatro foi um procedimento ao qual Pirandello deu grande evidência e pertinência no início do século passado. O ator questiona sua falta de lugar, pois no palco não se sente à vontade como ator, assim como platéia fica desejando subir no palco:
(Aproxima-se da borda do palco. senta-se, encarando os espectadores, um a um) (por volta de 2’34”, a música sobe, é preciso fazê-la descer, de forma a não encobrir a fala) Fico no palco para fugir da platéia. Fico no palco sem ser ator. Fico no palco e fico lá fora. Vocês me vêem agora e nunca mais. Pois quando me canso saio fora. E quando vou embora não digo adeus. E quando volto não digo: ói eu aqui, esperando um abraço. (levanta-se) Eu vou e volto. E como posso tudo sentem que fico. E como posso tudo sentem que vou. Um dia eu vou, para sempre. (anda em direção ao fundo do palco. a luz esmaecida não incentiva que o acompanhem com o olhar) Fujo sem parar adiantando esse dia, quem sabe. Fujo sem parar para morrer e ressuscitar, quem sabe. Fujo quando calo, quando falo, quando olho, quando viro o olhar. (pausa longa. sem expressividade) Só queria mesmo um amigo. (3’43”) Mas os amigos aparecem quando eu fujo. Porque eu fujo de mim (...). Todo mundo aceita quem não consegue fugir de si mesmo (...). (Ato 4 (música: 01 01 Faixa 1, de Msa Glakolskaya, de Leos Janacek, extremamente forte) (luz forte que inclui a platéia e os sujeitos, apenas por um instante. 1 vira a cadeira face o espelho, sentando-se frente a si mesmo. 3 vira-se para o outro lado de si mesmo. os movimentos, extremamente rápidos, não chegam a se completar, quando a luz desaparece. fim) (CONTRERA, 2006).
A intenção, conforme vemos acima, é criar um teatro sem artifícios e efeitos. A verdade da criatura humana é inalcançável, conforme podemos ver ilustrado acima, nos textos de Contrera, mas seus personagens teriam uma essência que, vista de fora, se aproximaria da {61} caricatura. Se um homem não se revela totalmente a outro, por que a personagem se desnudaria para o intérprete? Na dramaturgia, esse conceito, ao invés de fechar a personagem em obscuridade, abre-a para uma série infinita de possíveis, sem o risco de a dissolução decompô-la em fragmentos identificáveis. O fluxo da vida, mostrado acima através dos eventos históricos (Pinochet, Lula, atentados na Espanha, morte de Jean Charles de Menezes) não fixa os personagens numa realidade fixa e imutável, ainda que eles prossigam numa mesma linha direcional.
4. Conclusão
Concluímos essa breve exposição verificando que Contrera iniciou sua carreira de dramaturgo dispondo de um universo muito próprio e raro de referências e obsessões, tendo realizado um espetáculo bastante ligado ao texto, o que lhe deu um quê de “leitura dramática”: espera-se, no futuro, que ele se emancipe um pouco do texto, tal qual faz Gerald Thomas, preocupando-se também com a cena e dando liberdade aos atores para incluírem “cacos” e idéias próprias.
Nossa hipótese foi que a peça aqui estudada, Somente uma prova de amor, possui como eixo organizador o estudo dos eventos que formam as gerações. A partir desse eixo, a dramaturgia do autor parte para inúmeras ramificações colaterais: a questão da reificação, a coisificação paralisante contra a qual seus personagens teimam em lutar uma batalha exaustiva e finalmente incerta; a busca do sentido da existência, principalmente diante dos grandes eventos históricos; o enorme cansaço que deriva da necessidade de conferir sentido ao mundo, mas sem poder ordená-lo à vontade, o que introduz o tema da fuga e da encenação de si mesmo; o questionamento da identidade eu/outro que acaba recaindo na divisão arte/vida e palco/platéia.
Finalizando, podemos dizer que Contrera muito bem soube criar um texto tenso e vívido, tendo respondido com agudeza diante da necessidade de gerar um sentido para uma vida individual que se sente como espectador de sua própria vida e custa a fazer a relação entre essa existência quase autista e os processos históricos que rugem e causam sofrimentos a milhares. Diante da tragédia de nosso mundo – e de nosso teatro cada vez mais submetido aos padrões da teledramaturgia televisiva e global – a obra de Rodrigo Contrera mostra uma coerente e intensa resposta do teatro experimental a um determinado contexto.
5. Bibliografia:
CONTRERA, Rodrigo. Somente uma pequena prova de amor. Somenteumapequenaprovadeamor.blogspot.com. <
__________________. comentariosdocontrera.blogspot.com. <
GUINSBURG, J. Pirandello: do teatro no teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999.
MELO, Rúrion Soares. Honneth e a reificação. Revista Mente, Cérebro e Filosofia. São Paulo: Duetto editorial, 2008.
NETO, Torquato. Torquatália, do lado de dentro. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.
[1] Graduado em Filosofia (UFMG) e mestre em Estudos Literários pela mesma universidade. Doutorando em Teoria e História Literária (UNICAMP).
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo.A questão de crítica entrou numa de Dogma 95. Quantas exigências críticas! Como vou saber se alguém não vai destacar uma parte do meu texto para desqualificar alguém? Como prevenir isso? Só escrevendo da maneira mais técnica possível...vai ficar uma bosta!Dogma é 95 e não 2009!
{1} exposição
{2} várias
{3} vários
{4} em subjetividades
{5} brasileira: não citada
{6} sentimento
{7} sentimento
{8} sentimentos
[9} vida
{10} programa ""
{11} próxima peça
{12} uma delas: um demiurgo
{13} inteiramente seus esforços de subjetividade
{14} à subjetividade
{15} de um
{16} não
{17} os primeiros escritos públicos
{18} desconstruir/reconstruir
{19} onipotência
{20} a si mesmo
{21} não
{22} CORRETO
{23} mais sentimento como "auto-conhecimento"
{24} CORRETO
{25} autoreferencial
{26} não
{27} não sei se é isso, realmente
{28} não. ele está de costas ao espelho
{29} O primeiro
{30} segundo
{31} como ser humano
{32} não. a resposta está no amor
{33} excessiva. a seriedade está no tom
{34} CORRETO. a qualidade é sentida na integridade (não integralidade) de quem diz e do que diz
{35} não há formação
{36} sim. um pouco mais que isso
{37} CORRETO
{38} CORRETO. haveria sempre essa opção
{39} ou sentimento
{40} dúvida. é algo mais e ao mesmo tempo menos que uma geração
{41} a importância/ impotência da lembrança
{42} sim e não. não porque a posição tem algo de irrelevante, no decorrer da peça
{43} CORRETO
{44} CORRETO
{45} não, autor constante
{46} a partir daqui, citação
{47} CORRETO
{48} distinção
{49} não é interrogatório
{50} reconhecimento
{51} que apenas às vezes é a que ocorre
{52} CORRETÍSSIMO. isso serve para interpretar minha vida real
{53} não, é preciso contemplar e compreender a terceira parte
{54} Torquato Neto pode ter algo a compartilhar comigo, mas este trecho não parece ajudar
{55} CORRETO
{56} minha posição é que o teatro não evoluiu o suficiente em sua linguagem para abarcar todos os modos de apresentação contemporâneos
{57} sensação
{58} essa tentação ocorre para todos; a peça visa colocar isso à vista
{59} e 3
{60} mostrar essa opção
{61} são caricaturas REAIS.
Enviado por: Rodrigo Contrera
foi um sequestro.continua um sequestro.mas o querem, agora com o garoto mais velho?sequestrá-lo, de novo.pelo mérito da justiça - de lá, de cá.tanto faz.ninguém liga para o menino, realmente.contrera
Enviado por: gthomas
Contrera
12/06/2009 - 21:07Enviado por: Rodrigo Contrerafoi um sequestro.continua um sequestro.mas o querem, agora com o garoto mais velho?sequestrá-lo, de novo.pelo mérito da justiça - de lá, de cá.tanto faz.ninguém liga para o menino, realmente.contrera
TE ASSEGURO QUE LIGAM SIM
TALVEZ VC SAIBA POUCO SOBRE ESSE CASOE TALVEZ VC NUNCA TENHA VISTO OU OUVIDO UMA ENTREVISTA COM O DAVID (PAI).
SENAO NAO ESTARIA ESCREVENDO ISSO
Enviado por: gthomas
Afinal, Contrera, o David estava em Brasilia ONTEM, durante a deliberacao do STF caralho
assim como esteve TODAS as vezes (e mais vezes) em que algum TRIBUNAL ou Juiz se pronunciou e TODAS as vezes em que foi possivel ver o filho.
Eu fico pasmo que se diga algo assim.
Enviado por: Rodrigo Contrera
gerald, querido
vc já se sentiu uma bola de pingue-pongue?quem já viveu em lar desfeito sabe como é isso.com o tempo dá uma raiva…isso não importa, porém, para a justiça ou para as partes envolvidas.o Sean neste exato momento é uma coisa a ser disputada- por mais que sejam sinceros os sentimentos das partes.dou razão ao pai biológico de Sean.mas não me perguntem como o garoto deve estar se sentindo.bem com certeza não deve ser.beijoscontrera
Enviado por: targinosilva
Eu não queria entrar nessa discussão mas, vou entrar.Sei que não vou agradar, mas não furto os meus pensamentos para agradar.Já vivi a mesma historia, já contei aqui.Aos nove anos perdi a minha mãe.Meu pai juntou os filhos, 8 irmãos para se mudar para a cidade de seus pais.Eu pedi para ficar com os meus avos maternos.Perdi para ficar na cidade onde eu tinha os meus primos, tios, tias e amigos.Também, por egoísmo, porque o meu avo tinha mais condições financeiras que meu pai.Aquele era o meu mundo, o mundo das peladas, das pescarias, do cinema, das festas religiosas,dos aniversários. Nunca perdi o vinculo com o meu pai.Meu pai era caminheiro. Na boléia do caminhão eu conheci São Paulo, Rio de Janeiro, Ubatuba,Resende, Volta Redonda e participamos de varias pescarias, em vários cantos do Estado de São Paulo.Eu sempre voltava para a casa dos meus avos.O Sean, por certo já escolheu o seu mundo, a sua praia, o seu time de futebol, os seus amigos.Deixem o menino escolher, deixem ele escolher a sua aventura como eu escolhi a minha.Ele é o menino do Rio.
Menino do RioCaetano VelosoComposição: Caetano VelosoMenino do RioCalor que provoca arrepioDragão tatuado no braçoCalção corpo aberto no espaçoCoração, de eterno flerteAdoro ver-te…
Menino vadioTensão flutuante do RioEu canto prá DeusProteger-te…
O Hawaí, seja aquiTudo o que sonharesTodos os lugaresAs ondas dos maresPois quando eu te vejoEu desejo o teu desejo…
Menino do RioCalor que provoca arrepioToma esta cançãoComo um beijo…
Menino do RioCalor que provoca arrepioDragão tatuado no braçoCalção corpo aberto no espaçoCoração, de eterno flerteAdoro ver-te…
Menino vadioTensão flutuante do RioEu canto prá DeusProteger-te…
O Hawaí, seja aquiTudo o que sonharesTodos os lugaresAs ondas dos maresPois quando eu te vejoEu desejo o teu desejo…
Enviado por: Rodrigo Contrera
ahmanidejad?pois é!é!
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo. Esse assunto do Sean me deixa cansado. Se Nietzsche soubesse, ele provavelmente ele faria um ditirambo criticaria a mulher (a Bruna): pantera disfarçada de gato domésticopurpúreo espreita um dragãono sem-fundo de um olhar de moçaGerald nem falava do caso, até eu postar lá no blog um texto tirado do Larry King live...
foi um sequestro.continua um sequestro.mas o querem, agora com o garoto mais velho?sequestrá-lo, de novo.pelo mérito da justiça - de lá, de cá.tanto faz.ninguém liga para o menino, realmente.contrera
Enviado por: gthomas
Contrera
12/06/2009 - 21:07Enviado por: Rodrigo Contrerafoi um sequestro.continua um sequestro.mas o querem, agora com o garoto mais velho?sequestrá-lo, de novo.pelo mérito da justiça - de lá, de cá.tanto faz.ninguém liga para o menino, realmente.contrera
TE ASSEGURO QUE LIGAM SIM
TALVEZ VC SAIBA POUCO SOBRE ESSE CASOE TALVEZ VC NUNCA TENHA VISTO OU OUVIDO UMA ENTREVISTA COM O DAVID (PAI).
SENAO NAO ESTARIA ESCREVENDO ISSO
Enviado por: gthomas
Afinal, Contrera, o David estava em Brasilia ONTEM, durante a deliberacao do STF caralho
assim como esteve TODAS as vezes (e mais vezes) em que algum TRIBUNAL ou Juiz se pronunciou e TODAS as vezes em que foi possivel ver o filho.
Eu fico pasmo que se diga algo assim.
Enviado por: Rodrigo Contrera
gerald, querido
vc já se sentiu uma bola de pingue-pongue?quem já viveu em lar desfeito sabe como é isso.com o tempo dá uma raiva…isso não importa, porém, para a justiça ou para as partes envolvidas.o Sean neste exato momento é uma coisa a ser disputada- por mais que sejam sinceros os sentimentos das partes.dou razão ao pai biológico de Sean.mas não me perguntem como o garoto deve estar se sentindo.bem com certeza não deve ser.beijoscontrera
Enviado por: targinosilva
Eu não queria entrar nessa discussão mas, vou entrar.Sei que não vou agradar, mas não furto os meus pensamentos para agradar.Já vivi a mesma historia, já contei aqui.Aos nove anos perdi a minha mãe.Meu pai juntou os filhos, 8 irmãos para se mudar para a cidade de seus pais.Eu pedi para ficar com os meus avos maternos.Perdi para ficar na cidade onde eu tinha os meus primos, tios, tias e amigos.Também, por egoísmo, porque o meu avo tinha mais condições financeiras que meu pai.Aquele era o meu mundo, o mundo das peladas, das pescarias, do cinema, das festas religiosas,dos aniversários. Nunca perdi o vinculo com o meu pai.Meu pai era caminheiro. Na boléia do caminhão eu conheci São Paulo, Rio de Janeiro, Ubatuba,Resende, Volta Redonda e participamos de varias pescarias, em vários cantos do Estado de São Paulo.Eu sempre voltava para a casa dos meus avos.O Sean, por certo já escolheu o seu mundo, a sua praia, o seu time de futebol, os seus amigos.Deixem o menino escolher, deixem ele escolher a sua aventura como eu escolhi a minha.Ele é o menino do Rio.
Menino do RioCaetano VelosoComposição: Caetano VelosoMenino do RioCalor que provoca arrepioDragão tatuado no braçoCalção corpo aberto no espaçoCoração, de eterno flerteAdoro ver-te…
Menino vadioTensão flutuante do RioEu canto prá DeusProteger-te…
O Hawaí, seja aquiTudo o que sonharesTodos os lugaresAs ondas dos maresPois quando eu te vejoEu desejo o teu desejo…
Menino do RioCalor que provoca arrepioToma esta cançãoComo um beijo…
Menino do RioCalor que provoca arrepioDragão tatuado no braçoCalção corpo aberto no espaçoCoração, de eterno flerteAdoro ver-te…
Menino vadioTensão flutuante do RioEu canto prá DeusProteger-te…
O Hawaí, seja aquiTudo o que sonharesTodos os lugaresAs ondas dos maresPois quando eu te vejoEu desejo o teu desejo…
Enviado por: Rodrigo Contrera
ahmanidejad?pois é!é!
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo. Esse assunto do Sean me deixa cansado. Se Nietzsche soubesse, ele provavelmente ele faria um ditirambo criticaria a mulher (a Bruna): pantera disfarçada de gato domésticopurpúreo espreita um dragãono sem-fundo de um olhar de moçaGerald nem falava do caso, até eu postar lá no blog um texto tirado do Larry King live...
Estamos todos juntos (Rodrigo Contrera) - texto para Allgazarra
Pois é, Luther.
Mando o texto agora.
É uma pequena peça, ainda inédita.Se quiser, mando descritivo. Como não foi apresentada, não temos fotos.
Quando for editá-la, SE forem editá-la, podem me contatar, se quiserem alguma ajuda.
No fundo, tem a ver com gente de rua, com todos esses montes de gente de rua. Fotos deles podem combinar.
abraço
Rodrigo Contrera
11 9132-5225
PS: se não quiserem ou não puderem publicá-la, tudo bem. basta avisar.
Todos estamos juntos (Rodrigo Contrera)
(Homem: Josuel. Vem do fundo do palco. Fica sentado no chão, bem no centro e à frente)
(Música: Dio, Losing my Insanity (CD Magika), até 30s, caindo)
Todo mundo nasce igual.
Uns, em berço de ouro.
Outros, no lixo.
(tempo)
Eu não me lembro bem.
As crianças não precisam lembrar.
(tempo)
Há mais ou menos um mês, eu encontrei um cara.
Ele me disse, sobe lá, no palco.
Depois ele perguntou, quer que eu faça uma peça para você?
Eu disse na hora que sim.
Por que não?
Então é isso aí. Tô aqui.
(tempo)
Ele é estreante, eu não.
Eu vendo revistas na rua.
Da Ocas. Aquela revista de sem teto. 1
Alguns de vocês já me viram por aí.
Se alguém quiser, pode comprar uma revista na saída.
Eu trouxe muitas (sorri).
(tempo)
Aqui 2 a gente não cobra ingresso pra peça.
Mas eu vivo da grana da revista.
Então, a gente junta o útil com o agradável, né.
Isso não é proibido.
(faz que pensa) Acho.
Enquanto não proíbem, a gente faz (sorri)
(tempo)
Eu já escrevi um livro.
Sou autor de livro.
Lá eu conto minha passagem pelas drogas.
(tempo)
Hoje tem um monte de livro assim por aí.
Mas cada passagem é diferente, então...
E por mais que a gente fale, sempre vai ter alguém errando por aí.
Se metendo com o que não deve.
(tempo)
Se quiserem, eu também vendo pra vocês meu livro, lá fora.
(tempo)
O sujeito que me deu esta peça uma vez me viu atuando.
Era uma cena do tipo teatro do oprimido. Do boal 3.
O diretor era lá de santo andré. Um sujeito legal.
A garota da cena vendia revistas na rua, e eu fazia um cara que tava com vontade de... sabe cumé. (sorri, malicioso)
A garota era a Pilar. Uma ex-colega.
Ela é gente boa, mas não tem disciplina.
(tempo)
Para fazer qualquer coisa, é preciso disciplina.
Sem disciplina, já era.
(tempo)
Depois de passar pelo inferno, agora eu começo a me entrosar com a sociedade.
Vendo revistas lá pra aquela galera do unibanco, do cinema, ou da faap. Ou lá do centro cultural itaú. 4
Cada vendedor tem seu ponto. Eu hoje tô lá no unibanco.
(tempo)
Bom, pra vender revista, tem todo um jeito.
Se eu não souber me aproximar, eu não vendo.
Tenho de aprender a ser mais simpático, tá sabendo?
(tempo)
Às vezes, não dá para tomar banho direito.
Claro que isso não ajuda.
Mas (como que constata) eu tô apenas vendendo revista.
(tempo)
Claro que aqui, como em qualquer lugar (ênfase), eu sirvo como uma espécie de objeto.
(tempo)
Explico.
O sujeito me ofereceu a peça, claro.
Mas há condições.
(tempo)
Eu preciso dizer o texto que ele fez, claro.
Este texto.
Mas ele também me deixou anunciar a revista, e o livro.
Foi um presentinho.
Na pior das hipóteses, eu vendo uns três de cada na saída.
Tá bom, né.
(tempo)
Até eu dizer este texto, eu não sabia muito bem o que ele queria.
Que eu subisse aqui e falasse o texto dele, que ele fez pra mim.
Mas agora eu acho que entendo.
(tempo)
Ele fez outra peça.
Ele só podia fazer uma. Tava proibido de fazer várias 5.
Ele me viu e pensou que comigo ele poderia dar mais um recado.
Legal.
Nada contra.
(tempo)
Mas por que eu?(dirige-se à platéia)
(dramaticidade, como aquela pergunta que as pessoas fazem quando acontece alguma tragédia)
Por que eu?
(tempo)
Repararam?
Eu exagerei um pouquinho no "por que eu?"
Ele, o autor, lembra sempre dessa pergunta.
Explico.
(tempo)
Quando algo acontece de ruim na vida de alguém, tem que ser algo bem ruim, a pessoa normalmente diz isso, cedo ou tarde.
Tipo:
Por que eu? (com jeito cômico, tirando sarro)
Por que eu? (ri) Por que eu? (ri)
Oh...(faz cara de palhaço)
(tempo)
Mas essas mesmas pessoas, quando encontram pessoas na rua, digamos mendigos, ou eu mesmo, não se perguntam isso, não.
Não perguntam "por que será que esse cara tá daquele jeito?"
Sei lá, fedendo, sei lá, vadiando, fazendo cara de vagabundo.
Ninguém pensa nisso.
(tempo)
O pessoal só pensa "por que eu?" quando se ferra.
E quando se ferra pensa que o outro pode se ferrar.
Pode tar ferrado.
Claro, quando a pessoa chega nesse ponto, já é tarde. (sorri)
Né?
Se eu ficar esperando por isso... já era.
(sorri)
(tempo)
Então:
Por que eu?(sorri)
Por que eu?(sorri)
(tempo)
Talvez eu esteja aqui porque, numa fase determinada da vida, eu tenha me ferrado.
E talvez ele – o autor – tenha certa simpatia com isso.
Por isso ele fez este texto.
Por isso me deixou falar.
Por isso me deixou fazer o que eu quisesse.
(tempo)
Pensando bem, (falando baixo agora, consigo mesmo) por que deus nos coloca aqui?
Não no palco.
Aqui neste mundo.
(tempo)
Eu - Josuel - não tenho essa dúvida.
Mas tá no texto (mexe as folhas, procurando e encontrando o trecho).
O sujeito que me passou a peça quer que eu diga isso.
Ele quer que eu fale sobre isso.
(tempo)
Eu sei que isso é chato.
Até parece que o palco virou púlpito.
E eu, apóstolo.
(tempo)
Isso aqui é apenas uma peça de teatro.
Ninguém quer dar lição pra ninguém.
Ninguém tá a fim de lição.
(tempo, bastante)
Um dia eu vou morrer, e você também.
Um dia nós vamos ser carregados, nosso corpo, vamos ser colocados em algum lugar.
Até lá, e ninguém sabe quando vai ser, a gente vive.
(tempo)
Todos estamos juntos.
Todos vivemos a mesma vida.
A questão é que os ângulos são diferentes.
(tempo)
Aqui, deste ângulo, eu sou o centro do universo.
Aí, do ângulo de vocês, eu sou um ator.
Não sou necessariamente um vendedor de revistas.
Não sou escritor de livro.
Não sou um cara que mora lá naquele canto onde eu me deito.
Lá no centro.
(tempo)
Sou um ator.
Sou um autor.
(murmura: lembram? do livro. sorri)
Sou o cara que hoje, como muitos outros, segura a responsa de fazer o teatro avançar.
(tempo)
Porque um dia a gente vai.
(tempo)
E o teatro (tempo) fica.
(tempo)
(Música: Nick Cave and the Bad Seeds, People ain't no good (CD The Boatman’s Call))
Eu queria que o sujeito tivesse deixado que eu me mexesse um pouco.
Que eu dialogasse com alguém.
Que eu pudesse dizer algo meu.
Mas o espetáculo é dele. (aponta para cima)
E o artista (abre os braços e sorri amplamente) sou eu.
(tempo)
(afasta-se rumo ao fundo do palco)
Tudo bem.
(sai)
(lembra, de longe)
Mas não se esqueçam, tô aqui fora.
(Música: Dio, Magica (Reprise))
Homem no centro do palco, totalmente de costas, com casaco preto, canta a letra, que foi distribuída aos espectadores.
(letra:
And the games still go onE os jogos continuam
With a warning to the bishop from the pawnCom um aviso de perigo do peão ao bispo
No one sees an angel till it smashes to the groundNinguém vê um anjo até que ele se esborracha no chão
And then you run somewhereÉ quando você se afasta
And leave it lying thereE o deixa lá estirado
Then on we sailEntão continuamos navegando
Never thinking that the wind could ever failSem pensar jamais que o vento possa nos faltar
No one gets to heaven till they've lived awhile in hellNinguém consegue o céu sem passar um tempo no inferno
And even then it's rareE mesmo assim é raro
That you'll be going thereQue você consiga alcançá-lo
(Música termina, luzes se apagam ou homem se levanta e se afasta)
FIM
1 A Ocas – Saindo das ruas é uma revista mensal vendida na cidade de Sâo Paulo por sem teto que complementam suas rendas com parte do que conseguem recolher com a venda de exemplares da revista. Ocas significa Organização Civil de Ação Social. Mais informações: www.ocas.org.br2 Esta peça foi originalmente escrita para o DramaMix, festival de peças curtas para teatro realizado em simultâneo às Satyrianas, evento que congrega espetáculos de diversos tipos, todo ano, no centro de São Paulo.
3 Augusto Boal, dramaturgo brasileiro, falecido em 2009. Idealizador, dentre outras iniciativas, do Teatro do Oprimido.
4 Unibanco: Espaço Cultural Unibanco, localizado na Rua Augusta. FAAP: Fundação Armando Álvares Penteado, localizada no bairro do Pacaembu. Centro Cultural Itaú: localizado na Avenida Paulista.
5 Até 2008, o DramaMix permitia que cada novo autor apresentasse apenas uma peça. O autor desta peça, também convidado, queria romper com essa regra. E com outras. Não conseguiu (o Josuel não apareceu).
Mando o texto agora.
É uma pequena peça, ainda inédita.Se quiser, mando descritivo. Como não foi apresentada, não temos fotos.
Quando for editá-la, SE forem editá-la, podem me contatar, se quiserem alguma ajuda.
No fundo, tem a ver com gente de rua, com todos esses montes de gente de rua. Fotos deles podem combinar.
abraço
Rodrigo Contrera
11 9132-5225
PS: se não quiserem ou não puderem publicá-la, tudo bem. basta avisar.
Todos estamos juntos (Rodrigo Contrera)
(Homem: Josuel. Vem do fundo do palco. Fica sentado no chão, bem no centro e à frente)
(Música: Dio, Losing my Insanity (CD Magika), até 30s, caindo)
Todo mundo nasce igual.
Uns, em berço de ouro.
Outros, no lixo.
(tempo)
Eu não me lembro bem.
As crianças não precisam lembrar.
(tempo)
Há mais ou menos um mês, eu encontrei um cara.
Ele me disse, sobe lá, no palco.
Depois ele perguntou, quer que eu faça uma peça para você?
Eu disse na hora que sim.
Por que não?
Então é isso aí. Tô aqui.
(tempo)
Ele é estreante, eu não.
Eu vendo revistas na rua.
Da Ocas. Aquela revista de sem teto. 1
Alguns de vocês já me viram por aí.
Se alguém quiser, pode comprar uma revista na saída.
Eu trouxe muitas (sorri).
(tempo)
Aqui 2 a gente não cobra ingresso pra peça.
Mas eu vivo da grana da revista.
Então, a gente junta o útil com o agradável, né.
Isso não é proibido.
(faz que pensa) Acho.
Enquanto não proíbem, a gente faz (sorri)
(tempo)
Eu já escrevi um livro.
Sou autor de livro.
Lá eu conto minha passagem pelas drogas.
(tempo)
Hoje tem um monte de livro assim por aí.
Mas cada passagem é diferente, então...
E por mais que a gente fale, sempre vai ter alguém errando por aí.
Se metendo com o que não deve.
(tempo)
Se quiserem, eu também vendo pra vocês meu livro, lá fora.
(tempo)
O sujeito que me deu esta peça uma vez me viu atuando.
Era uma cena do tipo teatro do oprimido. Do boal 3.
O diretor era lá de santo andré. Um sujeito legal.
A garota da cena vendia revistas na rua, e eu fazia um cara que tava com vontade de... sabe cumé. (sorri, malicioso)
A garota era a Pilar. Uma ex-colega.
Ela é gente boa, mas não tem disciplina.
(tempo)
Para fazer qualquer coisa, é preciso disciplina.
Sem disciplina, já era.
(tempo)
Depois de passar pelo inferno, agora eu começo a me entrosar com a sociedade.
Vendo revistas lá pra aquela galera do unibanco, do cinema, ou da faap. Ou lá do centro cultural itaú. 4
Cada vendedor tem seu ponto. Eu hoje tô lá no unibanco.
(tempo)
Bom, pra vender revista, tem todo um jeito.
Se eu não souber me aproximar, eu não vendo.
Tenho de aprender a ser mais simpático, tá sabendo?
(tempo)
Às vezes, não dá para tomar banho direito.
Claro que isso não ajuda.
Mas (como que constata) eu tô apenas vendendo revista.
(tempo)
Claro que aqui, como em qualquer lugar (ênfase), eu sirvo como uma espécie de objeto.
(tempo)
Explico.
O sujeito me ofereceu a peça, claro.
Mas há condições.
(tempo)
Eu preciso dizer o texto que ele fez, claro.
Este texto.
Mas ele também me deixou anunciar a revista, e o livro.
Foi um presentinho.
Na pior das hipóteses, eu vendo uns três de cada na saída.
Tá bom, né.
(tempo)
Até eu dizer este texto, eu não sabia muito bem o que ele queria.
Que eu subisse aqui e falasse o texto dele, que ele fez pra mim.
Mas agora eu acho que entendo.
(tempo)
Ele fez outra peça.
Ele só podia fazer uma. Tava proibido de fazer várias 5.
Ele me viu e pensou que comigo ele poderia dar mais um recado.
Legal.
Nada contra.
(tempo)
Mas por que eu?(dirige-se à platéia)
(dramaticidade, como aquela pergunta que as pessoas fazem quando acontece alguma tragédia)
Por que eu?
(tempo)
Repararam?
Eu exagerei um pouquinho no "por que eu?"
Ele, o autor, lembra sempre dessa pergunta.
Explico.
(tempo)
Quando algo acontece de ruim na vida de alguém, tem que ser algo bem ruim, a pessoa normalmente diz isso, cedo ou tarde.
Tipo:
Por que eu? (com jeito cômico, tirando sarro)
Por que eu? (ri) Por que eu? (ri)
Oh...(faz cara de palhaço)
(tempo)
Mas essas mesmas pessoas, quando encontram pessoas na rua, digamos mendigos, ou eu mesmo, não se perguntam isso, não.
Não perguntam "por que será que esse cara tá daquele jeito?"
Sei lá, fedendo, sei lá, vadiando, fazendo cara de vagabundo.
Ninguém pensa nisso.
(tempo)
O pessoal só pensa "por que eu?" quando se ferra.
E quando se ferra pensa que o outro pode se ferrar.
Pode tar ferrado.
Claro, quando a pessoa chega nesse ponto, já é tarde. (sorri)
Né?
Se eu ficar esperando por isso... já era.
(sorri)
(tempo)
Então:
Por que eu?(sorri)
Por que eu?(sorri)
(tempo)
Talvez eu esteja aqui porque, numa fase determinada da vida, eu tenha me ferrado.
E talvez ele – o autor – tenha certa simpatia com isso.
Por isso ele fez este texto.
Por isso me deixou falar.
Por isso me deixou fazer o que eu quisesse.
(tempo)
Pensando bem, (falando baixo agora, consigo mesmo) por que deus nos coloca aqui?
Não no palco.
Aqui neste mundo.
(tempo)
Eu - Josuel - não tenho essa dúvida.
Mas tá no texto (mexe as folhas, procurando e encontrando o trecho).
O sujeito que me passou a peça quer que eu diga isso.
Ele quer que eu fale sobre isso.
(tempo)
Eu sei que isso é chato.
Até parece que o palco virou púlpito.
E eu, apóstolo.
(tempo)
Isso aqui é apenas uma peça de teatro.
Ninguém quer dar lição pra ninguém.
Ninguém tá a fim de lição.
(tempo, bastante)
Um dia eu vou morrer, e você também.
Um dia nós vamos ser carregados, nosso corpo, vamos ser colocados em algum lugar.
Até lá, e ninguém sabe quando vai ser, a gente vive.
(tempo)
Todos estamos juntos.
Todos vivemos a mesma vida.
A questão é que os ângulos são diferentes.
(tempo)
Aqui, deste ângulo, eu sou o centro do universo.
Aí, do ângulo de vocês, eu sou um ator.
Não sou necessariamente um vendedor de revistas.
Não sou escritor de livro.
Não sou um cara que mora lá naquele canto onde eu me deito.
Lá no centro.
(tempo)
Sou um ator.
Sou um autor.
(murmura: lembram? do livro. sorri)
Sou o cara que hoje, como muitos outros, segura a responsa de fazer o teatro avançar.
(tempo)
Porque um dia a gente vai.
(tempo)
E o teatro (tempo) fica.
(tempo)
(Música: Nick Cave and the Bad Seeds, People ain't no good (CD The Boatman’s Call))
Eu queria que o sujeito tivesse deixado que eu me mexesse um pouco.
Que eu dialogasse com alguém.
Que eu pudesse dizer algo meu.
Mas o espetáculo é dele. (aponta para cima)
E o artista (abre os braços e sorri amplamente) sou eu.
(tempo)
(afasta-se rumo ao fundo do palco)
Tudo bem.
(sai)
(lembra, de longe)
Mas não se esqueçam, tô aqui fora.
(Música: Dio, Magica (Reprise))
Homem no centro do palco, totalmente de costas, com casaco preto, canta a letra, que foi distribuída aos espectadores.
(letra:
And the games still go onE os jogos continuam
With a warning to the bishop from the pawnCom um aviso de perigo do peão ao bispo
No one sees an angel till it smashes to the groundNinguém vê um anjo até que ele se esborracha no chão
And then you run somewhereÉ quando você se afasta
And leave it lying thereE o deixa lá estirado
Then on we sailEntão continuamos navegando
Never thinking that the wind could ever failSem pensar jamais que o vento possa nos faltar
No one gets to heaven till they've lived awhile in hellNinguém consegue o céu sem passar um tempo no inferno
And even then it's rareE mesmo assim é raro
That you'll be going thereQue você consiga alcançá-lo
(Música termina, luzes se apagam ou homem se levanta e se afasta)
FIM
1 A Ocas – Saindo das ruas é uma revista mensal vendida na cidade de Sâo Paulo por sem teto que complementam suas rendas com parte do que conseguem recolher com a venda de exemplares da revista. Ocas significa Organização Civil de Ação Social. Mais informações: www.ocas.org.br2 Esta peça foi originalmente escrita para o DramaMix, festival de peças curtas para teatro realizado em simultâneo às Satyrianas, evento que congrega espetáculos de diversos tipos, todo ano, no centro de São Paulo.
3 Augusto Boal, dramaturgo brasileiro, falecido em 2009. Idealizador, dentre outras iniciativas, do Teatro do Oprimido.
4 Unibanco: Espaço Cultural Unibanco, localizado na Rua Augusta. FAAP: Fundação Armando Álvares Penteado, localizada no bairro do Pacaembu. Centro Cultural Itaú: localizado na Avenida Paulista.
5 Até 2008, o DramaMix permitia que cada novo autor apresentasse apenas uma peça. O autor desta peça, também convidado, queria romper com essa regra. E com outras. Não conseguiu (o Josuel não apareceu).
duas breves conversas
Luther diz:opa
Luther diz:tudo bem
Rodrigo diz:tudo, cara
Rodrigo diz:por que o opa?
Luther diz:acabou de sair a segunda edição da revista allgazarra
Rodrigo diz:obrigado pela citação na primeira edição
Rodrigo diz:foi legal, bonito
Rodrigo diz:vou ver
Luther diz:dinada
Rodrigo diz:o site é o mesmo?
Rodrigo diz:anote meu novo blog
Rodrigo diz:novo-velho
Rodrigo diz:rodrigocontrera.blogspot.com
Luther diz:é o mesmo, mas faz o seguinte entre no meu orkut, tem no meu perfil na cabeceira da página
Rodrigo diz:ok
Luther diz:http://www.bugprojetos.com/allgazarra/
Luther diz:ta ai
Luther diz:o Rogrigo nós estamos querendo publicar algo seu
Luther diz:o que vc acha
Rodrigo diz:o que, por exemplo
Rodrigo diz:tudo bem
Luther diz:o que vc achar viável
Rodrigo diz:peguem uma peça minha
Rodrigo diz:ou peguem um trecho dela
Luther diz:pode ser
Rodrigo diz:nao consegui acessar a revista
Rodrigo diz:entrei no link e deu publication not found
Luther diz:ué, estou entrendo neste mesmo link e ta tudo ok
Rodrigo diz:tecla na imagem, não leva a nada
Luther diz:calma ai
Rodrigo diz:calma aí, ficarei uns 10 min sem contato
Luther diz:beleza
Rodrigo diz:tava falando com um amigo com o qual talvez eu faça uma peça
Rodrigo diz:veja, vou pensar em vocês
Rodrigo diz:vou bolar algo por encomenda
Rodrigo diz:passo em que email?
Rodrigo diz:no teu?
Rodrigo diz:kd vc, cara?
Rodrigo diz:vou pegar o link e guardar
Rodrigo diz:quando a revista estiver ok online, eu a vejo
Rodrigo diz:falou, cara, preciso sair
Rodrigo diz:abração
Rodrigo diz:contrera
Rodrigo diz:vou bolar algo para vocês
Rodrigo diz:hola prima
Rodrigo diz:como estás?
Viviana Beatriz diz:Hola Rodrigo, lo siento pero trato de no chatear durante mi jornada laboral. Cuando esté en casa sin problema. Espero q todo vaya bien en tu vida y familia y sino , ánimo. bye
Rodrigo diz:bye, querida, lo misto para ti
Viviana Beatriz diz:bye!!!
Rodrigo diz:bye
Luther diz:tudo bem
Rodrigo diz:tudo, cara
Rodrigo diz:por que o opa?
Luther diz:acabou de sair a segunda edição da revista allgazarra
Rodrigo diz:obrigado pela citação na primeira edição
Rodrigo diz:foi legal, bonito
Rodrigo diz:vou ver
Luther diz:dinada
Rodrigo diz:o site é o mesmo?
Rodrigo diz:anote meu novo blog
Rodrigo diz:novo-velho
Rodrigo diz:rodrigocontrera.blogspot.com
Luther diz:é o mesmo, mas faz o seguinte entre no meu orkut, tem no meu perfil na cabeceira da página
Rodrigo diz:ok
Luther diz:http://www.bugprojetos.com/allgazarra/
Luther diz:ta ai
Luther diz:o Rogrigo nós estamos querendo publicar algo seu
Luther diz:o que vc acha
Rodrigo diz:o que, por exemplo
Rodrigo diz:tudo bem
Luther diz:o que vc achar viável
Rodrigo diz:peguem uma peça minha
Rodrigo diz:ou peguem um trecho dela
Luther diz:pode ser
Rodrigo diz:nao consegui acessar a revista
Rodrigo diz:entrei no link e deu publication not found
Luther diz:ué, estou entrendo neste mesmo link e ta tudo ok
Rodrigo diz:tecla na imagem, não leva a nada
Luther diz:calma ai
Rodrigo diz:calma aí, ficarei uns 10 min sem contato
Luther diz:beleza
Rodrigo diz:tava falando com um amigo com o qual talvez eu faça uma peça
Rodrigo diz:veja, vou pensar em vocês
Rodrigo diz:vou bolar algo por encomenda
Rodrigo diz:passo em que email?
Rodrigo diz:no teu?
Rodrigo diz:kd vc, cara?
Rodrigo diz:vou pegar o link e guardar
Rodrigo diz:quando a revista estiver ok online, eu a vejo
Rodrigo diz:falou, cara, preciso sair
Rodrigo diz:abração
Rodrigo diz:contrera
Rodrigo diz:vou bolar algo para vocês
Rodrigo diz:hola prima
Rodrigo diz:como estás?
Viviana Beatriz diz:Hola Rodrigo, lo siento pero trato de no chatear durante mi jornada laboral. Cuando esté en casa sin problema. Espero q todo vaya bien en tu vida y familia y sino , ánimo. bye
Rodrigo diz:bye, querida, lo misto para ti
Viviana Beatriz diz:bye!!!
Rodrigo diz:bye
Enviado por: Contrera
- vôo air france AF447
sempre vem-me tentar imaginar. para colocar-me no lugar. toda tragédia é muito triste.você lembra, gerald, quando conversamos no sesc consolação, e como após eu te dizer desgostar de tanta falação sobre o desastre do avião da tam, pois eu conhecia gente lá nele, vc saiu chorando? pois é, tragédia é para se lamentar e chorar. vc é humano demais, gerald, se preocupa. eu nem pensei em dizer nada
a respeito. só engoli, como tudo.
Enviado por: Contrera
- drogas
UMA vez fumei maconha. mas acho que não engoli (como clinton), porque não fez qualquer efeito. vi o pessoal amigo cometendo bobagens, apenas. nem vi quaisquer excessos. o pessoal parece gostar de APAGAR. por que não dormem, apenas? precisam se drogar.minha inexperiência no assunto - mesmo em termos de cigarro, quem me ensinou foi uma prostituta, e ESQUECI - faz-me calar. mas, e quanto aos resultados na sociedade, essa questão de bandidagem, recuperação, etc.? não sei. imaginem se os cigarros não sofressem a perseguição (justa) que sofrem: imaginem.continuo
Enviado por: Contrera
- drogas, ainda
meu pai morreu de desgosto, primeiro, mas de bebida também. um alimentava o outro. eu não bebo, nem socialmente, mas não tenho também muita razão para desgosto. agora, a cris, minha esposa, certa noite apareceu com a vontade louca de se embebedar. fê-lo. dormiu. vomitou à noite. dia seguinte, tudo bem. não falou mais no assunto.
Enviado por: Contrera
- drogas, ainda
sei lá, eu sinto que a juventude e os mais criativos por muitas razões PRECISAM abrir as comportas a esse tipo de novidade. como se fosse mesmo requisito para passar uma fase. eu nunca precisei disso. mas por outro lado permaneço chatinho. desculpem, mas eu não preciso de droga para assumir um certo comportamento transviado. não sei por quê.
Enviado por: Contrera
- drogasseria fácil opinar assumindo, como base, dados, informação, em suma, aquilo de que a tecnocracia jamais abre mão: o controle. de minha parte, assumo que as drogas são em parte vício e em parte remédio (a males). quando ambos se misturam, dá rolo, sempre. uma sociedade mal regrada como a brasileira, em que os poderes mal prestam conta do que NÃO FAZEM, não está madura para assumir tratamentos especiais para drogas de ricos. se nem a bebida o pessoal controla. e bebida mata muito mais que todas as outras drogas, juntas, ou não. não sou a favor de legalizar, sendo o poder público como é. diferente seria se morasse na dinamarca, por exemplo. mas isso: nunca.
continuo?beijoscontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
- basta UMA perda real para tornar qualquer catástrofe inadmissível.- sean fica. os últimos escândalos e todas essas idas e vindas fazem-me questionar se temos realmente um supremo. leio livro sobre o supremo de lá (seu, gerald). mas não me convenço. somos ainda humanos demais.
Enviado por: Rodrigo Contrera
tanta morte me dá náuseas. desculpem.
Enviado por: Pacheco
mnc
Obrigado pela tentativa de ajuda.
Sempre fico nervoso e atrapalhado com:
Atender telefonemas.Gosto de chamar.Não gosto de atender.
Desatar nós principalmente os de sacos plasticos.
Lidar com sequencias de códigos de qualquer espécie.
Sacar dinheiro em caixas eletronicas.
Entrar no blog do Contrera.Até desisti.Quando fica pedindo paea digitar aquelas letras disformes eu desisto.
Enviado por: Reinaldo Pedroso
05/06/2009 - 20:42Enviado por: Rodrigo Contrera“tanta morte me dá náuseas. desculpem.”
Plasil.
Enviado por: Cintia
Contrera 20:42,
Ande com uma bolsinha com sais para depois dos desmaios.Tome tenência, home!
Enviado por: Rodrigo Contrera
esse aqui é só para escrever alguma coisa.alguma coisa.contrera
ps: gerald, vc conhece bem - de ouvir - o anthony braxton? gosta?
- vôo air france AF447
sempre vem-me tentar imaginar. para colocar-me no lugar. toda tragédia é muito triste.você lembra, gerald, quando conversamos no sesc consolação, e como após eu te dizer desgostar de tanta falação sobre o desastre do avião da tam, pois eu conhecia gente lá nele, vc saiu chorando? pois é, tragédia é para se lamentar e chorar. vc é humano demais, gerald, se preocupa. eu nem pensei em dizer nada
a respeito. só engoli, como tudo.
Enviado por: Contrera
- drogas
UMA vez fumei maconha. mas acho que não engoli (como clinton), porque não fez qualquer efeito. vi o pessoal amigo cometendo bobagens, apenas. nem vi quaisquer excessos. o pessoal parece gostar de APAGAR. por que não dormem, apenas? precisam se drogar.minha inexperiência no assunto - mesmo em termos de cigarro, quem me ensinou foi uma prostituta, e ESQUECI - faz-me calar. mas, e quanto aos resultados na sociedade, essa questão de bandidagem, recuperação, etc.? não sei. imaginem se os cigarros não sofressem a perseguição (justa) que sofrem: imaginem.continuo
Enviado por: Contrera
- drogas, ainda
meu pai morreu de desgosto, primeiro, mas de bebida também. um alimentava o outro. eu não bebo, nem socialmente, mas não tenho também muita razão para desgosto. agora, a cris, minha esposa, certa noite apareceu com a vontade louca de se embebedar. fê-lo. dormiu. vomitou à noite. dia seguinte, tudo bem. não falou mais no assunto.
Enviado por: Contrera
- drogas, ainda
sei lá, eu sinto que a juventude e os mais criativos por muitas razões PRECISAM abrir as comportas a esse tipo de novidade. como se fosse mesmo requisito para passar uma fase. eu nunca precisei disso. mas por outro lado permaneço chatinho. desculpem, mas eu não preciso de droga para assumir um certo comportamento transviado. não sei por quê.
Enviado por: Contrera
- drogasseria fácil opinar assumindo, como base, dados, informação, em suma, aquilo de que a tecnocracia jamais abre mão: o controle. de minha parte, assumo que as drogas são em parte vício e em parte remédio (a males). quando ambos se misturam, dá rolo, sempre. uma sociedade mal regrada como a brasileira, em que os poderes mal prestam conta do que NÃO FAZEM, não está madura para assumir tratamentos especiais para drogas de ricos. se nem a bebida o pessoal controla. e bebida mata muito mais que todas as outras drogas, juntas, ou não. não sou a favor de legalizar, sendo o poder público como é. diferente seria se morasse na dinamarca, por exemplo. mas isso: nunca.
continuo?beijoscontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
- basta UMA perda real para tornar qualquer catástrofe inadmissível.- sean fica. os últimos escândalos e todas essas idas e vindas fazem-me questionar se temos realmente um supremo. leio livro sobre o supremo de lá (seu, gerald). mas não me convenço. somos ainda humanos demais.
Enviado por: Rodrigo Contrera
tanta morte me dá náuseas. desculpem.
Enviado por: Pacheco
mnc
Obrigado pela tentativa de ajuda.
Sempre fico nervoso e atrapalhado com:
Atender telefonemas.Gosto de chamar.Não gosto de atender.
Desatar nós principalmente os de sacos plasticos.
Lidar com sequencias de códigos de qualquer espécie.
Sacar dinheiro em caixas eletronicas.
Entrar no blog do Contrera.Até desisti.Quando fica pedindo paea digitar aquelas letras disformes eu desisto.
Enviado por: Reinaldo Pedroso
05/06/2009 - 20:42Enviado por: Rodrigo Contrera“tanta morte me dá náuseas. desculpem.”
Plasil.
Enviado por: Cintia
Contrera 20:42,
Ande com uma bolsinha com sais para depois dos desmaios.Tome tenência, home!
Enviado por: Rodrigo Contrera
esse aqui é só para escrever alguma coisa.alguma coisa.contrera
ps: gerald, vc conhece bem - de ouvir - o anthony braxton? gosta?
Kilandra diz:boa noite!!
Rodrigo diz:boa!
Rodrigo diz:conte como anda a vida...
Rodrigo diz:arrnajou emprego?
Kilandra diz:acho melhor nao
Rodrigo diz:entao nao conte...
Kilandra diz:seria muito triste
Rodrigo diz:nao conte, entao
Kilandra diz:qual a boa para um sabado?
Rodrigo diz:como assim?
Kilandra diz:uma indicacao.
Rodrigo diz:liz, com os satyros
Rodrigo diz:no sesc paulista
Kilandra diz:Indicacão de R. Contrera para um sabado
Rodrigo diz:mas é tarde, aco que foi
Kilandra diz:a já.. com certeza
Rodrigo diz:tinha um concertinho no villa lobos
Rodrigo diz:19h30
Rodrigo diz:já foi tamém
Kilandra diz:eu quero algo que ainda será. rs
Rodrigo diz:mas eu to fora de qualquer coisa
Rodrigo diz:fico em casa, felizinho com a cris, que assiste filminho
Rodrigo diz:eu gravo cd, leio livro e me inspiro
Kilandra diz:sim...sim..sim...
Rodrigo diz:nao entendi
Kilandra diz:o sim sim sim... foi entendi
Rodrigo diz:entendi
Rodrigo diz:rs
Kilandra diz:fazendo muita arte?
Kilandra diz:produzindo muita arte?
Rodrigo diz:nao muito, mas matutando, pesquisando muito
Rodrigo diz:eu crio e me esqueço
Rodrigo diz:hoje reparei que havia uma pecinha que eu havia criado e esquecido
Kilandra diz:entendo perfeitamente
Rodrigo diz:mas so fiz duas pequenas pecinhas este ano, preciso me mexer
Kilandra diz:isso mesmo. por essa cabeça para pensar a alinhavar
Rodrigo diz:estou com umas ideias malucas, mas tenho muito a pesquisar, ainda
Rodrigo diz:ouvindo frank zappa, you are what you is
Rodrigo diz:logo talvez saia critica a minha primeira peça
Rodrigo diz:mas sei lá, como nao tenho padrinhos
Kilandra diz:de quem?
Rodrigo diz:de um colega (professor) de minas
Kilandra diz:isso sempre é bom.
Rodrigo diz:pode ser
Rodrigo diz:deve ser
Rodrigo diz:ele se interessa por tudo o que produzo
Rodrigo diz:nao de hoje
Kilandra diz:huummmm uma paixao recolhida. rs
Rodrigo diz:rs
Rodrigo diz:www.questaodecritica.com.br
Rodrigo diz:é o lugar, quem sabe
Rodrigo diz:vou indo, tá
Rodrigo diz:vou produzir
Rodrigo diz:talvez escreva a peça
Kilandra diz:isso mesmo... coragem e suor
Rodrigo diz:beijo
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo, a Kilandra é aquela do Usina? Lembro demais dela! Pergunte a ela se lembra da baderna que fizemos no site, hoje certinho e tedioso.Nós somos mais "inimigos íntimos" do que paixão recolhida kkkkAbraços do Lúcio Jr.
Rodrigo diz:boa!
Rodrigo diz:conte como anda a vida...
Rodrigo diz:arrnajou emprego?
Kilandra diz:acho melhor nao
Rodrigo diz:entao nao conte...
Kilandra diz:seria muito triste
Rodrigo diz:nao conte, entao
Kilandra diz:qual a boa para um sabado?
Rodrigo diz:como assim?
Kilandra diz:uma indicacao.
Rodrigo diz:liz, com os satyros
Rodrigo diz:no sesc paulista
Kilandra diz:Indicacão de R. Contrera para um sabado
Rodrigo diz:mas é tarde, aco que foi
Kilandra diz:a já.. com certeza
Rodrigo diz:tinha um concertinho no villa lobos
Rodrigo diz:19h30
Rodrigo diz:já foi tamém
Kilandra diz:eu quero algo que ainda será. rs
Rodrigo diz:mas eu to fora de qualquer coisa
Rodrigo diz:fico em casa, felizinho com a cris, que assiste filminho
Rodrigo diz:eu gravo cd, leio livro e me inspiro
Kilandra diz:sim...sim..sim...
Rodrigo diz:nao entendi
Kilandra diz:o sim sim sim... foi entendi
Rodrigo diz:entendi
Rodrigo diz:rs
Kilandra diz:fazendo muita arte?
Kilandra diz:produzindo muita arte?
Rodrigo diz:nao muito, mas matutando, pesquisando muito
Rodrigo diz:eu crio e me esqueço
Rodrigo diz:hoje reparei que havia uma pecinha que eu havia criado e esquecido
Kilandra diz:entendo perfeitamente
Rodrigo diz:mas so fiz duas pequenas pecinhas este ano, preciso me mexer
Kilandra diz:isso mesmo. por essa cabeça para pensar a alinhavar
Rodrigo diz:estou com umas ideias malucas, mas tenho muito a pesquisar, ainda
Rodrigo diz:ouvindo frank zappa, you are what you is
Rodrigo diz:logo talvez saia critica a minha primeira peça
Rodrigo diz:mas sei lá, como nao tenho padrinhos
Kilandra diz:de quem?
Rodrigo diz:de um colega (professor) de minas
Kilandra diz:isso sempre é bom.
Rodrigo diz:pode ser
Rodrigo diz:deve ser
Rodrigo diz:ele se interessa por tudo o que produzo
Rodrigo diz:nao de hoje
Kilandra diz:huummmm uma paixao recolhida. rs
Rodrigo diz:rs
Rodrigo diz:www.questaodecritica.com.br
Rodrigo diz:é o lugar, quem sabe
Rodrigo diz:vou indo, tá
Rodrigo diz:vou produzir
Rodrigo diz:talvez escreva a peça
Kilandra diz:isso mesmo... coragem e suor
Rodrigo diz:beijo
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo, a Kilandra é aquela do Usina? Lembro demais dela! Pergunte a ela se lembra da baderna que fizemos no site, hoje certinho e tedioso.Nós somos mais "inimigos íntimos" do que paixão recolhida kkkkAbraços do Lúcio Jr.
Ximena
Li tudo mas não tenho o que comentar.
Você fez o que achava melhor e tem tuas razões.
Eu percebi o clima quando passei lá, no ano passado.
Não gosto daquelas famílias e do meu jeito eu também dei umas patadas.
Mi mami tem de ser preservada, nisso eu mais do que concordo.
A Paz ficou chateada mas o fato é que ela pegou o bonde andando. Talvez tenha sido um pouco duro, sim, mas acontece.
Um dia a gente conversa.
Chau
Rodrigo
Li tudo mas não tenho o que comentar.
Você fez o que achava melhor e tem tuas razões.
Eu percebi o clima quando passei lá, no ano passado.
Não gosto daquelas famílias e do meu jeito eu também dei umas patadas.
Mi mami tem de ser preservada, nisso eu mais do que concordo.
A Paz ficou chateada mas o fato é que ela pegou o bonde andando. Talvez tenha sido um pouco duro, sim, mas acontece.
Um dia a gente conversa.
Chau
Rodrigo
Rodrigo diz:e aí?
Rodrigo diz:kd vc?
Raffab, diz:aqui!
Raffab, diz:tudo bem?
Rodrigo diz:tud o
Rodrigo diz:conta novidades?
Raffab, diz:ah
Rodrigo diz:to criando nova peça
Rodrigo diz:terá dança, finalmente
Raffab, diz:estou procurando novo lugar pra morar
Raffab, diz:de preferencia uma casa
Raffab, diz:aé?
Rodrigo diz:achei trilha, ivo perelman
Rodrigo diz:por que?
Raffab, diz:mas tá só escrevendo?
Rodrigo diz:que deu errado?
Rodrigo diz:por enquanto
Raffab, diz:nada, o casamento a 3 não deu certo
Rodrigo diz:entendi
Raffab, diz:eu e o élliovamos sair
Rodrigo diz:chato?
Rodrigo diz:abatido?
Rodrigo diz:quem fica é quem?
Raffab, diz:a renata
Rodrigo diz:mulher é foda?
Raffab, diz:sim
Raffab, diz:ainda mais cancer
Rodrigo diz:entendo
Rodrigo diz:renata de que, conheço?
Raffab, diz:novaes
Rodrigo diz:nao conheço
Raffab, diz:fez linha de passe
Rodrigo diz:TODO MUNDO fez linha de passe
Rodrigo diz:eu conheço dois
Raffab, diz:rs
Rodrigo diz:vou ter de saír
Rodrigo diz:putz foi com acento
Rodrigo diz:posso publicar isto aqui?
Rodrigo diz:eu gosto de publicar con versas de msn
Raffab, diz:pode, rs
Rodrigo diz:beijos
Rodrigo diz:obrigado
Rodrigo diz:contrera
Raffab, diz:beijo
do orkut:
Rodrigo Humberto:
ivam, querido
não deu para passar na festa
nem tem dado para passar na roosevelt
mas leio o que me cabe e penso em vocês,
dos satyros.
sem vocês, muito aqui na cidade nem existiria, realmente.
nem eu - pelas oportunidades que vocês dão a tantos por aí.
beijos a todos, todas, pelos vinte anos
contrera
Penetralia disse...
Rodrigo: enviei o artigo para a questão de crítica.
Boa sorte.
Fail...fail again...fail better etc
Rodrigo diz:kd vc?
Raffab, diz:aqui!
Raffab, diz:tudo bem?
Rodrigo diz:tud o
Rodrigo diz:conta novidades?
Raffab, diz:ah
Rodrigo diz:to criando nova peça
Rodrigo diz:terá dança, finalmente
Raffab, diz:estou procurando novo lugar pra morar
Raffab, diz:de preferencia uma casa
Raffab, diz:aé?
Rodrigo diz:achei trilha, ivo perelman
Rodrigo diz:por que?
Raffab, diz:mas tá só escrevendo?
Rodrigo diz:que deu errado?
Rodrigo diz:por enquanto
Raffab, diz:nada, o casamento a 3 não deu certo
Rodrigo diz:entendi
Raffab, diz:eu e o élliovamos sair
Rodrigo diz:chato?
Rodrigo diz:abatido?
Rodrigo diz:quem fica é quem?
Raffab, diz:a renata
Rodrigo diz:mulher é foda?
Raffab, diz:sim
Raffab, diz:ainda mais cancer
Rodrigo diz:entendo
Rodrigo diz:renata de que, conheço?
Raffab, diz:novaes
Rodrigo diz:nao conheço
Raffab, diz:fez linha de passe
Rodrigo diz:TODO MUNDO fez linha de passe
Rodrigo diz:eu conheço dois
Raffab, diz:rs
Rodrigo diz:vou ter de saír
Rodrigo diz:putz foi com acento
Rodrigo diz:posso publicar isto aqui?
Rodrigo diz:eu gosto de publicar con versas de msn
Raffab, diz:pode, rs
Rodrigo diz:beijos
Rodrigo diz:obrigado
Rodrigo diz:contrera
Raffab, diz:beijo
do orkut:
Rodrigo Humberto:
ivam, querido
não deu para passar na festa
nem tem dado para passar na roosevelt
mas leio o que me cabe e penso em vocês,
dos satyros.
sem vocês, muito aqui na cidade nem existiria, realmente.
nem eu - pelas oportunidades que vocês dão a tantos por aí.
beijos a todos, todas, pelos vinte anos
contrera
Penetralia disse...
Rodrigo: enviei o artigo para a questão de crítica.
Boa sorte.
Fail...fail again...fail better etc
Enviado por: Rodrigo Contrera
ah, sei lá, cansado de novo.
não consegui residência artística.
ressaca.
beijos
contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
falhar, falhar de novo?
Enviado por: Sandra
“GT querido! vc pode n ter nada a declarar por hora, mas muito por fazer e criar meu Rei. The show must go on.” (MNC)
“temos sim MUITO A DIZER. mais, temos a GRITAR. problema é que ninguém ouviria. ninguém. daí que no palco não podemos nos largar a isso. precisamos achar outro jeito. o Beckett, nosso pai (ufffh, o que ele diria), achou o seu jeito - que quase ninguém entende. nós buscamos o nosso. eu busco o meu. na verdade, já o achei. mas só consegui fazê-lo uma vez, apenas. busco esse MAIS, agora.” (Contrera)
“Não vivemos mais em época interessante e, ainda hoje, quando olho pra cima, meu universo só se acende quando acende um refletor. Não pretendo ser nenhum Johannes Kepler ou Galileo e me aprofundar no vazio do universo. Deus me livre. Fico mesmo com o teatro vazio ou cheio” (GT)
(http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2008/03/16/basta/)
Enviado por: Pacheco
Srs Gerald e Vampiro.
Soliito de Vsas a confirmação e ou homologação da minha auto proclamação de detenção do titulo de CAMPEÃO.
CAMPEÃO ( espera ) DE MODERAÇÃO.
Julgo-me merecedor considerando o longo tempo no qual estive na condição que nomina o titulo pretendido.
Por enquanto e por excesso de confiança já botei a noticia na net entrando com a novidade no blog do amigo tambem deste blog que é o do Lucio Jr.
Tentei entar no do Contrera mas coo sempre a entrada no Contrera é pior que acessar minha conta no Banco coisa alias que eu detesto.
...
Enviado por: Rodrigo Contrera
“parabienes”!!!!
sem tempo, agora.
beijos por enquanto
contrera
Enviado por: Pacheco
Nesta festa de comemoração
Tenho por obrigação
E até por dever
Levantar a taça
Para assim dizer
Como forma de agradecer
Por ter um ano feliz
Em vossa companhia
Pessoas muito decentes
Com comentários excelentes
Sejam de noite ou de dia
Valeu a participação
Mesmo com espera.
Agradeço de coração
Ao chileno Contrera
Por corrigir minha escrita
Quando eu havia começado
O Contrera me alertou.
Que eu escrevia empolado
Também quero agradecer
Sem qualquer suspiro
Dando um forte abraço.
Ao bem amigo Vampiro
Que enquanto eu decidia
Entrava-se ou não
Com um chute na bunda
Fez-meeu tomar decisão
E a todos os amigos
Muito também agradeço
Do amigo de sempre
Sou eu como apareço
Pacheco
Ufa
Saio para ir atender compromisso
Enviado por: Pacheco
Gostaria de pintar como o Fingold
Gostaria de saber escrever:
Tão bem como a mestra Ezir
Tão amorosapoéticamente como a Glorinha.
Tão poeticamentenodurosuave como Tene Cheba.
Tão exigente como Reinaldo Pedroso.
Tão Gaúcho como André M.
Tão Educadamente como a Francyny.
Tão artisticamente como o Cláudio.
Tão humoristicamente como o Anynomious.
Tão matematicamente como o Targino.
Tão iluminado como o Caetano Vilela.
Tão tulipado como a Sue.
Tão bravo como o Mau.
Tão amiga como a Ana
Tão breve como a Ana Luiza.
Tão participativa como a Luciana.
Poderia até escrever como o chileno Contrera em sua língua.
Ou em inglês como gosta o Paulo from the G Spoot.
etc
Enviado por: Contrera
vim só dar um alô.HELLOcontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
sei lá.quanta gente, quanta seriedade.beijoscontrera
Enviado por: Pacheco
-Então encerre e envie. Já tens um comentário.Encerre ao modo do Contrera e depois voltamos em outra hora..-Combinado farei isto agora.
Enviando… T O BE CONTINUED.
Enviado por: Sandra
E você ficou muito bem na foto, Gerald! (Sandra)
É estranho, mas gostei do visual da pagina com as ilustraçoes de fundo (Mau)
cheguei. aqui tá melhor. (Contrera)
Enviado por: Rodrigo Contrera
sei lá, fora da arte não sei se algo me interessa.beijoscontrera
Enviado por: Sandra
“parabienes”!!!! sem tempo, agora. beijos por enquanto (Contrera)
Enviado por: acheco
-Não estou enrolando. Olhe só! Se quem é o Vampiro. A Mestra Ezir, o Contrera a Glorinha. Cláudio, Lucio Junior, Caetano Vilella. a Ana que não é a minha filha.O Ronald o Leopard 1 e o Fabio PI PI PI.Acho que só estes ai .-Só estes!
ah, sei lá, cansado de novo.
não consegui residência artística.
ressaca.
beijos
contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
falhar, falhar de novo?
Enviado por: Sandra
“GT querido! vc pode n ter nada a declarar por hora, mas muito por fazer e criar meu Rei. The show must go on.” (MNC)
“temos sim MUITO A DIZER. mais, temos a GRITAR. problema é que ninguém ouviria. ninguém. daí que no palco não podemos nos largar a isso. precisamos achar outro jeito. o Beckett, nosso pai (ufffh, o que ele diria), achou o seu jeito - que quase ninguém entende. nós buscamos o nosso. eu busco o meu. na verdade, já o achei. mas só consegui fazê-lo uma vez, apenas. busco esse MAIS, agora.” (Contrera)
“Não vivemos mais em época interessante e, ainda hoje, quando olho pra cima, meu universo só se acende quando acende um refletor. Não pretendo ser nenhum Johannes Kepler ou Galileo e me aprofundar no vazio do universo. Deus me livre. Fico mesmo com o teatro vazio ou cheio” (GT)
(http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2008/03/16/basta/)
Enviado por: Pacheco
Srs Gerald e Vampiro.
Soliito de Vsas a confirmação e ou homologação da minha auto proclamação de detenção do titulo de CAMPEÃO.
CAMPEÃO ( espera ) DE MODERAÇÃO.
Julgo-me merecedor considerando o longo tempo no qual estive na condição que nomina o titulo pretendido.
Por enquanto e por excesso de confiança já botei a noticia na net entrando com a novidade no blog do amigo tambem deste blog que é o do Lucio Jr.
Tentei entar no do Contrera mas coo sempre a entrada no Contrera é pior que acessar minha conta no Banco coisa alias que eu detesto.
...
Enviado por: Rodrigo Contrera
“parabienes”!!!!
sem tempo, agora.
beijos por enquanto
contrera
Enviado por: Pacheco
Nesta festa de comemoração
Tenho por obrigação
E até por dever
Levantar a taça
Para assim dizer
Como forma de agradecer
Por ter um ano feliz
Em vossa companhia
Pessoas muito decentes
Com comentários excelentes
Sejam de noite ou de dia
Valeu a participação
Mesmo com espera.
Agradeço de coração
Ao chileno Contrera
Por corrigir minha escrita
Quando eu havia começado
O Contrera me alertou.
Que eu escrevia empolado
Também quero agradecer
Sem qualquer suspiro
Dando um forte abraço.
Ao bem amigo Vampiro
Que enquanto eu decidia
Entrava-se ou não
Com um chute na bunda
Fez-meeu tomar decisão
E a todos os amigos
Muito também agradeço
Do amigo de sempre
Sou eu como apareço
Pacheco
Ufa
Saio para ir atender compromisso
Enviado por: Pacheco
Gostaria de pintar como o Fingold
Gostaria de saber escrever:
Tão bem como a mestra Ezir
Tão amorosapoéticamente como a Glorinha.
Tão poeticamentenodurosuave como Tene Cheba.
Tão exigente como Reinaldo Pedroso.
Tão Gaúcho como André M.
Tão Educadamente como a Francyny.
Tão artisticamente como o Cláudio.
Tão humoristicamente como o Anynomious.
Tão matematicamente como o Targino.
Tão iluminado como o Caetano Vilela.
Tão tulipado como a Sue.
Tão bravo como o Mau.
Tão amiga como a Ana
Tão breve como a Ana Luiza.
Tão participativa como a Luciana.
Poderia até escrever como o chileno Contrera em sua língua.
Ou em inglês como gosta o Paulo from the G Spoot.
etc
Enviado por: Contrera
vim só dar um alô.HELLOcontrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
sei lá.quanta gente, quanta seriedade.beijoscontrera
Enviado por: Pacheco
-Então encerre e envie. Já tens um comentário.Encerre ao modo do Contrera e depois voltamos em outra hora..-Combinado farei isto agora.
Enviando… T O BE CONTINUED.
Enviado por: Sandra
E você ficou muito bem na foto, Gerald! (Sandra)
É estranho, mas gostei do visual da pagina com as ilustraçoes de fundo (Mau)
cheguei. aqui tá melhor. (Contrera)
Enviado por: Rodrigo Contrera
sei lá, fora da arte não sei se algo me interessa.beijoscontrera
Enviado por: Sandra
“parabienes”!!!! sem tempo, agora. beijos por enquanto (Contrera)
Enviado por: acheco
-Não estou enrolando. Olhe só! Se quem é o Vampiro. A Mestra Ezir, o Contrera a Glorinha. Cláudio, Lucio Junior, Caetano Vilella. a Ana que não é a minha filha.O Ronald o Leopard 1 e o Fabio PI PI PI.Acho que só estes ai .-Só estes!
São Paulo, 18 de maio de 2009
Prezado Rodrigo Humberto Leon Contrera,
O comitê de seleção composto pela Diretoria da Associação Cultural Casa das Caldeiras reuniu-se nos dias 11 e 12 de maio de 2008.
Após uma leitura minuciosa do seu dossiê, sentimos informar que sua candidatura não será contemplada pelo Programa de residência artística e de pesquisa Obras em Construção 2009/2010.
Colocamos-nos a sua inteira disposição para qualquer informação complementar.
Se desejar, entre em contato com Junior Silva no cultural@casadascaldeiras.com.br ou no Tel: (11) 3873-6696.
Desejamos uma boa continuação na realização de seu projeto.
Cordialmente,
Joel Borges Karina Saccomanno Ferreira
Diretor de projetos Presidente (ACCC)
Prezado Rodrigo Humberto Leon Contrera,
O comitê de seleção composto pela Diretoria da Associação Cultural Casa das Caldeiras reuniu-se nos dias 11 e 12 de maio de 2008.
Após uma leitura minuciosa do seu dossiê, sentimos informar que sua candidatura não será contemplada pelo Programa de residência artística e de pesquisa Obras em Construção 2009/2010.
Colocamos-nos a sua inteira disposição para qualquer informação complementar.
Se desejar, entre em contato com Junior Silva no cultural@casadascaldeiras.com.br ou no Tel: (11) 3873-6696.
Desejamos uma boa continuação na realização de seu projeto.
Cordialmente,
Joel Borges Karina Saccomanno Ferreira
Diretor de projetos Presidente (ACCC)
Enviado por: Contrera
agora eu tenho algo a dizer:
Enviado por: Contrera
primeiro: o contraponto entre muito e nada (respectivamente, nada e algo) não passa pela audiência porque esta está predisposta a algo que não é nada. daí que ao invés de nada ela vê algo - o problema é que ESTE algo não é O MESMO que AQUELE algo (o do nada).
Enviado por: Contrera
segundo: enquanto nos dilapidamos nesse jogo de nada e nada a mais, a história continua - e nos afeta. daí que ALGO sempre surge: mas não é, JAMAIS É, aquilo que nós poderíamos esperar. é MENTIRA. e nós não podemos aceitar ISSO. é o mundo, caolho.
Enviado por: Contrera
terceiro: temos sim MUITO A DIZER. mais, temos a GRITAR. problema é que ninguém ouviria. ninguém. daí que no palco não podemos nos largar a isso. precisamos achar outro jeito. o Beckett, nosso pai (ufffh, o que ele diria), achou o seu jeito - que quase ninguém entende. nós buscamos o nosso. eu busco o meu. na verdade, já o achei. mas só consegui fazê-lo uma vez, apenas. busco esse MAIS, agora.
beijos
contrera
Enviado por: Pacheco
Contrera.
Um.
Dois.
Três.
Três comentários em um.
Falando do nada que pode ser tudo. Gritado ou sussurrado. Não podemos aceitar mentiras como verdade. Concordo contigo inteiramente e acrescento:
Primeiro: porque que a audiência vê sempre o que ela quer enxergar. Tente mostrar diferente e pode se estrepar. Cartomantes usam este truque. Enganam e mentem a quem quer ser enganado. Mostram algo do nada e do nada criam algo para mostrar.E saem lucrando. A mídia é a cartomante global
Segundo: enquanto nos dilapidamos nesse jogo de nada e nada a mais, a Historia seque seu curso. O que tiver de ser,será .Embora os caolhos possam não ver exatamente como as coisas são os outros verão.Quem contará para a assistência a mais certa versão?A mídia?Com que elementos?Porque não os teatrais.Veja que hoje em dia para mentir temos mais atores fora do que dentro dos palcos.E poucos realmente atores sem chances de dizer as verdades.O silêncio dos palcos é retumbante.Gritante.Estrondoso pela ausência.Pergunte-se nas ruas:O que é um teatro?Não espere grandes ou profundas respostas.
Terceiro: temos sim MUITO A DIZER. Mais, temos a GRITAR. Resta definir quem vai dar o grito. Terá de ser muito alto para ser ouvidos por todos. O Beckett disse ao modo dele. O Gerald vem dizendo como aprendeu e acrescentou novos pensamentos. Às vezes destruir para reconstruir. A busca de superar o mestre e a si mesmo. A criação individual. Você naturalmente também com alguém aprendeu. E sai por ai com tuas próprias pernas e pensamentos. Buscando, buscando e mais buscando.Nunca se dando por satisfeito.
Porque ao meu modo de ver é na angustia da busca que todo artista tem o seu maior momento.
A arte maior de um verdadeiro artista está no limite entre o bem e o mal. No limite entre o Amor e o Ódio e principalmente entre o limite entre a razão e a LOUCURA.
Do caos surge a maior criação do artista.
Sabes que eu nada entendo de arte. Mas eu aprendi tudo que escrevi com o Critico de arte que mora junto comigo no cérebro de você sabe quem.
Abraços.
Pacheco.
Enviado por: Rodrigo Contrera
pachequito
vc não entendeu muito bem o que eu quis dizer.
um dia comento?
acho que não.
cansaço.
como dos quais o próprio gerald sempre se queixa.
mas obrigado,
vc é uma graça
um dia comento.
contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
comento agora.
“primeiro: o contraponto entre muito e nada (respectivamente, nada e algo) não passa pela audiência porque esta está predisposta a algo que não é nada. daí que ao invés de nada ela vê algo - o problema é que ESTE algo não é O MESMO que AQUELE algo (o do nada).”
muito é o que se quer do teatro. muitas cenas, atuações, espetáculos, espetacularização. mas esse muito o que é, hoje? nada. e nada, o que é? algo…
cansei.
chau
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo, um amigo meu está precisando de uma entrevista para a matéria de jornalismo científico na universidade.
Eu sugeri a ele que te entrevistasse. O que vc acha? Aguardo seu retorno.
Abs do Lúcio Jr.
Rodrigo Contrera disse...
Tudo bem, pede para me mandar umas perguntas em rodrigo_contrera2@hotmail.com
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo.
Eu passei para ele aquela nossa antiga entrevista e ele ficou de tirar uma pauta.
Vou passar o e-mail.
Abs do Lúcio jr.
agora eu tenho algo a dizer:
Enviado por: Contrera
primeiro: o contraponto entre muito e nada (respectivamente, nada e algo) não passa pela audiência porque esta está predisposta a algo que não é nada. daí que ao invés de nada ela vê algo - o problema é que ESTE algo não é O MESMO que AQUELE algo (o do nada).
Enviado por: Contrera
segundo: enquanto nos dilapidamos nesse jogo de nada e nada a mais, a história continua - e nos afeta. daí que ALGO sempre surge: mas não é, JAMAIS É, aquilo que nós poderíamos esperar. é MENTIRA. e nós não podemos aceitar ISSO. é o mundo, caolho.
Enviado por: Contrera
terceiro: temos sim MUITO A DIZER. mais, temos a GRITAR. problema é que ninguém ouviria. ninguém. daí que no palco não podemos nos largar a isso. precisamos achar outro jeito. o Beckett, nosso pai (ufffh, o que ele diria), achou o seu jeito - que quase ninguém entende. nós buscamos o nosso. eu busco o meu. na verdade, já o achei. mas só consegui fazê-lo uma vez, apenas. busco esse MAIS, agora.
beijos
contrera
Enviado por: Pacheco
Contrera.
Um.
Dois.
Três.
Três comentários em um.
Falando do nada que pode ser tudo. Gritado ou sussurrado. Não podemos aceitar mentiras como verdade. Concordo contigo inteiramente e acrescento:
Primeiro: porque que a audiência vê sempre o que ela quer enxergar. Tente mostrar diferente e pode se estrepar. Cartomantes usam este truque. Enganam e mentem a quem quer ser enganado. Mostram algo do nada e do nada criam algo para mostrar.E saem lucrando. A mídia é a cartomante global
Segundo: enquanto nos dilapidamos nesse jogo de nada e nada a mais, a Historia seque seu curso. O que tiver de ser,será .Embora os caolhos possam não ver exatamente como as coisas são os outros verão.Quem contará para a assistência a mais certa versão?A mídia?Com que elementos?Porque não os teatrais.Veja que hoje em dia para mentir temos mais atores fora do que dentro dos palcos.E poucos realmente atores sem chances de dizer as verdades.O silêncio dos palcos é retumbante.Gritante.Estrondoso pela ausência.Pergunte-se nas ruas:O que é um teatro?Não espere grandes ou profundas respostas.
Terceiro: temos sim MUITO A DIZER. Mais, temos a GRITAR. Resta definir quem vai dar o grito. Terá de ser muito alto para ser ouvidos por todos. O Beckett disse ao modo dele. O Gerald vem dizendo como aprendeu e acrescentou novos pensamentos. Às vezes destruir para reconstruir. A busca de superar o mestre e a si mesmo. A criação individual. Você naturalmente também com alguém aprendeu. E sai por ai com tuas próprias pernas e pensamentos. Buscando, buscando e mais buscando.Nunca se dando por satisfeito.
Porque ao meu modo de ver é na angustia da busca que todo artista tem o seu maior momento.
A arte maior de um verdadeiro artista está no limite entre o bem e o mal. No limite entre o Amor e o Ódio e principalmente entre o limite entre a razão e a LOUCURA.
Do caos surge a maior criação do artista.
Sabes que eu nada entendo de arte. Mas eu aprendi tudo que escrevi com o Critico de arte que mora junto comigo no cérebro de você sabe quem.
Abraços.
Pacheco.
Enviado por: Rodrigo Contrera
pachequito
vc não entendeu muito bem o que eu quis dizer.
um dia comento?
acho que não.
cansaço.
como dos quais o próprio gerald sempre se queixa.
mas obrigado,
vc é uma graça
um dia comento.
contrera
Enviado por: Rodrigo Contrera
comento agora.
“primeiro: o contraponto entre muito e nada (respectivamente, nada e algo) não passa pela audiência porque esta está predisposta a algo que não é nada. daí que ao invés de nada ela vê algo - o problema é que ESTE algo não é O MESMO que AQUELE algo (o do nada).”
muito é o que se quer do teatro. muitas cenas, atuações, espetáculos, espetacularização. mas esse muito o que é, hoje? nada. e nada, o que é? algo…
cansei.
chau
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo, um amigo meu está precisando de uma entrevista para a matéria de jornalismo científico na universidade.
Eu sugeri a ele que te entrevistasse. O que vc acha? Aguardo seu retorno.
Abs do Lúcio Jr.
Rodrigo Contrera disse...
Tudo bem, pede para me mandar umas perguntas em rodrigo_contrera2@hotmail.com
Penetralia disse...
Oi, Rodrigo.
Eu passei para ele aquela nossa antiga entrevista e ele ficou de tirar uma pauta.
Vou passar o e-mail.
Abs do Lúcio jr.
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